Do indie ao progressivo

Fique de olho nos shows de rock da semana

A banda irlandesa Snow Patrol, o veterano Marillion e os guitarristas do projeto G3 estão entre as opções nos palcos

Por: Redação VEJINHA.COM - Atualizado em

Marillion
Steve Hogarth: o vocalista da banda inglesa Marillion, que toca nesta quinta (11) no HSBC Brasil (Foto: Divulgação)

Programe-se para assistir às apresentações de bandas e artistas que se apresentam na cidade até domingo (14):

  • Com seis anos de estrada, e três álbuns lançados, a banda goiana possui influências diversas, que vão da música dos anos 1970, stoner rock, grunge, blues e hardcore. Marcam forte presença no cenário independente brasileiro, tendo participado dos principais festivais de música: Goiânia Noise Festival (Goiânia), Abril Pro Rock (Recife), SWU (São Paulo), Virada Cultural (São Paulo) e dos internacionais Music Is My Girlfriend (Buenos Aires - Argentina) e Canadian Music Week (Toronto - Canadá). Com Victor Rocha (voz e guitarra), Douglas Castro (bateria), Denis Castro (baixo) e Edimar Filho (guitarra). Dia 01/12/2012.
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  • O grupo curitibano Copacabana Club é considerado um dos mais importantes nomes do rock independente brasileiro. A banda, formada por Caca V Caca V (vocais), Claudia Bukowski (bateria), André França (guitarra) e Carlos Cafareli Jr (baixo), atraem um público cada vez maior por conta de seu estilo dançante que mistura indie rock com toques sutis de música brasileira. O público poderá conferir canções como Mr Melody, Sounds Like Confusion, Sex Sex Sex, entre outras.
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  • No Guinness Book, o livro dos recordes, o espetáculo ostenta um título exótico: trata-se da primeira turnê de um artista que já não está vivo. Explica-se: no palco, uma banda de dezesseis músicos acompanha em sincronia as interpretações gravadas do cantor, que aparecem em imagens projetadas num telão. O tempero do flashback fica por conta da participação de instrumentistas que tocaram com Elvis, como o guitarrista James Burton e o pianista Glen Hardin, que atuou nos três filmes cujas cenas foram selecionadas para o show: Elvis É Assim (1970), Elvis on Tour (1972) e Elvis: Aloha from Hawaii, via Satellite (1973). Clássicos como Don’t Be Cruel, Love Me Tender e Heartbreak Hotel estão garantidos. Dias 08, 09, 10 e 13/10/2012.
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  • Em 1995, o guitarrista americano Joe Satriani convidou um time de virtuosos da guitarra para acompanhá-lo em espetáculos. Assim surgiu o G3, projeto que já reuniu dezenas de convidados famosos e ganhou registros em quatro DVDs. Steve Vai e Eric Johnson juntaram-se ao músico nos primeiros shows. Atualmente, Satriani cai na estrada com John Petrucci, do Dream Theater, e Steve Morse, do Deep Purple. Flying in a Blue Dream, de Satriani, e Damage Control, de Petrucci, costumam aparecer no programa, que oscila entre o heavy metal, o blues e improvisações com um quê jazzístico. Dia 12/10/2012.
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  • Depois de liderar uma das bandas independentes mais cultuadas da década passada, a Ludovic, e fazer uma robusta estreia solo com E Você Se Sente numa Cela Escura, Planejando a Sua Fuga, Cavando o Chão com as Próprias Unhas (2012), o brasiliense pode se orgulhar da obra que construiu até aqui e de ter encontrado uma identidade muito própria. Ele é reconhecido pela estranha prolixidade de seus versos, que parecem nunca se concluir e precisam ser apressados para caber na métrica, e pela voz de alcance limitado, mas sempre carregada de legítima emoção. Ele abandona a angústia do último álbum para abraçar o otimismo em Trovões a Me Atingir (2015), que mostra mais uma vez na cidade. A delicadeza dos arranjos de Prece Atendida e Deixe/Force em nada lembra os arroubos furiosos presentes nos trabalhos com a antiga banda e dá sinal de um promissor novo caminho. Dia 21/2/2016.
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  • Expoente do rock progressivo, a banda inglesa alterou o próprio estilo no decorrer de mais de três décadas de carreira. Atualmente, a sua sonoridade agrega uma série de outros estilos, a exemplo dos climas soturnos do trip hop dos anos 90. Formado em 1979, o grupo já não produz hits popularíssimos como Kayleigh (gravada no álbum Misplaced Childhood, de 1985), mas tem um trunfo: satisfaz as exigências de fãs leais, que colaboram até mesmo no financiamento dos CDs do conjunto. O vocalista Steve Hogarth, que substituiu Fish em 1989, lidera com competência os veteranos Steve Rothery (guitarra), Mark Kelly (teclado), Pete Trewavas (baixo) e Ian Mosley (bateria). Músicas como Beautiful e Fantastic Place estão previstas neste retorno do quinteto ao Brasil, além de novidades do disco mais recente. O último álbum, Sounds that Can’t Be Made (2012), comprova que o Marillion ainda oferece desafios para o seu público: o trabalho abre com Gaza, uma faixa de dezessete minutos sobre conflitos no Oriente Médio. Dia 9/05/2014.
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  • A dupla paulistana Roger Valença e Diego Scalada apresenta no projeto Prata da Casa (do Sesc Pompeia) o primeiro EP, A Hora e a Vez de Onagra Claudique, lançado em abril, com um estilo repleto de influências ao folk americano e inglês. No repertório, músicas como Mais Cinco Minutos e Papo Lampinho. Grátis. Os convites devem ser retirados uma hora antes do início do show.
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  • Nos momentos finais do show do grupo irlandês Snow Patrol no Rock in Rio 2011, uma falha técnica obrigou o vocalista Gary Lightbody a interromper uma das músicas mais aguardadas pelo público, Open Your Eyes. “Isso não costuma acontecer”, ele disse. “Ao menos vocês vão ver o Red Hot Chili Peppers logo mais.” Comentários modestos desse gênero marcam a trajetória de cinco rapazes que não fazem questão de demonstrar uma condição incontestável: com 12 milhões de discos vendidos e quase vinte anos de carreira, eles viraram celebridades do pop rock, mas ainda se portam com uma simplicidade incomum. Superbandas como o U2 e o Coldplay moldam a sonoridade do conjunto, que se tornou mais grandiosa ao longo do tempo. Ao vivo, porém, Lightbody, Jonny Quinn (bateria), Nathan Connolly (guitarra), Paul Wilson (baixo) e Tom Simpson (teclado) se exibem sem muitos ornamentos. Amparados pelas imagens fora de foco de um telão e por um jogo de luzes bem sacado — alterna cores frias (para as baladas) e quentes (nos trechos mais ruidosos) —, eles evitam surpresas ou excessos. De volta ao Brasil, o quinteto se apresenta pela segunda vez na cidade. Na anterior, eles integraram a programação concorrida do festival Natura Nós, em 2010. Sem terem de disputar espaço com outras atrações, os moços ganham agora mais liberdade (e tempo) para aliar os antigos hits, como Run e Chocolate, a novidades do disco Fallen Empires, de 2011, de pegada eletrônica e dançante. Carismático, o vocalista costuma papear com a plateia entre uma música e outra. Compensa com bom humor os momentos mais mornos do espetáculo. Já muito distante da época em que era apenas uma cria alternativa do pequeno selo londrino que abrigava o indie Belle & Sebastian, a banda formada em 1994 tenta operar uma estratégia rara: crescer no show business sem perder a cabeça. Por enquanto, funciona. Dia 10/10/2012.
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  • Os rapazes do Vanguart, grupo de Cuiabá liderado por Helio Flanders, exibem o seu projeto paralelo baseado em músicas dos Beatles. Na lista aparecem All My Loving e Something, entre outras. Dia 05/04/2013.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO