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Hospital demite médica que vazou exames de Marisa Letícia

Ex-primeira-dama está internada desde o dia 24 de janeiro

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 3 fev 2017, 08h33 - Publicado em 3 fev 2017, 08h30

O Hospital Sírio-Libanês demitiu a médica Gabriela Munhoz, acusada de divulgar via WhatsApp resultados de exames da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva.

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) abriu uma sindicância para a apurar se houve violação ao código de ética por parte da profissional.

Segundo o jornal O Globo, a médica publicou em um grupo do aplicativo de mensagens detalhes sobre o diagnóstico da esposa do ex-presidente Lula. 

  • Em nota, o Sírio-Libanês afirma que repudia a quebra do sigilo médico. “O Sírio-Libanês tem uma política rígida relacionada à privacidade de todos os seus pacientes e repudia a quebra do sigilo de pacientes por qualquer profissional de saúde. Por não permitir esse tipo de atitude entre seus colaboradores, a instituição tomou as medidas disciplinares cabíveis em relação à médica, assim que teve conhecimento da troca de mensagens”.

    A ex-primeira-dama está internada no hospital desde o dia 24 de janeiro, após sofrer um acidente vascular cerebral. Na manhã de quinta (2), os médicos descobriram ausência de circulação sanguínea no cérebro da paciente e iniciaram um procedimento de retirada da sedação para que, em 24 horas, o protocolo para detecção de morte cerebral seja cumprido.

     

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