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Ilustradores e artistas traduzem em obras expectativas para 2021

Saiba quais foram os votos para o novo ciclo do grupo selecionado pela VEJA SÃO PAULO

Por Tatiane de Assis Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 8 jan 2021, 16h06 - Publicado em 8 jan 2021, 06h00

> Tempo de Renascer

“Plantar sementes e colher mudanças”, essa é a expectativa da gaúcha @gabeebrandao, autora da ilustração esperança (abaixo; 2021).

Esperança (2021): obra de Gabee Brandão
Esperança (2021): obra de Gabee Brandão (Gabee Brandão/Divulgação)

 

> Linhas Soltas

A Espera Vai Se Condensar Em Arrebatamento (abaixo; 2021), da paulistana Larissa Gonçalves (@meadasemeandros), não deixa que a estabilidade da grade que a compõe paralise o movimento das linhas que a atravessam. “Através das miudezas do trabalho têxtil, a obra comunica a potência da espera, que quando se condensa reúne forças num mesmo sentido”, delineia Larissa em sua mensagem para esse novo ciclo.

A Espera Vai Se Condensar Em Arrebatamento (2021): estabilidade ao vento
A Espera Vai Se Condensar Em Arrebatamento (2021): estabilidade ao vento (Benedito Barbosa/Divulgação)

> Em Pedaços, Mas Inteira

Se escritores e bandeirantes têm seus bustos espalhados por parques da cidade, a carioca @marcelascheid prefere homenagear a mulher comum, com suas dúvidas e coragem, na ilustração Incerto (abaixo). É um brinde sem romantismo a 2021.

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Incerto (2021): navegando pelas dúvidas com Marcela Scheid
Incerto (2020): navegando pelas dúvidas com Marcela Scheid (Marcela Scheid/Divulgação)

> Em Busca Das Raízes

A piauiense @_monica.barbosa, radicada em São Paulo, carrega para 2021 a tela Somos (abaixo; 2020), em que o céu e a terra se encontram e a natureza não está alijada do corpo humano. “O encontro com nossas partículas ancestrais é uma carta- convite para esse novo começo”, defende a artista.

Somos (2020): em busca das raízes em 2021
Somos (2020): em busca das raízes em 2021 (Benedito Barbosa/Divulgação)

> Heróis Diversos

Tebas (abaixo.; 2020) é uma escultura na Praça da Sé em homenagem ao arquiteto Joaquim Pinto de Oliveira (1721-1811), que carregava esse apelido e tem tido sua produção reconhecida de forma póstuma. “Essa obra traz a mensagem do protagonismo negro, que é fundamental para o ano de 2021”, afirma um dos idealizadores, o artista @lumumba_afroindigena.

Tebas (2020): escultura de Lumumba Afroindígena
Tebas (2020): escultura de Lumumba Afroindígena (Marcel Farias/Divulgação)

> Não Tem Mágica

O bordado da mineira Lorena Rosa (@corralolocorra), feito em 2020, é um papo reto e poético para 2021. Pode se referir tanto àqueles que negam a pandemia de coronavírus quanto àqueles que não se deixam convencer da necessidade de mudança.

Bordado de Lorena Rosa: mensagem costurada
Bordado de Lorena Rosa: mensagem costurada (Lorena Rosa/Divulgação)
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