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Ouça agora o novo do Muse (e saiba mais sobre o disco)

Chamado por alguns de “a melhor banda de rock da atualidade” (só estamos citando, ok?), o Muse vai lançar o seu novo álbum apenas na segunda (1º). Mas eles disponibilizaram o stream do CD para quiser ouvi-lo antes da data. Se você quiser provar o disco completo, basta clicar aqui: http://youtu.be/jwmSfqsr4z4 E o que o […]

Por VEJASP Atualizado em 27 fev 2017, 12h03 - Publicado em 28 set 2012, 00h23

Chamado por alguns de “a melhor banda de rock da atualidade” (só estamos citando, ok?), o Muse vai lançar o seu novo álbum apenas na segunda (1º). Mas eles disponibilizaram o stream do CD para quiser ouvi-lo antes da data. Se você quiser provar o disco completo, basta clicar aqui:

http://youtu.be/jwmSfqsr4z4

E o que o Pop! Pop! Pop! achou do álbum?

Nota: 7,5

A cada novo disco que o trio britânico lança, uma nova polêmica começa. Foi o que aconteceu em 2009, quando o Muse soltou o antecessor de The 2nd Law, The Resistance. Na época, o “problema” era a música Undisclosed Desires, que tinha uma pegada mais pop. Os fãs das músicas mais antigas, cheias de riffs expressivos, resolveram reclamar. Mas não há quem negue: aquela canção pode ser viciante – talvez por isso já tenha sido clicada mais de 25 milhões de vezes no YouTube.

O problema desta vez é com a faixa Madness. A banda afirmou que tinha se inspirado em Skrillex – o cara do dubstep amalucado. Quando ficaram sabendo disso, os fãs de longa data se revoltaram e saíram falando as maiores atrocidades do conjunto. E não é que a mistura deu certo? Acompanhe abaixo o clipe da música:

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[youtube https://www.youtube.com/watch?v=Ek0SgwWmF9w?feature=oembed&w=500&h=281%5D

O que vale destacar no trabalho do Muse é a facilidade com que os três conseguem adaptar os mais diversificados gêneros musicais a seu estilo. Dubstep é a bola da vez, mas é impossível saber o que virá no próximo trabalho do grupo. Apesar de louvável o interesse da banda em experimentar, as guitarras poderosas e a bateria pesada acabam ficando em segundo plano.

Deslizes à parte, o trio  reafirma o que todos sabíamos: eles sabem o que estão fazendo. O CD soa épico. Assim como a música que compuseram especialmente para as Olimpíadas, Survival.

A maior novidade talvez fique por conta da voz de Chris Wolstenholme, o baixista do grupo. Quem conhece o Muse sabe que boa parte da fama da banda fica por conta dos agudos que Matt Bellamy alcança. É a primeira vez que Wolstenholme assume os vocais, em duas músicas bem resolvidas: Save Me e Liquid State. É estranho? É. Mas o cara assume bem a função.

Apesar do bom resultado, ainda dá para sentir saudades do Muse do começo dos anos 2000. No palco, no entanto, The 2nd Law deve funcionar muito bem.

(Tatiane Rosset)

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