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Suspeito de matar PM da Rota nega o crime e aponta outro responsável

Erickson David Silva disse à polícia que comprava entorpecentes quando viu um homem atirando

Por Redação VEJA São Paulo Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
2 ago 2023, 10h53 • Atualizado em 2 ago 2023, 13h58
um homem olhando para a câmera
O suspeito Erickson David Silva (Reprodução/Reprodução)
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  • Erickson David Silva, suspeito de matar um PM das Rondas Ostensivas Tobias Aguiar (ROTA) na Baixada Santista, negou à Polícia Civil ser o autor do crime. Ele apontou que o responsável é um homem chamado Marco Antonio, que tem o apelido de Mazaropi. Os dois estão presos. As informações são do g1. 

    Segundo o depoimento de Erickson, na noite do crime ele estava em uma “biqueira” (ponto de venda de drogas) no Morro da Vila Julia, e lá estava Mazaropi armado com uma pistola 9mm preta com cabo marrom. Erickson disse que comprava entorpecentes quando Mazaropi viu a polícia e atirou. Ele disse, então, que correu para casa, onde estava sua companheira, e depois passou dois dias na casa de uma parente, até ver que sua foto passou a ser divulgada pela mídia e um advogado o aconselhou a se entregar.

    Já Mazaropi, que acabou preso enquanto estava na casa de um familiar, disse à polícia que vendia drogas na região há um mês e meio. Ele afirmou que Erickson era o “segurança” da biqueira e portava uma pistola 9mm preta com cabo marrom. Em dado momento, Erickson teria gritado “A Rota!” e passado a atirar.

    Os dois trazem desavenças do passado, já que Erickson disse em depoimento que Mazaropi enviava mensagens “dando em cima” de sua companheira.

    A Vejinha pediu um esclarecimento sobre o caso para a Secretaria de Segurança Pública (SSP), que não comentou o assunto.

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    Outro suspeito

    Na madrugada desta quarta (2), a polícia prendeu Kauãn Jason da Silva, irmão de Erickson e considerado o último suspeito da morte do PM Reis. Ele trabalharia na mesma biqueira que Mazaropi e Erickson.

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