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Vereador Camilo Cristófaro é processado por danos morais

Consultora dispensada após perfil do político ter curtido página de pedofilia acusa o próprio parlamentar de dar dado os 'likes'

Por Ana Carolina Soares - 23 nov 2018, 06h00

O vereador Camilo Cristófaro (PSB) enfrenta mais um processo na Justiça por causa de encrencas no mundo virtual. Além de ter sido condenado na semana passada a pagar uma indenização de 90 000 reais a João Doria (PSDB) por ofensas na internet (o vereador vai apelar na segunda instância), ele responde a uma ação por danos morais. Esta foi movida pela consultora de marketing digital Viviane Resende, dispensada por Cristófaro em julho após o perfil do político curtir páginas impróprias, como de pedofilia. Nos autos, Viviane afirma que o programa só busca seguidores e o próprio parlamentar teria dado os likes. A consultora cobra cerca de 16 500 reais pela rescisão. “É uma vigarista”, declara o vereador. “Vamos provar na Justiça que meu cliente teve motivos para dispensá-la e que essas curtidas impróprias foram feitas por ela”, diz Henrique Búfalo, advogado de Cristófaro. Procurados, Viviane e seu advogado, Eric Cavalini, não quiseram se pronunciar.

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