Clique e Assine a partir de R$ 12,90/mês

Ladrões fingem ser membros de hospital para testar Covid-19 e roubam casas

Instituição recebeu denúncias de pacientes que buscavam atendimento domiciliar

Por Redação VEJA São Paulo 18 mar 2020, 18h10

O Hospital Israelita Albert Einstein, na Zona Sul, emitiu um alerta nesta quarta-feira (18) sobre um golpe que alguns dos pacientes da instituição sofreram nos últimos dias. De acordo com o Einstein criminosos divulgaram na internet um telefone falso para quem procura exames residenciais para o coronavírus (Covid-19).

Relatos recebidos pela instituição apontam que o paciente é abordado pelo Whatsapp e, via aplicativo, agenda a visita. Quando a suposta equipe chega ao local, anuncia um assalto. O hospital chamou atenção para a forma como seus funcionários são identificados. “Se você pedir o serviço do ‘Einstein Até Você’, confira sempre a identificação da equipe. Não fazemos mais agendamentos por Whatsapp”, diz o texto.

Pandemia de coronavírus

Nesta terça-feira a cidade de São Paulo chegou a três mortes por coronavírus. As duas últimas vítimas fatais estavam internadas no Hospital Sancta Maggiore e tinham 65 e 80 anos de idade. A mais nova tinha problemas de saúde anteriores, o que se agravou com a contaminação pelo coronavírus.

Na terça (17) o estado havia registrado a primeira morte pela doença na mesma rede de hospital. Existem ainda outra morte em investigação pela Prevent Senior. O paciente tinha 62 anos de idade e estava internado na unidade Paraíso do Hospital Sancta Maggiore. Ele tinha um quadro anterior de diabetes e hipertensão. A vítima teve sintomas do coronavírus no dia 10 de março, foi internada na UTI no dia 14 e morreu no dia 16.

  • Continua após a publicidade
    Publicidade