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YouTube suspende canal da Alesp por desinformação sobre Covid

Durante uma audiência, deputado Douglas Garcia exibiu documentário que critica medidas de lockdown e uso de máscara

Por Redação VEJA São Paulo 29 jun 2022, 17h08

O YouTube suspendeu por sete dias o canal da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) por conta de informações incorretas sobre a Covid-19, após a exibição do documentário “Lockdown, uma história de desinformação e poder” pelo deputado Douglas Garcia (Republicanos) durante uma audiência.

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A suspensão foi aplicada na última segunda-feira (27). Por conta disso, a sessão plenária da Alesp realizada na última terça (28) não foi exibida, bem como nenhum conteúdo foi publicado no canal da Casa Legislativa nesta quarta (29).

Os vídeos já enviados seguem disponíveis, mas novos envios estão bloqueados. O vídeo em que o documentário foi reproduzido foi derrubado.

A Alesp já pediu a liberação do canal, e o YouTube analisa. A plataforma fixa que “todos os conteúdos no YouTube precisam seguir nossas Diretrizes de Comunidade“. Os vídeos são analisados por inteligência artificial, revisores humanos e também podem ser passíveis de denúncias de usuários “para identificar materiais com conteúdo suspeito e manter a comunidade da plataforma segura”.

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O documentário exibido pelo deputado tem críticas à política de isolamento social e uso de máscaras adotado por diversas cidades do Brasil e do mundo para conter a pandemia da Covid-19.

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Garcia criticou a medida do YouTube durante a sessão da Alesp na última terça, uma crítica que foi replicada em suas redes sociais. O parlamentar disse que já havia sido notificado para não publicar materiais antivacina, mas que, neste caso, não houve nenhum discurso contra os imunizantes da Covid.

“O documentário que foi reproduzido aqui na Assembleia Legislativa nem sequer cita a palavra vacina, então a forma como o YouTube simplesmente bloqueou todo conteúdo da rede Alesp, transmissão de qualquer coisa, foi de uma maneira ditatorial, nojenta, censuradora do Legislativo paulista”, afirmou o deputado.

Ele ainda disse ter feito um requerimento na Comissão dos Direitos do Consumidor para convocar representantes da plataforma para se pronunciarem.

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