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Dicas para quem quer se aventurar no boliche

Especialista conta o que não pode faltar na pista e ensina algunsa truques

Por: Leonam Bernardo - Atualizado em

Boliche
Crianças no Villa Bowling: peso da bola não deve ser maior que 10% da massa corporal (Foto: Ligia Skowronski)

“O boliche não é só físico, tem também uma parte mental muito importante”, avisa Geraldo Couto, presidente da Confederação Brasileira de Boliche (CBBOL). Segundo ele, para quem compete, a tranquilidade é fundamental, já que a excelência de uma jogada está diretamente ligada ao relaxamento da musculatura do corpo.

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Aos novatos no esporte, Couto indica o primeiro passo: a compra de equipamentos básicos. “Procure ter um sapato específico, custa algo em torno de 300 dólares." Segundo ele, comprar uma bola e pedir que ela seja furada de acordo com o tamanho de sua mão e dedos também é importante. "O peso dela não deve ser maior que 10% de sua massa corporal”, explica.

Confira alguns passos para fazer bonito na pista de boliche:

■ Coloque os dedos médio e anelar nos orifícios da bola e, em seguida, o polegar

■ Vá até a linha limite da pista e recue alguns passos, para reconhecer a distância que irá percorrer

■ Determine o arremesso da forma mais equilibrada possível; para isso, use a mão que está livre para apoiar a parte de baixo da bola

■ Aponte para o pino do meio com o polegar da mão que segura a bola, pois é ele que determina a direção da jogada

■ Movimente o braço como se fosse um pêndulo

■ O número de passadas varia de pessoa para pessoa, o importante é não correr e se descontrolar

■ O braço livre é responsável pelo equilibro do corpo; tente relaxá-lo para que exerça essa função naturalmente

■ Não dobre o cotovelo na hora de soltar a bola; o braço deve terminar o movimento esticado

■ Atenção para não ultrapassar a linha limite da pista e queimar a jogada

■ Em vez de jogar ou empurrar a bola, apenas solte-a, de modo que ela saia deslizando pela pista

■ Jogadas com efeitos demandam técnica e dificilmente são realizadas com sucesso por quem está começando. Evite-as

Fonte: VEJA SÃO PAULO