Elidio Bar (Desde 1959)

Tipos de Bares: Botecos
VejaSP
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Endereço: Rua Isabel Dias, 57 - Mooca - São Paulo - SP ver no mapa
Telefone: (11) 29665805(11) 20213097
Horário:
segunda-feira
Fechado
terça-feira
16:30 - 00:00
quarta-feira
11:30 - 00:30
quinta-feira
16:30 - 00:00
sexta-feira
16:30 - 01:00
sábado
11:30 - 00:30
domingo
11:30 - 18:00
Feriados das 11h30 às 18h.
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Faixa de preço

De R$36,00 a R$70,00

payment

Formas de pagamento

Cartões de crédito: Visa, Mastercard, Diners e American Express
Cartões de débito: Visa Electron, Rede Shop e Maestro

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Informações adicionais

Acesso para deficientes, Lugares/Capacidade total (180 lugares)

Resenha por Saulo Yassuda e Gabrielli Menezes

Logo da rua já dá para ver o balcão de acepipes que deu fama ao bar fundado por Elídio Raimondi e tocado por suas três filhas desde 2012. Provam-se pedidas como salsichão de vitelo e abobrinha frita. Abra espaço no prato também para a mussarela de búfala. Só é bom dispensar o marisco, que, por vezes, costuma estar firme além da conta. Servir-se de tantos petiscos custa R$ 98,00 o quilo. Para acompanhar, vá de chope Brahma (R$ 9,00), com os três dedos de cola-rinho regulamentares.

Informações checadas entre julho e setembro de 2018.

    Comer e beber

    • 2018 - Participante

      Botecos Comer & Beber .

      Logo da rua já dá para ver o balcão de acepipes que deu fama ao bar fundado por Elídio Raimondi e tocado por suas três filhas desde 2012. Provam-se pedidas como salsichão de vitelo e abobrinha frita. Abra espaço no prato também para a mussarela de búfala. Só é bom dispensar o marisco, que, por vezes, costuma estar firme além da conta. Servir-se de tantos petiscos custa R$ 98,00 o quilo. Para acompanhar, vá de chope Brahma (R$ 9,00), com os três dedos de cola-rinho regulamentares. (Informações checadas entre julho e setembro de 2018).

      Saulo Yassuda e Gabrielli Menezes

    • 2017 - Participante

      Botecos Comer & Beber .

      Dá gosto de ver o extenso balcão de acepipes, uma herança gastronômica deixada pelo fundador do bar, Elidio Raimondi, morto em 2012. Na oferta, que chega perto de 100 itens, costuma ter jiló frito, arenque em conserva, polvo com vinagrete, linguicinha apimentada... Tudo passa pela balança, a R$ 98,00 o quilo. Escolhido o que comer, só resta pedir um chopinho (Brahma, R$ 8,10) para acompanhar. (Preços checados em setembro de 2017).

      Saulo Yassuda e Fábio Galib

    • 2016 - Participante

      Bares botecos Comer & Beber .

      Instituição mooquense, o endereço fundado em 1959 por Elídio Raimondi há tempos não exibe mais a pinta de botecão antigo. Em todas as recauchutagens pelas quais passou, no entanto, manteve intocado o balcão de acepipes (R$ 95,00 o quilo), sua marca registrada. Há quem dispense o cardápio e, com o pratinho em punho, se esbalde com os queijos, as conservas e os embutidos, inclusas aí deliciosas linguicinhas apimentadas. Aos que arriscam uma olhada no menu, a recompensa é um delicioso bolinho de bacalhau (R$ 7,50). O cardápio também deixa claro: chope, ali, só com o colarinho regulamentar (Brahma, R$ 7,90). (Preços checados em setembro/outubro de 2016.)

      Fábio Galib e Saulo Yassuda

    • 2015 - Participante

      Bares botecos Comer & Beber .

      Elídio Raimondi, o fundador do endereço, não está mais entre nós desde 2012. De legado, deixou esse patrimônio em forma de boteco batizado com seu nome, hoje sob o comandado das filhas. Lá figura um dos maiores (se não o maior) balcão de acepipes da cidade — o conteúdo das travessas costuma variar, e o número chega a ultrapassar a marca de uma centena nos fins de semana. Esse mundaréu de itens, vendido por peso (R$ 9,50, 100 gramas), inclui sardinha marinada, moela, alcachofra italiana, salame, abobrinha, tremoço, azeitona, morcilla... Só evite pegar os pastéis, geralmente frios. Caso queira uma fritura, não hesite em pedir o bolinho de bacalhau (R$ 6,50), que às vezes vem oleoso, mas cheio de sabor e repleto de lascas do peixe. Para bebericar, o chope Brahma (R$ 7,60) é tirado nos conformes. Não espere um ambiente de pé-sujo. Em 2008, o histórico bar foi reformado e ficou iluminado e um tanto impessoal. (Preços checados em setembro/outubro de 2015).

      Saulo Yassuda

    • 2014 - Participante

      Bares botecos Comer & Beber .

      Eis um clássico da Mooca, querido no bairro e arroz de festa em roteiros turísticos da cidade — ainda que, em 2008, o espaço tenha tomado um “banho de loja” e perdido a aura de botequim. Seu Elidio Raimondi, o fundador do bar, não está mais entre os vivos desde 2012. O legado ficou nas mãos de três herdeiras, que conservaram as camisas e fotos de futebol nostálgicos nas paredes e o enorme balcão de acepipes, copiado por toda parte. As travessas de tira-gostos variam conforme o dia — chegam a 120 itens nos fins de semana —, e o próprio cliente se serve e pesa o prato (R$ 9,20, 100 gramas). Algumas pedidas se mostram deliciosas, como os roll-mops, sardinha marinada em vinagre e enrolada, com boa textura. Jiló em conserva, alcachofra italiana, linguiça blumenau, marisco à vinagrete e moela de frango costumam aparecer sobre a bancada de mármore. Para acompanhar os comes, o chope Brahma (R$ 7,00) configura uma boa pedida, por mais que o colarinho não seja mais cremoso como antes. (Preços checados em setembro/outubro de 2014).

      Saulo Yassuda

    • 2013 - Participante

      Bares botecos Comer & Beber .

      Uma vez na Mooca, é impossível não passar no número 57 da Rua Isabel Dias. Lá, em um casarão bem arrumado e iluminado, está um dos maiores — se não o maior — balcões de acepipes da cidade. A quantidade de itens varia conforme o dia, mas eles sempre passam de dezenas. Lulas, morcillas, mussarelas de búfala, jilós, abobrinhas, vários tipos de salsicha, tremoço, azeitonas, sardinhas, manjubinhas, queijos, pastéis, carnes marinadas e o que mais o falecido Elídio Raimondi um dia pôde imaginar estão à disposição, vendidos por peso (R$ 9,00 cada 100 gramas). Ali se serve um dos melhores bolinhos de bacalhau da cidade (R$ 5,50 a unidade), bem sequinho. Para beber, vá de chope (R$ 6,50, Brahma), tirado nos conformes. E volte para casa feliz. (Preços checados em setembro/outubro de 2013).

      Luiz Henrique Ligabue e Marcelo Cobra

    • 2012 - Participante

      Bares botecos Comer & Beber .

      O histórico endereço da Mooca perdeu em maio seu fundador, o paulistano Elídio Raimondi, grande figura dos bares paulistanos. Dessa forma, suas três filhas assumiram o controle da casa, que continua a oferecer o mais farto balcão de acepipes da cidade. A tentadora bancada chega a reunir mais de cinquenta itens nos fins de semana, como roll-mops, moela de frango, morcilla, abobrinha marinada, salsichão de vitela, marisco, alcachofra, sardela... Depois de montar o prato, mande vir um chope (Brahma) e admire as nostálgicas fotos e camisas de futebol que dão vida às paredes. A casa possui uma filial no mezanino do Mercado Municipal, na Rua da Cantareira, no centro.

      Veja SP

    • 2011 - Participante

      Bares botecos Comer & Beber .

      Estabelecimento faz parte da edição Comer & Beber 2011/2012

      Veja SP

    • 2010 - Participante

      Bares botecos Comer & Beber .

      Estabelecimento faz parte da edição Comer & Beber 2010/2011

      Veja SP

    • 2007 - Vencedor

      Bares botecos Comer & Beber .

      Aberto na Mooca em 1973, época em que alguns clientes chegavam a bordo de Gordinis e Simcas Chambord, o endereço criado pelo neto de italianos Elídio Raimondi pertence hoje à alta cúpula dos botecos paulistanos. Pela primeira vez, inclui-se entre os campeões da eleição anual promovida por Veja São Paulo. Sem exagero, pode-se dizer que há um pouquinho do Elídio em uma porção de lugares. Isso porque seu balcão de tira-gostos – o mais famoso e sortido da cidade – serviu de inspiração primeiro para o Original, em Moema, e de lá para toda a nova geração de botecos chiques. Oferece cerca de 100 itens, como roll-mops (sardinha salmourada), polvo ao vinagrete, jiló, moela de frango, tremoço, queijos, morcilla, ovo de codorna à milanesa – só clássicos de botequim. Depois de montar seu prato, repare na decoração. As fotos nas paredes contam um pouco da história do futebol paulista. Tente achar o São Paulo de 1957, de Zizinho e Canhoteiro, ou o Palmeiras de 1972, com Ademir da Guia e Leivinha. Para completar, o chope (Brahma) é dez, extraído com colarinho alto de uma bela máquina em forma de caneca.

      Veja SP

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