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Reaberto em julho, museu resgata a memória do bairro do Bixiga

O acervo conta com cartas de brasileiros que lutaram na Itália durante a II Guerra Mundial e objetos pessoais de Adoniran Barbosa

Por Guilherme Queiroz 24 ago 2018, 06h00 | Atualizado em 14 fev 2020, 15h59
Museu Bixiga
Amolador de facas: uma das peças do museu (Divulgação/Veja SP)
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Criado em 1981, o Museu Memória do Bixiga é fruto de uma iniciativa do produtor cultural Armando Puglisi, que pretendia montar um acervo para contar o cotidiano dos moradores do bairro da região central. A princípio, Puglisi manteve os artigos expostos em sua casa, na Rua dos Ingleses. Mas, ao ver a coleção aumentar, decidiu, em 1987, converter um imóvel abandonado na mesma via em sede do museu. Utilizado de forma irregular por vários anos, o local só teve sua situação legalizada em 2006. Com a morte de Puglisi, em 1994, o espaço foi recebendo cada vez menos atenção e acabou fechando as portas em 2002. Recentemente, moradores do bairro começaram uma luta para reabrir o museu, o que ocorreu por fim em 29 de julho último. No curioso acervo da instituição há cartas de brasileiros que lutaram na Itália durante a II Guerra Mundial, artefatos da Revolução Constitucionalista de 1932 e objetos pessoais do compositor Adoniran Barbosa. A entrada é gratuita.

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