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As inusitadas gangues de São Paulo

Idosas, loiras e crianças formam grupos para cometer crimes na cidade

Por Mauricio Xavier [com reportagem de Flora Monteiro e Nathalia Zaccaro] - Atualizado em 5 dez 2016, 17h17 - Publicado em 31 mar 2012, 12h43

Nos últimos meses, os paulistanos acompanharam a proliferação de inusitados grupos de ladrões, seja pelas características dos integrantes, seja pelo modo de ação, como arrebentar vitrines com um veículo.

Gangue das vovós: há duas semanas, um trio de senhoras furtou mercadorias de uma padaria de Moema e surrupiou o cartão de crédito da bolsa de uma cliente.

Gangue das loiras: na ativa desde 2008, as seis mulheres (só uma morena) se especializaram em sequestros-relâmpago.

Gangue das garotas: cerca de quinze crianças promoveram arrastões no comércio da Vila Mariana até o fim do ano passado.

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Gangue da marcha a ré: destruiu vitrines de lojas com a traseira de carros para levar produtos.

Gangue do Rolex: por três anos, a quadrilha cooptou menores de idade para roubar relógios de luxo e celulares no Itaim; foi presa em 2011.

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