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Os vereadores que votaram contra PL que prevê entrada de pets em hospital

A medida, aprovada pela Câmara, tem o objetivo de auxiliar no tratamento dos pacientes

Por Redação VEJA São Paulo 20 jul 2018, 19h24

Em fevereiro, o então prefeito João Doria sancionou o projeto de lei 355/2017, que permite a entrada de animais em hospitais públicos para visitar pacientes.

De acordo com a determinação, os bichos deverão ser transportados em caixas e, no caso de cães e gatos, precisarão de guias presas por coleira. Cada hospital deve criar seu próprio procedimento para organizar o tempo e o local de permanência dos animais durante a visitação.

Será necessário ainda que os bichos estejam com a vacinação em dia e higienizados; essas condições precisam ser comprovadas por meio de um laudo do veterinário. A entrada do animal no hospital vai depender da permissão da comissão de infectologia da instituição. “Quando o paciente está no hospital, muitas vezes ele tem em seu animal de estimação um refúgio de carinho e alegria”, diz o vereador Rinaldi Digilio (PRB), autor do projeto.

A segunda votação em plenário, no dia 14 de dezembro, foi simbólica, e os nomes de quem aprovou a medida não foram registrados. Sabe-se, no entanto, que dos mais de trinta vereadores presentes, sete foram contrários.

Quem votou contra:

Alfredinho (PT)
Antonio Donato (PT)
Aurélio Nomura (PSDB)
George Hato (PMDB)
Natalini (PV)
Patrícia Bezerra (PSDB)
Toninho Vespoli (PSOL)

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