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Empresário desenvolve método para controlar o “chorinho” da bebida

Bruno Ferraro, um dos sócios do bar Seu Justino, comemora a economia

Por Ana Carolina Soares - Atualizado em 22 Nov 2019, 11h02 - Publicado em 22 Nov 2019, 06h00

O empresário Marcus Prianti, 43, desenvolveu um método para controlar aquela dosezinha a mais pedida pelos clientes nos bares e nos restaurantes, o popular “chorinho”. Com uma balança e um scanner, ele consegue calcular quantas doses tem cada garrafa de bebida. “Sem esse controle, a perda média nos estabelecimentos gira em torno de 12% a 18%. Com a tecnologia, reduz para 2,5% em dois meses”, revela Prianti, que tem como clientes o hotel Unique e as redes Tatu Bola e Vila Seu Justino. “Nossa perda costumava bater em 6% a 8%, por erro na dosagem dos drinques. Atualmente, está entre 0,8% e 1,5%.”, comemora Bruno Ferraro, 32, um dos sócios do Seu Justino. “E melhor: ter ficado mais econômico no ‘chorinho’ não teve impacto no movimento”, completa Ferraro.

Publicado em VEJA SÃO PAULO de 27 de novembro de 2019, edição nº 2662.

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