Clique e Assine a partir de R$ 6,90/mês

Rostos de obra da estação Sumaré ganham máscaras

Alex Flemming, responsável pela arte, instalou itens para passar mensagem para a população com a pandemia da Covid-19

Por Redação VEJA São Paulo 6 Maio 2020, 20h04

Os 22 rostos localizados na estação Sumaré da linha 2-Verde do Metrô passaram a usar máscaras nesta quarta-feira (6). O autor da obra, que mostra faces com versos de poesia de famosos autores brasileiros nas paredes de vidro do local, revisitou a instalação para fazer um alerta para os paulistanos.

Alex Flemming, 66, criou a obra em 1998. Partiu dele a ideia de usar a arte também como forma de conscientização para a pandemia da Covid-19. Desde segunda (4) a utilização das máscaras é obrigatória no transporte público no estado, e a partir de quinta (7) os itens se tornarão exigidos também nos espaços públicos de São Paulo.

As máscaras foram coladas pelo próprio Flemming nesta tarde. Em transmissão de vídeo pelas suas redes sociais e também em conversa com a TV Globo, ele falou sobre a ideia. “Faço isso para conscientizar a população de que é necessário todos nos usarmos máscaras. Estamos em época de pandemia. Se puder, fique em casa, mas se for necessário sair, saia de máscara”, disse.

Segundo boletim divulgado pela Secretaria Municipal da Saúde nesta quarta, a capital paulista conta com 23 807 casos confirmados da Covid-19. 1 928 óbitos ocorram pela doença no município.

 

Continua após a publicidade

Publicidade