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Bares para curtir até de madrugada em São Paulo

Selecionamos lugares para quem gosta de curtir até altas horas

Por Veja São Paulo - Atualizado em 26 abr 2017, 16h35 - Publicado em 19 dez 2012, 16h50

Botequeiro que se preze gosta de madrugar no bar. Afinal, quer coisa mais chata do que ter que acertar a conta no auge do papo (ou da paquera)? Foi pensando nesse grupo de notívagos que selecionamos os endereços abaixo.

São lugares que costumam ficar abertos até altas horas, especialmente nos fins de semana. Como os horários mudam de acordo com o dia da semana, vale ficar atento e checar antes de ir ao local. Confira a seleção:

Charles Edward: ao som ao vivo de pop rock, o pessoal de 35 anos para cima vai ao lugar com a intenção de dar uma nova chance ao amor — ou à paquera, ao menos. Quem conseguir um lugar nas concorridas mesas poderá relaxar e provar as receitas que a cozinha expede até as 3 horas da matina.

Filial: como o lugar persiste até tarde — a cozinha alcança as 3h às sextas e aos sábados —, costuma receber boêmios emigrantes de estabelecimentos menos notívagos da Vila Madalena. O chope (Brahma) custa R$ 7,90. Para confortar o estômago, a galinha afogada (R$ 42,00) vem na forma de um molhadinho arroz com lascas de frango coberto de paio.

Gim-tônica (R$ 20,00), do SubAstor: gim, água tônica, bitter de laranja, sementes de zimbro, twist de limão e laranja Felipe Gombossy/Veja SP

Genésio: aqui, o foco recai na cozinha, que funciona até 4h de sexta e sábado, expedindo sugestões bem variadas como pizzas, sanduíches e massas. Para bebericar, vá de caipirinhas (R$ 24,00 a de caju), além de alguns rótulos de vinho.

Ó do Borogodó: com um quê de Lapa carioca, o pequeno boteco lota de gente desencanada, atraída pelos shows de nomes como Anaí Rosa, Giana Viscardi e mais um bom punhado de bambas. Ninguém parece se importar com a precariedade do espaço e requebra até altas horas.

O’Malley’s: múltiplos ambientes dão forma ao longevo pub que não costuma fechar antes das 4h. O primeiro dos espaços, abaixo do nível da calçada, apresenta balcões de madeira escura, televisões ligadas em canais de esportes e torneiras de chope importado.

Bar Charles Edward: clima de pub e hits disparados por bandas de pop rock Grazi Alcova/Divulgação

St. John’s: o endereço do Tatuapé não foge à regra dos pubs irlandeses à moda brasileira. Estão lá os balcões de madeira escura, a luz baixa e o canto onde as bandas de rock se apresentam. Completam esse cenário a mesa de sinuca e uma varanda. A moçada dá preferência ao chope Heineken (R$ 14,00 o pint) e fica até as 4h nos fins de semana.

SubAstor: até às 3h, é possível bebericar no porão do Astor os drinques do barman italiano Fabio la Pietra, que se desligou da casa em setembro, mas deixou uma ótima seleção etílica como legado. O interino e ex-braço-direito, Rogério Frajola, na casa desde a abertura, executa junto da equipe pedidas como o dark & stormy (R$ 31,00), feito de rum, melado de cana e limão-taiti e finalizado com um marcante refrigerante de gengibre.

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