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Dozza

(Desde 2019)

Tipos de Comidinhas: Salgados

VejaSP:

Endereço: Rua Deputado Lacerda Franco, 604 - Pinheiros - São Paulo - SP ver no mapa

Telefone: (11) 30318050

Horário:

segunda-feira 12:00 - 22:00

terça-feira 12:00 - 22:00

quarta-feira 12:00 - 22:00

quinta-feira 12:00 - 22:00

sexta-feira 12:00 - 22:30

sábado 12:00 - 22:30

domingo - Fechado

Informações adicionais: Lugares/Capacidade total (66)

Resenha por Gabrielli Menezes

Em 1956, o filho de armênios Boos Oxoolania fundou com a mulher, Eghisapet Haroutonian, o armazém Dozza, em uma portinha de Osasco. De lá para cá, o empório, que vendia secos, molhados e esfihas, mudou muito. Após a morte do anfitrião, em 1998, as filhas gêmeas Maria Cristina e Maria Helena assumiram o negócio e o transformaram, quatro anos depois, no misto de lanchonete e restaurante Dozza. O sucesso dos salgados fez a marca expandir e chegar, em dezembro passado, à capital paulista. O quarto endereço da rede, com decoração básica e luzes brancas, fica na fronteira entre Pinheiros e Vila Madalena. Pelo salão, circulam eficientes funcionários que foram escolhidos a dedo das antigas unidades, de acordo com os sócios. É uma vantagem para o público, que, quando tem dúvida sobre um preparo ou ingrediente, recebe a informação de bate-­pronto. Especialidades locais, as esfihas abertas são produzidas diariamente na loja e têm a massa quase crocante. Levam coberturas como carne moída molhadinha com cebola (R$ 6,50) e mix de queijos (ricota, mussarela e minas frescal; R$ 6,70), que pode ser combinado a bastrmá, carne curada e seca à moda armênia, por mais R$ 1,30. Há também versões fechadas do salgado. Outra atração, o quibe cru (R$ 58,00, para três) é para ser provado junto de carne refogada e cebolinha na pétala de cebola regada de azeite. Preparados com primor, os charutinhos de folha de uva (R$ 39,00 a porção grande) têm quantidade ideal de arroz e carne no recheio e ficam ainda melhores cobertos por molho de tomate levemente picante. Uma pena o homus (R$ 29,00) ter o sabor excessivamente ácido e o pão sírio (R$ 2,50) se mostrar seco demais. As outras pedidas, porém, compensam a visita.

Informações checadas em janeiro de 2020.

    Em 1956, o filho de armênios Boos Oxoolania fundou com a mulher, Eghisapet Haroutonian, o armazém Dozza, em uma portinha de Osasco. De lá para cá, o empório, que vendia secos, molhados e esfihas, mudou muito. Após a morte do anfitrião, em 1998, as filhas gêmeas Maria Cristina e Maria Helena assumiram o negócio e o transformaram, quatro anos depois, no misto de lanchonete e restaurante Dozza. O sucesso dos salgados fez a marca expandir e chegar, em dezembro passado, à capital paulista. O quarto endereço da rede, com decoração básica e luzes brancas, fica na fronteira entre Pinheiros e Vila Madalena. Pelo salão, circulam eficientes funcionários que foram escolhidos a dedo das antigas unidades, de acordo com os sócios. É uma vantagem para o público, que, quando tem dúvida sobre um preparo ou ingrediente, recebe a informação de bate-­pronto. Especialidades locais, as esfihas abertas são produzidas diariamente na loja e têm a massa quase crocante. Levam coberturas como carne moída molhadinha com cebola (R$ 6,50) e mix de queijos (ricota, mussarela e minas frescal; R$ 6,70), que pode ser combinado a bastrmá, carne curada e seca à moda armênia, por mais R$ 1,30. Há também versões fechadas do salgado. Outra atração, o quibe cru (R$ 58,00, para três) é para ser provado junto de carne refogada e cebolinha na pétala de cebola regada de azeite. Preparados com primor, os charutinhos de folha de uva (R$ 39,00 a porção grande) têm quantidade ideal de arroz e carne no recheio e ficam ainda melhores cobertos por molho de tomate levemente picante. Uma pena o homus (R$ 29,00) ter o sabor excessivamente ácido e o pão sírio (R$ 2,50) se mostrar seco demais. As outras pedidas, porém, compensam a visita.

    Informações checadas em janeiro de 2020.