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Cinco razões para optar pela doação de órgãos

A cessão de órgãos para transplante no país é uma decisão da família

Por Daniel Bergamasco Atualizado em 5 dez 2016, 17h42 - Publicado em 15 out 2011, 00h50

Após um período de doação automática, entre 1997 e 2001, a cessão de órgãos para transplante no país voltou a ser uma decisão da família.

Veja abaixo cinco motivos para optar pela doação de órgãos:

1 – Pela internet, médicos e seus pacientes têm acesso às atualizações da fila de espera de pacientes, o que torna a distribuição transparente.

2 – São Paulo possui um sistema de procura de doações que divide o estado em dez regiões. Isso agiliza o processo e aumenta as chances de o órgão ser, de fato, utilizado. “O sistema paulista é exemplar, comparável aos melhores do mundo”, diz o cirurgião Noedir Stolf, do Incor

3 – Histórias de implantação de rins cedidos por parentes ou amigos vivos são emocionantes, mas os cirurgiões gostariam de evitar esse tipo de transplante. O voluntário corre 1% de risco de vida na operação. “Por isso, é urgente que se aumente o número de doadores cadáveres”, afirma Salomón Rojas, da Beneficência Portuguesa

4 – A cirurgia pode até ser realizada em hospital particular, mas a lista é pública e, segundo os médicos, não há privilégios. Quase a totalidade dos transplantados faz a operação pelo SUS

5 – Um único corpo salva várias vidas. Assim, haverá um beneficiário de coração, um de pulmão, um de pâncreas, até dois de rim e dois de fígado, que pode ser partilhado, sem contar ossos e córneas.

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