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Contra fraudes, SPTrans limita número de recargas de bilhete único antigo

A mudança começa na próxima sexta (1). Entenda

Por Estadão Conteúdo 30 jan 2019, 14h43

Diariamente, cambistas ficam em passarelas do metrô e ônibus anunciando a compra de Bilhete Único (BU). Chegam a dizer que “pagam bem pelo bilhete“. Para reduzir o número de fraudes, a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes (SMT) e a SPTrans vão ampliar o combate à fraude no Bilhete Único.

A partir desta sexta (1), haverá limite de crédito do tipo comum em qualquer cartão do BU sem personalização, ou seja, sem dados pessoais impressos, além de modelos de estudante e Vale Transporte emitidos até 2013.

“A medida tem como objetivo restringir o acesso de fraudadores ao Bilhete Único e a comercialização irregular de créditos e cartões, prática criminosa que onera o sistema municipal de transportes e o cidadão paulistano”, destacou a nota.

A SMT publicou duas portarias nesta quarta (30). A primeira estabelece o limite de créditos e a segunda determina que a SPTrans cancele cartões flagrados contendo recargas irregulares ou ilícitas e comunique a polícia.

Com a mudança, a partir de fevereiro, esses modelos de cartões aceitarão, no máximo, cargas de dez tarifas (43 reais no valor atual). Hoje o limite de créditos comuns é de 350 reais.

Quem tiver saldo acima de 43 reais em um desses três modelos de bilhete terá quatro meses para utilizar esses créditos. Após esse período, os cartões com carga acima deste valor não serão mais aceitos em todo o sistema. Para recuperar o saldo restante em caso de não utilização, o passageiro deverá solicitar um novo cartão.

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