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SP retomará aulas presenciais em universidades e escolas técnicas em agosto

As instituições de ensino poderão receber presencialmente até 60% do total de alunos; cursos da saúde poderão receber 100% dos estudantes

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 7 jul 2021, 13h29 - Publicado em 7 jul 2021, 13h20

A volta das aulas presenciais nas universidades e nas escolas de ensino técnico no estado de São Paulo serão retomadas a partir de 2 de agosto, anunciou nesta quarta-feira (7) o governador João Doria (PSDB). As instituições de ensino poderão receber presencialmente até 60% do total de alunos. Cursos da área da saúde poderão funcionar com 100% dos estudantes, como Saúde Coletiva, Saúde Pública e Medicina Veterinária.

O início das aulas presenciais no ensino técnico e superior deve ocorrer antes da vacinação contra Covid-19 de jovens com idade de 18 a 24 anos, que compõem boa parte dos estudantes dessas categorias. Em coletiva de imprensa, Doria anunciou que a imunização da população será antecipada mais uma vez com a aquisição de mais vacinas, mas não deu as novas datas.

Medidas para a Educação

O governo de São Paulo alterou as regras para as aulas presenciais no estado nesta quarta-feira (7). Novas determinações foram publicadas no Diário Oficial. O governador já havia antecipado algumas dessas mudanças em junho. 

Entre as medidas, foi mantida a obrigatoriedade do uso de máscaras, distribuição de álcool em gel e medição de temperatura. Elas são válidas para todas as instituições de educação, do ensino infantil até o médio, públicas e privadas. 

O distanciamento atual entre os frequentadores ficou estabelecido em, no mínimo, 1 metro e é necessário estabelecer escalonamento nos intervalos e horários de entrada e saída. Outra mudança é em relação a capacidade de estudantes recebidos: as instituições farão o cálculo em relação a capacidade estrutural das escolas, podendo receber até 35% diariamente. 

Ainda de acordo com o Diário Oficial, o ensino superior deve seguir as restrições de ocupação indicadas para o setor de serviços. Logo, essas instituições, com exceção para os cursos da área de Saúde, podem receber, no máximo, 40% de sua capacidade física e seguir os mesmos protocolos de segurança.

Outra determinação é que todas as instituições de ensino façam monitoramento constante de casos suspeitos de Covid-19, seguindo orientações do Ministério da Saúde, Anvisa, Secretaria de Saúde do estado e também as recomendações do Centro de Contingência do Coronavírus. 

Somado a isso, em junho a gestão estadual também adquiriu 3 milhões de testes de Covid-19 destinados para profissionais de educação e alunos. Eles serão aplicados em parceria com as secretarias municipais da Saúde principalmente em casos sintomáticos.

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