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Limite de transferência no Pix à noite passa a valer nesta segunda (4)

Cliente só poderá transferir até mil reais das 20h às 6h, medida criada para conter golpes recentes

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 3 out 2021, 19h03 - Publicado em 3 out 2021, 18h59

O Banco Central criou um pacote de novas regras para garantir mais segurança nas transações por meio do Pix. A principal delas, que é o limite de transferência de valor no período da noite, vale a partir desta segunda (4). As demais vão entrar em vigor no dia 16 de novembro. O limite estabelecido para transferência é de R$ 1 000, no horário das 20h às 6h. As informações são do jornal Agora.

A regra é para as transações entre pessoas físicas, incluindo os MEIs (microempreededores individuais).

Também será possível pedir a ampliação, mas esse tipo de alteração não será automática —também como medida de segurança para inibir, por exemplo, sequestro-relâmpago— e o banco terá entre 24 e 48 horas para atender o pedido. Outra medida de segurança é a possibilidade de cadastro de contatos que poderão receber Pix acima de R$ 1 000 a qualquer hora do dia. Neste caso, a alteração também só vale após 24 horas do pedido.

No final de dezembro de 2020, havia 56 milhões de usuários de Pix, segundo o BC. No final de agosto de 2021, último balanço divulgado, são 106,6 milhões.

O aumento se deve à praticidade. O Pix não tem tarifa, é concluído na hora e quem manda o dinheiro só precisa da chave do favorecido. Com isso,  também acabou atraindo golpistas.

Dica para ter mais segurança é conferir dados antes da transação

Antes de usar o Pix para mandar dinheiro para alguém, é importante seguir algumas precauções, como orienta Ricardo Hiraki, analista financeiro e diretor da Plano, Fintech de Educação Financeira. “Tem que conferir quem é o destinatário e sempre desconfiar de pedidos de dinheiro urgente”.

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Segundo ele, os golpistas contam histórias que, geralmente, “deixam a gente ansioso e aflito para ajudar”.

Outra dica é entrar em contato com o amigo ou parente que “pede” a grana, por telefone, para confirmar se a mensagem é real.

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