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Em 1972, o período mais forte da Revolução Cultural maoísta, o governo chinês convidou Michelangelo Antonioni para realizar um documentário sobre a Nova China. O cineasta permaneceu por oito semanas com sua equipe de filmagem em Pequim, Nanquim, Suzhou, Xangai e na província de Henan. Como resultado, um monumento de três horas de visitas às cidades e áreas rurais da China em um momento-chave do século 20. Só que o filme provocou a fúria das autoridades chinesas e permaneceu proibido até 2004 na China. Mesmo no Ocidente, ele só voltou a circular em 2009, dois anos depois da morte da cineasta.

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