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Doria anuncia (mais um) plano bilionário para despoluir o Rio Pinheiros

Governador estabelece prazo até 2022 para reduzir pela metade a sujeira das águas

Por Redação VEJA São Paulo - 16 ago 2019, 15h28

Após décadas de sucessivas promessas e falhas, o Governo do Estado anunciou nesta sexta (16) mais um plano de despoluição do Rio Pinheiros. Desta vez, o governador João Doria (PSDB) estabeleceu um prazo até 2022 para que metade dos poluentes hoje existentes seja dissipada. O investimento estatal está orçado em 1,5 bilhão de reais.

A Sabesp, encarregada de tocar catorze licitações, estima em 500 000 o número de imóveis residenciais e comerciais (incluindo favelas e condomínios de luxo localizados no Panamby) que despejam dejetos em córregos que formam a bacia do Pinheiros.

Depois de parcialmente limpo, o entorno do rio pode virar um polo gastronômico, a exemplo do Porto Madero, em Buenos Aires, promete Doria. A despoluição faz parte do Projeto Tietê, criado em 1992 pelo então governador Luis Antonio Fleury Filho e que consumiu mais de 12 bilhões de reais desde então. Na época, Fleury disse que beberia água do rio até 2005.

No ano passado, VEJA SÃO PAULO fez uma reportagem de capa com propostas e ideias para os dois mais importantes rios paulistas. 

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