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Empresário de Suzano teria sido baleado enquanto falava ao celular

Relação do dono da concessionária com massacre não está confirmada, mas amigos dizem que ele havia repreendido um sobrinho por ter sido expulso do colégio

Por Matheus Prado - Atualizado em 13 mar 2019, 13h32 - Publicado em 13 mar 2019, 13h29

O empresário Jorge Antônio de Moraes, de 51 anos, dono da concessionária Jorginho Veículos, baleado na manhã desta quarta (13), poucos minutos antes do massacre na Escola Professor Raul Brasil, em Suzano, teria sido atingido por apenas um disparo enquanto falava ao celular.

A perícia ainda não foi realizada na empresa – os agentes estão neste momento na escola -, mas policias encontraram o aparelho caído no chão e com um buraco de bala. “A hipótese é de que o projétil tenha atravessado o equipamento antes de atingi-lo”, afirma o chefe do 1º DP Suzano, Marcelo Harimatsu.

No momento do crime, o empresário estava sentado no escritório da concessionária, localizada na Avenida Mogi da Cruzes, 264. Ela fica a menos de 1 quilômetro de distância do colégio onde ocorreu a chacina. Transferido para a Santa Casa de Suzano, Moraes está passando por uma cirurgia no início da tarde desta quarta.

Desde o começo da manhã, surgiram boatos a respeito da possibilidade do empresário baleado ser tio de um dos assassinos da escola, informação ainda não confirmada. Essa possibilidade era reforçada por amigos de Moraes, reunidos na concessionária nesta quarta. “Recentemente ele havia repreendido um sobrinho por ter sido expulso daquela escola”, afirma o vendedor de carros Tiago Martins.

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