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Índices de isolamento praticamente não mudam com megaferiado

Com intuito de conter a circulação de pessoas nas ruas de São Paulo, prefeito antecipou datas comemorativas

Por Redação VEJA São Paulo 30 mar 2021, 12h37

Os índices de isolamento na cidade de São Paulo praticamente não diminuíram nesta semana de feriados antecipados. O prefeito Bruno Covas (PSDB) decretou um megaferiado na cidade de São Paulo entre 26 de março até o dia 4 de abril com o intuito de conter a circulação de pessoas nas ruas da cidade, diminuindo assim o contágio do coronavírus. Porém, a antecipação das datas não demonstrou efetividade nessa estatística.

Na capital, na última sexta-feira (26), primeiro dia do megaferiado, o índice de isolamento foi de 42%, exatamente o mesmo registrado no dia 19, uma semana antes. No sábado e domingo, os índices foram 45% e 50% respectivamente, caindo nos dois dias um ponto percentual em relação à semana anterior. 

No estado, no primeiro dia do megaferiado, sexta-feira (26), o índice de isolamento ficou em 43%, o mesmo registrado no dia 19. No final de semana, somente sábado teve uma alteração na porcentagem, com uma queda do isolamento de 47% para 46%. 

Durante a primeira semana da fase emergencial, a adesão ao isolamento variou entre 43% e 44% durante o período de 16 até 23 de março, com exceção do final de semana: no sábado e no domingo, o nível percentual chegou a 47% e 51%, respectivamente.

Recorde de óbitos

Nesta terça-feira (30), o estado de São Paulo bateu um novo recorde de mortes por Covid-19 em 24 horas: 1.209 óbitos. O maior registro havia sido na última sexta-feira (27), com 1.193 vidas perdidas. É a quarta vez que o estado passa de mil mortes registradas em um dia.

São Paulo chegou a 73.492 mortes em decorrência da doença. Nesta terça, também foram registrados 21.360 novas infecções por Covid, totalizando 2.446.680 casos confirmados. A fase emergencial do Plano São Paulo foi estendida na última sexta-feira até o dia 11 de abril.

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