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SP Reage: especialistas falam sobre as oportunidades da crise

Os principais destaques dos convidados das lives da Vejinha

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 12 nov 2020, 19h06 - Publicado em 13 nov 2020, 06h00

Laura Karpuska, economista

“Os candidatos, especialmente na véspera da eleição, vão sempre evitar qualquer discussão sobre uma possível mudança tributária. Mas são coisas que temos de discutir em São Paulo: se queremos um ISS progressivo ou uma questão bastante polêmica, que é o pedágio urbano.”

Laura Karpuska Divulgação/Divulgação

Tiago Alves, CEO da Regus

“Trabalho deixou de ser sobre onde você precisa estar porque a empresa quer que você esteja e passa a ser onde eu preciso estar para ser produtivo.”

Tiago Alves Divulgação/Divulgação

Marcos Lisboa, economista e presidente do Insper

“A gente tem de conversar mais, quebrar a cerimômia para tratar dos problemas que são nossos. O preconceito que domina. Eu entendo a isengurança, mas não é assim, com aquela murada que afasta o prédio da rua, com segregação, que vamos resolver nossos dilemas como sociedade. A gente devia abraçar a diversidade, e não subir um muro de 5 metros.”

Marcos Lisboa Divulgação/Divulgação

Mario Sergio Cortella, filósofo

“Não só a gente precisa reagir, como é um dever ético reagir. Acomodar-se, acalmar-se, resignar-se é acovardar-se.”

Mário Sérgio Cortella Divulgação/Divulgação

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Regina Esteves, diretora-presidente da Comunitas

“Se você perceber que as propostas dos candidatos são muito de curto prazo, fique esperto. Nenhuma mudança consistente de pautas importantes é resolvida a curto prazo.”

Regina Esteves Divulgação/Divulgação

Daniel Cavaretti, cofundador do G10 Favelas e do Canal Transformadores

“Temos de pensar na cidade de um jeito mais integrado. Não existe Morumbi bom se tiver Paraisópolis ruim. (…) Cabe na mesma frase ganhar dinheiro, transformar socialmente e cuidar do meio ambiente.”

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Daniel Cavaretti Divulgação/Divulgação

Anthony Ling, urbanista, Caos Planejado

“No Vale do Silício, as pessoas estão atrás de mais contato com a cidade, e isso levou algumas empresas, como o Twitter, a estabelecer sedes em São Francisco, mesmo Google e Facebook têm repensado seus modelos nas últimas sedes abertas, em vez de criar grandes campus suburbanos, comprar lajes bem inseridas em regiões centrais das cidades.”

Anthony Ling Divulgação/Divulgação

Silvio Meira, cientista, fundador e presidente do Conselho do Porto Digital

“Cidades sem centros são cidades sem alma. Pode até haver mais de um, mas tem de ter um lugar onde a cidade se encontra. No Recife, esse lugar é o Porto Digital.”

Silvio Meira Divulgação/Divulgação

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Publicado em VEJA São Paulo de 18 de novembro de 2020, edição nº 2713

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