Komah (Desde 2016)

Tipos de Restaurantes: Coreanos
VejaSP
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Endereço: Rua Cônego Vicente Miguel Marino, 378 - Barra Funda - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 35697956
Horário:
segunda-feira
18:30 - 23:30
terça-feira
18:30 - 23:30
quarta-feira
18:30 - 23:30
quinta-feira
18:30 - 23:30
sexta-feira
18:30 - 23:30
sábado
12:00 - 16:00 - 19:00 - 23:30
domingo
Fechado
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Faixa de preço

De R$0,00 a R$110,00

payment

Formas de pagamento

Cartões de crédito: Visa, Mastercard, Diners e American Express
Cartões de débito: Visa Electron e Maestro

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Informações adicionais

Lugares/Capacidade total (34 lugares), Levar vinhos (permite) (R$ 10,00) (1)

(1)R$ 10,00 por taça

Resenha por Arnaldo Lorençato, Helena Galante e Saulo Yassuda

De verdade, tinha tudo para dar errado. Imagine correr o risco de abrir um restaurante somente à noite numa ruazinha quase deserta da Barra Funda. Ainda por cima ocupar a cozinha com um menu coreano de pratos tão apimentados que são capazes de fazer suar o comensal. O chef do ano desta edição, Paulo Shin, pagou para ver e se deu bem. Há que lembrar que a Coreia de Shin passa pela França e por certa modernidade da cozinha autoral — ele trabalhou no extinto e ótimo Le Coq Hardy e com Alex Atala no D.O.M. Embora as sugestões tenham preços individuais, vale mesmo é provar o menu completo a R$ 80,00, valor que não sobe desde a inauguração, em 2016. Depois de uma seleção de aperitivos como o kimchi, preparado com acelga fermentada em pimenta-vermelha em pó, vão se enfileirando pratos como a barriga de porco tostada até ficar com um bronzeado intenso de um dos lados com pasta de pimenta e um arroz quentíssimo sem tempero. O modo de comer diz que tudo deve ser enrolado em folhas orgânicas de alface e de gergelim. Num caldo rico, a costela bovina precisa ser desfiada pelo próprio cliente e saboreada com arroz, nabo e uma salada bem temperada. Produzida pela Confeitaria Marilia Zylbersztajn, a torta de pera com crumble de noz-pecã ao creme de cardamomo põe o ponto-final e custa R$ 17,00. Estique os olhos para além da degustação e preste atenção em pratos como o japchae (R$ 39,00), o macarrão de batata-doce com hortaliças sortidas e mel de abelha borá, e o dolsot bibimpab (R$ 45,00), o arroz de algas com gema, legumes, salada e carne-seca. Antes dos pratos, nem pense em pular os coquetéis do bartender Vinícius Apolinário, o Vina. Dois drinques de sua autoria: garden groove (soju, gim, vermute seco e jerez com brotos e flores orgânicos numa cumbuca de cerâmica, R$ 35,00) e bloody mary (suco de tomate artesanal temperado com kimchi na companhia de um trio de petiscos, R$ 31,00).

Informações checadas entre julho e setembro de 2018.

    Comer e beber

    • 2018 - Participante

      Coreanos Comer & Beber .

      De verdade, tinha tudo para dar errado. Imagine correr o risco de abrir um restaurante somente à noite numa ruazinha quase deserta da Barra Funda. Ainda por cima ocupar a cozinha com um menu coreano de pratos tão apimentados que são capazes de fazer suar o comensal. O chef do ano desta edição, Paulo Shin, pagou para ver e se deu bem. Há que lembrar que a Coreia de Shin passa pela França e por certa modernidade da cozinha autoral — ele trabalhou no extinto e ótimo Le Coq Hardy e com Alex Atala no D.O.M. Embora as sugestões tenham preços individuais, vale mesmo é provar o menu completo a R$ 80,00, valor que não sobe desde a inauguração, em 2016. Depois de uma seleção de aperitivos como o kimchi, preparado com acelga fermentada em pimenta-vermelha em pó, vão se enfileirando pratos como a barriga de porco tostada até ficar com um bronzeado intenso de um dos lados com pasta de pimenta e um arroz quentíssimo sem tempero. O modo de comer diz que tudo deve ser enrolado em folhas orgânicas de alface e de gergelim. Num caldo rico, a costela bovina precisa ser desfiada pelo próprio cliente e saboreada com arroz, nabo e uma salada bem temperada. Produzida pela Confeitaria Marilia Zylbersztajn, a torta de pera com crumble de noz-pecã ao creme de cardamomo põe o ponto-final e custa R$ 17,00. Estique os olhos para além da degustação e preste atenção em pratos como o japchae (R$ 39,00), o macarrão de batata-doce com hortaliças sortidas e mel de abelha borá, e o dolsot bibimpab (R$ 45,00), o arroz de algas com gema, legumes, salada e carne-seca. Antes dos pratos, nem pense em pular os coquetéis do bartender Vinícius Apolinário, o Vina. Dois drinques de sua autoria: garden groove (soju, gim, vermute seco e jerez com brotos e flores orgânicos numa cumbuca de cerâmica, R$ 35,00) e bloody mary (suco de tomate artesanal temperado com kimchi na companhia de um trio de petiscos, R$ 31,00). (Informações checadas entre julho e setembro de 2018).

      Arnaldo Lorençato, Helena Galante e Saulo Yassuda

    • 2017 - Participante

      Coreanos Comer & Beber .

      O que leva pouco mais de trinta pessoas a se espremer todas as noites no salão apertadinho num endereço de culinária coreana de São Paulo numa rua desconhecida da Barra Funda? É fácil responder: os pratos de Paulo Shin. No Komah, que significa caçula, o chef renova a culinária do país de seus pais com as experiências que teve anteriormente. Ele passou pelo contemporâneo D.O.M. e pelo extinto francês Le Coq Hardy. Foi na casa francesa que aprendeu a fazer uma ótima omelete cremosa para cobrir o arroz salteado com kimchi (R$ 53,00). E não é só. A pancetta com uma crostinha vem à mesa para ser enrolada em folhas de alface de dois tipos mais gergelim selvagem com arroz, pasta de pimenta e cebolinha (R$ 65,00). Antes, prove o caprichado steak tartare preparado com carne congelada e gema de ovo curada no shoyu de textura cremosa (R$ 39,00). Antes uma lacuna, o capítulo das sobremesas tem agora tortas da confeiteira Marilia Zylberztajn, entre elas a de maçã (R$ 17,00). Os pratos também podem ser provados em menu degustação por R$ 80,00, oferecido para, no mínimo, duas pessoas por mesa. (Preços checados em setembro de 2017).

      Arnaldo Lorençato, Helena Galante e Saulo Yassuda

    • 2016 - Vencedor

      Restaurantes coreanos Comer & Beber .

      Totalmente fora dos manjados eixos que compõem o circuito gastronômico paulistano, o Komah ocupa o térreo de um antigo sobrado residencial na Barra Funda. Ao cair da noite, quando a casa abre as portas, a vizinhança — cheia de galpões e próxima da linha de trem — vira quase um deserto urbano. Isso não impede que o salão de apenas 34 lugares esteja sempre lotado. Tanto membros da colônia coreana quanto iniciados nos sabores picantes dessa culinária asiática descobriram o local. É o primeiro restaurante do chef Paulo Shin, que prepara as receitas ensinadas pela mãe de uma maneira mais moderna. Não por acaso, já que, antes de abrir o próprio negócio, o cozinheiro trabalhou no contemporâneo D.O.M. e no extinto francês Le Coq Hardy. Não espere encontrar, porém, um cardápio extenso. Há só quatro sugestões principais e menu degustação por R$ 80,00. (Preços checados em setembro/outubro de 2016).

      Arnaldo Lorençato, Helena Galante e Saulo Yassuda

    • 2016 - Participante

      Restaurantes bom e barato Comer & Beber .

      Totalmente fora dos manjados eixos que compõem o circuito gastronômico paulistano, o Komah ocupa o térreo de um antigo sobrado residencial na Barra Funda. Ao cair da noite, quando a casa abre as portas, a vizinhança — cheia de galpões e próxima da linha de trem — vira quase um deserto urbano. Isso não impede que o salão de apenas 34 lugares esteja sempre lotado. Tanto membros da colônia coreana quanto iniciados nos sabores picantes dessa culinária asiática descobriram o local. É o primeiro restaurante do chef Paulo Shin, que prepara as receitas ensinadas pela mãe de uma maneira mais moderna. Não por acaso, já que, antes de abrir o próprio negócio, o cozinheiro trabalhou no contemporâneo D.O.M. e no extinto francês Le Coq Hardy. Não espere encontrar, porém, um cardápio extenso. Há só quatro sugestões principais e menu degustação por R$ 80,00. (Preços checados em setembro/outubro de 2016).

      Arnaldo Lorençato, Helena Galante e Saulo Yassuda

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