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O novo charme de Perdizes

Um dos bairros mais tradicionais da cidade se transforma com movimento engajado de moradores e comerciantes por mais qualidade de vida

Por Abril Branded Content 27 nov 2017, 13h14

Perdizes sempre foi um bairro visado para morar: o charme das praças, dos pequenos comércios e da vida tranquila o torna um dos mais tradicionais de São Paulo. Mais recentemente, porém, o bairro começou a se transformar. Novas lojas, bares, restaurantes, prédios e espaços culturais descolados chegam com propostas mais ousadas, mas sem desconsiderar a história, a personalidade e o que Perdizes já tinha de bom. A Horta da Vila Pompeia e a Praça da Nascente são exemplos desse novo movimento: os próprios moradores do bairro cuidam do espaço público e até fazem aulas de tai chi chuan na praça. Também acontece uma reunião de tricô para moradores de rua ao som ao vivo dos Trovadores Urbanos.

No que diz respeito a moradia, um estilo que já conquistou cidades do mundo todo tem transformado Perdizes para melhor: a arquitetura autoral. Por meio dela, arquitetos e urbanistas traduzem a sua maneira de ver a cidade e de colaborar para a qualidade de vida dos habitantes. “Hoje, as pessoas estão mais preocupadas em morar em espaços agradáveis. Já que vão investir em um imóvel, não querem mais viver naquele mesmo prédio padronizado, que não leva o entorno em consideração”, diz Fernando Forte, arquiteto do escritório FGMF, responsável por projetos diferenciados, como a Japan House e o empreendimento Aruá, em Perdizes, construído em parceria com a Idea!Zarvos.

Além de aproximar a beleza da arquitetura contemporânea e a região, o Aruá é um exemplo de empreendimento imobiliário fora da caixa e que traz arte e inovação para as construções. Totalmente personalizado para o terreno onde está inserido, na Rua Cajaíba, possui quatro blocos diferentes em um só prédio, seguindo um sistema de encaixe em espiral. Por isso o nome Aruá, que significa “grande caracol” em tupi-guarani. “O resultado disso é um jogo de volumes que configura o espaço público e cria uma experiência visual única. Essa estrutura também proporcionou terraços inusitados, coberturas em vários níveis e apartamentos com jeito de casa, mas com vista privilegiada”, conta Forte, que também ajudou a conceber a icônica reforma do prédio onde foi inaugurado o centro cultural Japan House.

E é exatamente este um dos diferenciais do Aruá: quem compra o apartamento também escolhe a fachada, cada uma com um revestimento diferente. Pensado para públicos distintos, as plantas do empreendimento variam muito de tamanho – os apartamentos têm entre 136 e 170 metros quadrados e as quatro coberturas têm entre 216 e 571 metros quadrados. Na área comum, o empreendimento conta com piscina, sala de ginástica, salão de festas, sala de brincar e jardim.

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