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Por segurança, Uber testa ferramenta para gravar trajetos em São Paulo

As imagens são salvas criptografadas; projeto piloto começa com um grupo reduzido de motoristas na cidade

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 20 abr 2021, 11h25 - Publicado em 20 abr 2021, 11h23

A Uber começou a testar a partir desta segunda-feira (19) uma ferramenta que irá gravar as viagens feitas pelo aplicativo. Ela funcionará através de um outro app que usará a câmera do próprio celular do motorista e não será obrigatória no período de testes. 

Diretora-geral da Uber no Brasil, Claudia Woods afirma que a empresa definiu segurança como sua prioridade. “Queremos entender se essa tecnologia de gravação de imagens pode contribuir para que motoristas parceiros e usuários tenham ainda mais tranquilidade, claro que sempre respeitando as normas de privacidade”, disse. 

Atualmente, já existe um recurso de gravação por áudio que permanece salva criptografada no celular do motorista, sem que ele ou o passageiro tenham acesso ao conteúdo. O recurso de vídeo funcionará da mesma forma. Após as viagens, o arquivo ficará armazenado com a empresa responsável pelo aplicativo de gravação. Se for necessário o uso de imagens ou áudio para prestar uma reclamação de segurança, é possível solicitá-los, mas só a Uber poderá acessá-los, podendo concedê-los apenas às autoridades. 

O projeto piloto começa com um grupo reduzido de motoristas na cidade São Paulo. A participação é opcional, com o profissional podendo abdicar dela a qualquer momento. Os usuários que solicitarem viagens a serem gravadas serão avisados e terão a opção de cancelar o pedido. 

A ferramenta também está sendo testada em outros municípios do estado paulista, como Ribeirão Preto, São José dos Campos, Sorocaba e Campinas. 

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