Acampamento da Campus Party 2017 faz sucesso entre crianças

Famílias também se acomodam no local, onde estão instaladas cerca de 1 100 pessoas

Até domingo (5), o Pavilhão de Exposições do Anhembi é palco da Campus Party, a maior feira de tecnologia do país. São seis dias de exposições, palestras, simuladores, atrações e muitos games.

Para aproveitar todos os dias do evento com fôlego, muita gente de outras cidades, ou mesmo de São Paulo, opta por acampar em um espaço reservado no próprio evento.

Segundo a assessoria de imprensa da atração, dentre as 8 000 pessoas dividindo o espaço, há pelo menos dez crianças, número maior em relação às outras edições do evento.

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Muriel Simonetti tem apenas 7 anos, mora no Brooklin, na Zona Sul da capital. Já é o segundo ano que ela visita a Campus Party.

Acompanhada pela mãe, a designer gráfica Ligia Belotti, 32 anos, pelo pai, o gerente de projetos Danilo Simonetti, 35, e pela avó, além de três tios, a pequena aproveita brincadeiras como pebolim, fliperamas, batalhas de dança, simuladores e, de quebra, baixa e joga diversos games em alta velocidade.

“Estamos levando a Muriel para todas as palestras sobre programação infantil. Ela já até monta robôs com o pai”, conta Ligia, que participa da atração com o marido pela sétima vez. Todos são “campuseiros”, apelido utilizado àqueles que dormem nas barracas do evento.

Acampamento: 1,1 mil pessoas

Acampamento: 1 1000 pessoas instaladas ali (Foto: Veja São Paulo)

Daniel Ribeiro Gomes, 35 anos, é analista de sistemas e deixa o filho Igor Ribeiro Gomes Vale, de 10 anos, se divertir livremente pelo local. A dupla de Minas Gerais, que marcou presença também no ano passado, se identifica com os itens da cultura nerd, como cartoons e games.

Estreantes, a exemplo dos cariocas Marcel Pedroso, 43 anos, pesquisador em saúde pública, e o filho Gabriel Pedroso, 8 anos, estão com altas expectativas. “Estimulo bastante o uso da tecnologia na vida do meu filho e já tinha ouvido falar sobre quanto a Campus Party é potente no setor”, afirma Marcel. Os dois dormirão nas barracas durante quatro noites.

A rotina do acampamento

Como em um acampamento comum, tudo é dividido, inclusive os banheiros. Neles, encontram-se constantes filas e duchas nem sempre quentes. Após o banho, as toalhas estendidas sobre as barracas para secar ganham uma nova utilidade: facilitar a identificação no meio de tantas outras tendas iguais.

Durante a noite, os tecidos servem também de proteção para as luzes do pavilhão que ficam acesas durante 24 horas. Para comer, tem restaurante por quilo e uma pequena praça de alimentação. Há também quem prefira levar snacks de casa e aquecer a comida em microondas disponibilizados pela organização.

E como fazem para carregar computadores e celular? Esse é o menor dos problemas. Milhares de tomadas estão espalhadas pelo pavilhão que abriga a feira de tecnologia.

Para quem se interessar pelo programa, não há mais vagas para acampar.Porém, para aproveitar o dia no pedaço, os ingresso ainda estão disponíveis e custam 240 reais. O ticket vale para todos os dias, até domingo (5).

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