Boteco Paramount (Desde 2016)

Tipos de Bares: Drinques
VejaSP
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Endereço: Rua dos Pinheiros, 1179 - Pinheiros - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 30318291
Horário:
segunda-feira
Fechado
terça-feira
17:00 - 00:00
quarta-feira
17:00 - 00:00
quinta-feira
17:00 - 00:00
sexta-feira
17:00 - 00:00
sábado
12:00 - 00:00
domingo
12:00 - 00:00
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Lugares/Capacidade total (27)

Resenha por Arnaldo Lorençato, Fábio Galib, Helena Galante e Saulo Yassuda

Copos quebrados — no Paramount, são cerca de dez por noite — e um cliente ou outro que foge sem pagar integram a lista de contratempos que o bartender José Francisco de Oliveira Neto, o Netinho, enfrenta em sua rotina de dono de bar. Mas nem por isso ele se abate. Como desanimar à frente de um dos botecos mais concorridos da cidade, que até ganhará um irmão, o Majestic, na Vila Madalena? De terça a domingo, uma pequena multidão ocupa o salão muito simples e a calçada do Paramount para matar a sede com coquetéis de bom preço. Por R$ 19,90, saboreia-se o clássico uísque sour, drinque que o piauiense prepara desde os tempos em que dava expediente no tradicional Astor. Custa menos ainda o negroni sem erro, a R$ 18,90, cheio de equilíbrio. Por lá, jamais se pagarão mais de R$ 24,90 por um coquetel — esse é o teto, o preço do classudo manhattan. O segredo das cifras camaradas está na aquisição dos insumos. “Compro os destilados em quantidade, e os fornecedores ficam me ligando para vender”, explica. Outro cuidado é evitar reajustes desnecessários. “Se aumentarmos os preços, a clientela vai sumir”, diagnostica. O casamento entre bebida boa e conta amistosa nunca deu tão certo.

Preços checados em setembro de 2017.

    Comer e beber

    • 2017 - Vencedor

      Bares Bom e Barato Comer & Beber .

      Copos quebrados — no Paramount, são cerca de dez por noite — e um cliente ou outro que foge sem pagar integram a lista de contratempos que o bartender José Francisco de Oliveira Neto, o Netinho, enfrenta em sua rotina de dono de bar. Mas nem por isso ele se abate. Como desanimar à frente de um dos botecos mais concorridos da cidade, que até ganhará um irmão, o Majestic, na Vila Madalena? De terça a domingo, uma pequena multidão ocupa o salão muito simples e a calçada do Paramount para matar a sede com coquetéis de bom preço. Por R$ 19,90, saboreia-se o clássico uísque sour, drinque que o piauiense prepara desde os tempos em que dava expediente no tradicional Astor. Custa menos ainda o negroni sem erro, a R$ 18,90, cheio de equilíbrio. Por lá, jamais se pagarão mais de R$ 24,90 por um coquetel — esse é o teto, o preço do classudo manhattan. O segredo das cifras camaradas está na aquisição dos insumos. “Compro os destilados em quantidade, e os fornecedores ficam me ligando para vender”, explica. Outro cuidado é evitar reajustes desnecessários. “Se aumentarmos os preços, a clientela vai sumir”, diagnostica. O casamento entre bebida boa e conta amistosa nunca deu tão certo. (Preços checados em setembro de 2017).

      Arnaldo Lorençato, Fábio Galib, Helena Galante e Saulo Yassuda

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