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A Tal Felicidade Saúde, bem estar e alegria para os paulistanos

O lugar de ser feliz!

A jornalista e terapeuta sistêmica lhe pergunta: o que você escolheria ser, ter ou fazer para viver permanentemente feliz?

Por Tânia Viégas, em depoimento a Helena Galante Atualizado em 4 ago 2022, 17h06 - Publicado em 5 ago 2022, 06h00

O que você escolheria ser, ter ou fazer para viver permanentemente feliz? Pense. Eleja ainda quais pessoas seriam parte dessa felicidade. Será mesmo que esse lugar de satisfação plena está condicionado aos requisitos da realização? Distante de ser um objetivo a conquistar, sentir-se feliz pode ser mais simples, mais fácil e mais rápido.

+ Será que a idade é um fator importante para a felicidade?

Mesmo que você considere isso uma ilusão, o convido a refletir sobre essa possibilidade. Algumas novas escolhas podem facilitar mais felicidade, paz e harmonia.

De início, deixemos de lado qualquer “lista de felicidade”. ela é sempre farta de desejos. cabem nela um amor idealizado, casas, viagens, dinheiro, encontros, família, poder, prestígio, sucesso, tudo. Pensemos na felicidade apenas como um “lugar ensolarado, com sombra e água refrescante”.

Para o filósofo Schopenhauer, “viver é sofrer”.

+ Um mundo melhor se constrói no plural

Isso porque, segundo ele, há sempre um obstáculo entre o desejo e seu fim realizado. É assim que, desviados da alegria, somamos, dia a dia, perdas que geram desânimos e nos fazem acumular angústias que, muitas vezes, atuam para nos tirar as forças e a esperança.

Então, como alcançar a plenitude apesar dos obstáculos? Como transformar os entraves em combustível de vontade e alimento com gosto de felicidade?

Claro, saúde mental é imprescindível. São abundantes as abordagens, opções de tratamento e terapias que, com ou sem medicamentos, nos impulsionam a seguir em frente. De preferência com um sorriso na face (e, nem sempre, na alma).

+ Meditação e ultramaratonas

Para transformar as situações em força de vida, a condição é voltar a própria atenção para si. Ouvir-se e, pelo coração, reconhecer medos e culpas guardadas. Reconciliar-se com a própria história e ressignificar ressentimentos. Enamorar-se de você é uma conquista que depende do tamanho da vontade de ser feliz e, principalmente, do consciente reconhecimento do que não se quer mais.

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Com um basta, inicia-se no aprendizado do sentir-se como se quer ser. e, olha, a máxima é verdadeira: “Você pode ser o que você quiser”. inclusive, você mesmo.

Então, convido você a fechar os olhos e, sem medo do que vai encontrar no próprio silêncio, limpar seus sentimentos calados. Desarmar-se emocionalmente reconhecendo-se como aprendiz em evolução. Esteja atento ao tempo presente. Faça dele seu grande aliado para escolher o que lhe faz bem, em primeiro lugar. Existe, sim, um lugar de ser feliz que, quando acessado, se expande para tudo a nossa volta.

+ Comunicação clara faz a vida bela

Nesse lugar, os julgamentos abandonam a mente e o ser flui com alegria. Nesse lugar interno, que para mim eu o localizo no coração, é onde aprendemos a cuidar da nossa alma. Passamos então a nos amar, a nos ouvir e assim saímos fortalecidos. É de lá que brota a força da escolha coerente com nossos desejos e que atrai tudo o que nos faz sentir bem e feliz.

Sacode a poeira e reanima seus sorrisos guardados. Reacende a esquecida pureza de alma. E caminha de mãos dadas em sua melhor companhia.

Você ainda vai me contar que é doce a solidão absoluta do silêncio. E que nesse espaço infinito do universo, em cada ponto, em cada som, cada novo ser que você encontra, em cada objeto desejado e em seu sentir você vive a vida como um ser único, perfeito e feliz. Nesse lugar, todos nós nos encontramos.

Selfie de Tânia Viégas sorrindo
Tânia Viégas, jornalista e terapeuta sistêmica, é também idealizadora do luminarium — congresso de ciência, consciência e espiritualidade, que acontece em formato híbrido, de 12 a 14 de agosto. Informações em congressoluminarium.com.br. Arquivo Pessoal/Divulgação

A curadoria dos autores convidados para esta seção é feita por Helena Galante. Para sugerir um tema ou autor, escreva para hgalante@abril.com.br

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Publicado em VEJA São Paulo de 10 de agosto de 2022, edição nº 2801

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