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Dez lendas urbanas dos anos 80

Na época, a maioria de nós ainda nem tinha ouvido falar no termo “lenda urbana”, que só viria a se popularizar no Brasil com o filme homônimo (de terror, claro) lançado em 1998. Nem por isso deixávamos de morrer de medo de boa parte dos “causos” abaixo — ou de todos eles. Em geral, quem […]

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 27 Feb 2017, 13h11 - Publicado em 23 Jun 2011, 20h15

Na época, a maioria de nós ainda nem tinha ouvido falar no termo “lenda urbana”, que só viria a se popularizar no Brasil com o filme homônimo (de terror, claro) lançado em 1998. Nem por isso deixávamos de morrer de medo de boa parte dos “causos” abaixo — ou de todos eles. Em geral, quem contava as histórias jurava que havia acontecido com um primo da vizinha da irmã do sobrinho da namorada do padrinho. Ou seja, com um conhecido beeeem distante.

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Então, para alegrar o feriadão, vamos a mais uma sessão nostalgia, criada com dicas enviadas por alguns tuiteiros (os nomes dos perfis estão no final do texto).

1. XUXA, A BONECA ASSASSINA

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Tudo bem que a versão brinquedo da rainha dos baixinhos era horrenda de feia — pernas e braços molengas e dimensões do corpo meio esquisitas. Mas, poxa, precisavam inventar que a coitadinha era assassina? Dizia a lenda que, na calada da noite, a boneca arranhava crianças até a morte. O mais curioso é que o mito surgiu antes que lançassem o filme “Brinquedo Assassino”, estrelado pelo desgraçadamente mau Chucky. Existia também uma versão em que, no lugar da Xuxa, a vilã era a boneca Amiguinha.

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2. A FACA DO FOFÃO

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Quase uma versão masculina da história da Xuxa, só que ainda mais maligna. Alguém resolveu inventar que o boneco do Fofão vinha com uma faca escondida no corpo e que ele hipnotizava as crianças para abri-lo e fazer miséria com a lâmina — quer dizer, cortar dos pais aos amiguinhos. Péssimo.

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