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Ônibus da Grande SP recebem revestimento com tecnologia antiviral

Tecido dificulta permanência de vírus como o da Covid-19 nas superfícies, diz empresa

Por Redação VEJA São Paulo 29 out 2020, 14h48

A Secretaria de Transportes Metropolitanos apresentou na quarta-feira (28) doze ônibus com tecnologia antiviral. A frota faz parte dos veículos gerenciados pela EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos), que ligam cidades da Região Metropolitana à capital. Os bancos, barras de apoio e as catracas foram revestidos com um tecido que, segundo a empresa que produz os itens, tem ação antibacteriana e antiviral, “inclusive contra micro-organismos envelopados, como são classificados os vírus influenza e os coronavírus”.

Os coletivos que receberam o revestimento são da Viação Osasco. Outros 200 veículos que atendem outras regiões devem receber o equipamento. “À medida que a população volta a circular e a utilizar o transporte público, precisamos cada vez mais de iniciativas que busquem dar mais segurança às pessoas no combate à Covid-19 e a outras doenças”, disse o vice-governador do estado, Rodrigo Garcia, durante coletiva de imprensa.

De acordo com a Chroma Líquido, responsável pela tecnologia, os tecidos são certificados pela Unicamp e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas, que “testaram a resistência física do produto e a eficiência antibacteriana e antiviral”.

“Com esta tecnologia, vamos trazer mais segurança para o passageiro e ajudar a controlar a disseminação do coronavírus, diminuindo em 99,99% as chances de contaminação cruzada”, afirmou o secretário de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy.

A contaminação cruzada ocorre quando um infectado deposita em uma superfície o vírus e na sequência, uma pessoa não-infectada toca o local, correndo risco de contrair a doença. O investimento é de cerca de 7 000 reais por ônibus.

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