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Por que Sky Rojo é uma das melhores séries novas da Netflix – e ninguém viu

A trama espanhola se passa na ilha de Tenerife e traz a trajetória de três prostitutas em fuga de um cafetão

Por Miguel Barbieri Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
8 abr 2021, 10h15 • Atualizado em 9 abr 2021, 13h37
Cena da série Sky Rojo, com as atrizes Yanis Prado, Verónica Sánchez e Lali Espósito, que interpretam prostitutas
Sky Rojo: três prostitutas em fuga  (Divulgação/Divulgação)
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  • Embora seja dos mesmos criadores do hit La Casa de Papel, Sky Rojo não anda fazendo o mesmo sucesso nem aparece no top 10 da Netflix. Vale, porém, descobrir esta série que combina, deliciosamente, elementos da comédia, da aventura e do drama com ritmo dinâmico e reviravoltas entusiasmantes.

    A locação já é inusitada — a história se passa em Tenerife, a maior ilha das Canárias, que pertence à Espanha. Romeo (Asier Etxeandia, o amigo de Antonio Banderas em Dor e Glória) comanda um bordel de luxo e trata suas funcionárias com desprezo. Como encontrou um namorado, a cubana Gina (Yanis Prado) quer reaver seu passaporte e, assim, ter de volta sua liberdade longe da prostituição. Uma discussão com o chefe termina em tragédia e envolve outras duas prostitutas, Coral (Verónica Sánchez) e Wendy (Lali Espósito). As amigas, então, fogem da cena do crime e partem de carro sem rumo. No encalço delas estão dois capangas de Romeo.

    Em flashbacks, o roteiro traz o amargo passado das protagonistas e, no presente, as mulheres empoderadas enfrentam o machismo à base de contragolpes. A violência e o humor flertam com o estilo cartunesco/estilizado de Tarantino e os dramalhões, guardadas as devidas proporções, parecem extraídos de uma trama de Almodóvar. É bacana também ver a representatividade de nacionalidades do elenco, com atrizes protagonistas de Cuba e da Argentina, que se juntam uma espanhola.

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    São oito episódios curtos, com cerca de meia hora cada um. E vale os avisos: o desfecho fica em aberto e a segunda parte estreia no dia 23 de julho.

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