Após operação, surgem 23 mini-Cracolândias em SP

Segundo levantamento da Guarda Civil Metropolitana, as praças da Sé e Princesa Isabel concentram agora o maior número de usuários e traficantes

operação policial que retirou traficantes e viciados da Cracolândia no domingo (21) acabou gerando vários pequenos pontos de drogas pela cidade. É o que aponta um levantamento divulgado pela Guarda Civil Metropolitana (GCM).

Segundo o documento da GCM, o “fluxo”, que antes se concentrava no quadrilátero formado pelas ruas Helvétia, Barão de Piracicaba, Duque de Caxias e Alameda Cleveland, se espalhou por 23 lugares na região central, do Minhocão à Avenida Paulista.

A maior parte dos usuários de drogas, de acordo com a GCM, se instalou agora a cerca de 400 metros da antiga Cracolândia, na Praça Princesa Isabel. Outro ponto de grande concentração é a Praça da Sé. Nos dois lugares, o levantamento registrou a presença de mais de 200 traficantes e usuários de drogas entre a noite de quarta (24) e a madrugada de quinta-feira (25).

Confira os locais:

  • Praça da Sé: 200 pessoas
  • Praça Princesa Isabel: 200 pessoas
  • Avenida Liberdade: 100 pessoas
  • Rua Apa: 50 pessoas
  • Avenida São João: 50 pessoas
  • Nova Luz: 40 pessoas
  • Avenida Brigadeiro Luiz Antônio: 40 pessoas
  • Praça Roosevelt: 30 pessoas
  • Largo São Bento: 30 pessoas
  • Praça Ramos de Azevedo: 30 pessoas
  • Rua do Glicério: 30 pessoas
  • Praça Julio de Mesquita: 30 pessoas
  • Rua Jorge Velho: 30 pessoas
  • Avenida Paulista: 20 pessoas
  • Praça do Patriarca: 20 pessoas
  • Vale do Anhangabaú: 20 pessoas
  • Rua Aurora: 20 pessoas
  • Rua Guaianases: 20 pessoas
  • Largo do Paissandu: 20 pessoas
  • Rua dos Gusmões: 20 pessoas
  • Largo São Francisco: 15 pessoas
  • Largo do Arouche: 10 pessoas
  • Rua Vitória: 6 pessoas

Não é a primeira vez que são identificadas “filiais” pela cidade. Em 2015, a Prefeitura contabilizou outros seis pontos com grande fluxo de tráfico e consumo. Eles estão na Baixada do Glicério, Santa Cecília, Sé, Santa Ifigênia, Campos Elíseos, Cidade Tiradentes e Campo Belo. 

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  1. Doria odeia pobre, mas pobre ama o Doriana. Estranha relação essa. Pobre de direita