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Secretário da Educação dá data para início do ano letivo em 2021

A área da Saúde ainda irá determinar se o prazo estipulado será cumprido devido à pandemia da Covid-19

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 11 nov 2020, 15h34 - Publicado em 11 nov 2020, 15h22

O secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, anunciou que o calendário escolar de 2021 da rede terá início em 1º de fevereiro. A área da Saúde ainda irá determinar se o prazo estipulado será cumprido devido à pandemia da Covid-19. A divulgação foi feita na manhã desta quarta-feira (11).

Aproximadamente 15% dos estudantes da rede estadual não conseguiram entregar atividades durante aulas remotas e podem ser reprovados. O número representa 500 mil alunos. 

No dia 7 de outubro, foi autorizado o retorno das aulas presenciais e cada município teve autonomia para conduzir o processo. No dia 3 de novembro, a Prefeitura de São Paulo permitiu o retorno apenas para os alunos do ensino médio, sendo mantidas atividades extracurriculares para os estudantes dos ensinos infantil e fundamental. 

Os estudantes ainda vão passar por duas avaliações, uma em dezembro e outra um mês depois, com intuito de diagnosticar o que foi assimilado durante as aulas remotas. Os que fizeram o mínimo de atividades durante o período à distância não serão reprovados. 

Em janeiro de 2021, os professores terão duas semanas de férias. Os últimos sete dias do mês serão para o planejamento do ano letivo. 

Aprovação automática

O Conselho Estadual de Educação aprovou no dia 4 de novembro a proposta de progressão continuada nas escolas da rede estadual de São Paulo em 2020. A suspensão da reprovação tem como objetivo reduzir impactos sobre desigualdade educacional e manter estudantes engajados, diz o governo. A medida vale para todas as séries.

Para assegurar a aprovação, os alunos devem ter feito as atividades passada pelos professores. Caso contrário, os estudantes serão convocados para recuperação presencial em janeiro para que possam seguir ao próximo ano escolar em 2021.

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