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OMS pede redução de parceiros sexuais para reduzir propagação da varíola dos macacos

Fala foi direcionada sobretudo a homens que fazem sexo com homens; chefe do órgão alertou para risco de estigma e discriminação

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 27 jul 2022, 16h58 - Publicado em 27 jul 2022, 16h52

Em uma entrevista realizada nesta quarta-feira (27) em Genebra, na Suíça, para falar sobre o surto de varíola de macacos, o chefe da OMS (Organização Mundial de Saúde), Tedros Adhanom Ghebreyesus, orientou ao grupo mais afetado pela doença, o de homens que fazem sexo com homens, a reduzir o número de parceiros sexuais.

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“Para os homens que fazem sexo com homens, isso também significa, no momento, reduzir o número de seus parceiros sexuais e trocar informações com qualquer novo parceiro para poder contatá-los em caso de sintomas, para poder isolar-se”, disse.

Tedros também alertou, ao citar especificamente esse grupo, que não se crie estigmas, tais como o que ocorreu com o HIV no fim dos anos 1980. “Estigma e discriminação podem ser tão perigosos quanto qualquer vírus. Além de nossas recomendações aos países, também peço à sociedade civil e organizações, incluindo aquelas com experiência em trabalhar com pessoas vivendo com HIV, para trabalhem conosco na luta contra o estigma e a discriminação”, afirmou.

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A citação se dá pelo fato de que 98% dos casos detectados até agora foram de homens que fazem sexo com outros homens. Porém, ele lembrou que qualquer pessoa está sujeita a ser contaminada desde que tenha contato com a doença, que pode ocorrer por meio de contato próximo ou mesmo com objetos tais como toalhas ou roupas de cama.

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“Qualquer pessoa exposta pode pegar a varíola dos macacos, razão pela qual a OMS recomenda que os países tomem medidas para reduzir o risco de transmissão a outros grupos vulneráveis, incluindo crianças, gestantes e aqueles que são imunossuprimidos”, afirmou.

Em todo o mundo até agora são 18 000 casos. Segundo o chefe da OMS, ela já atinge 78 países, com predominância na Europa. Apenas cinco pessoas morreram vítima da doença, e somente 10% precisaram de internação.

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Do total de casos, 813 foram registrados no Brasil, o que torna a situação do país preocupante aos olhos da OMS.

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