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Livro reconstitui a história do Butantã, que serviu de passagem para antigos colonizadores

Resultado de uma pesquisa sobre o desenvolvimento da tradicional região da Zona Oeste, o livro Butantã — Um Bairro em Movimento (Versal Editores, 166 páginas, 45 reais) retrata a gradativa transformação de uma zona rural em movimentada área urbana, ao longo do século passado. Essa trajetória é narrada por meio de depoimentos de moradores e […]

Por VEJA SP
Atualizado em 25 fev 2017, 20h37 - Publicado em 16 dez 2016, 16h54
Foto aérea da região, ainda pouco habitada, em 1950: a chegada da USP, na década seguinte, atraiu mais moradores (Foto: Estado Maior das Forças Armadas/ Acervo Companhia City de Desenvolvimento)

Foto aérea da região, ainda pouco habitada, em 1950: a chegada da USP, na década seguinte, atraiu mais moradores (Foto: Estado Maior das Forças Armadas/ Acervo Companhia City de Desenvolvimento)

Resultado de uma pesquisa sobre o desenvolvimento da tradicional região da Zona Oeste, o livro Butantã — Um Bairro em Movimento (Versal Editores, 166 páginas, 45 reais) retrata a gradativa transformação de uma zona rural em movimentada área urbana, ao longo do século passado. Essa trajetória é narrada por meio de depoimentos de moradores e frequentadores do local e mais de 100 imagens, entre antigas e atuais, produzidas pelo fotógrafo Edu Simões.

A história do Butantã — “terra dura” em tupi — remonta aos séculos XVI e XVII, época em que a área às margens do Rio Pinheiros servia como rota de passagem para bandeirantes e jesuítas em direção ao interior do país. O local, no entanto, permaneceu quase desabitado até o século XIX, quando passou a ser ocupado por pequenos agricultores brasileiros e imigrantes.

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Essa “colonização” ganharia um intenso incremento com a chegada de importantes instituições da capital, principalmente o Instituto Butantan (1901) e a Cidade Universitária da Universidade de São Paulo (1968). Mais recentemente, o bairro recebeu outras transformações, como a inauguração de uma estação da Linha 4-Amarela do metrô, em março de 2011.

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