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Jovem perde parte do polegar após ataque de terror noturno do namorado

O fenômeno atinge 5% da população

Por Redação VEJA São Paulo - Atualizado em 23 Maio 2019, 18h21 - Publicado em 23 Maio 2019, 18h01

Aos 26 anos de idade, Sage Noreika estava fazendo a viagem dos sonhos pela Sardenha, na Itália, quando passou por um tremendo aperto: numa noite, seu namorado arrancou, acidentalmente, uma parte de um dos polegares da jovem. O rapaz, chamado Marco, teve um ataque de terror noturno — um distúrbio do sono, caracterizado por gritos durante o sono, acompanhado do de semblantes de terror e pânico — e acabou mordendo a mão da companheira. O fenômeno atinge 5% da população.

“Às vezes ele me acordava à noite resmungando e ficava sonâmbulo”, contou a australiana radicada em Londres ao tabloide The Sun. “Mas, desta vez, parecia que ele estava sendo atacado. Disse para voltar para a cama. Mas Marco investiu contra mim e instantaneamente minha mão esquerda começou a doer. Depois, ele me levantou da cama e me atirou contra a parede”, relembrou a jovem. “Ele me mordeu? Como o meu amor poderia me machucar?”, questionou Sage, sem entender o que estava acontecendo.

Após sair do “transe” do terror noturno, Marco se sentou à beira da cama e confrontou o que tinha acontecido, vendo o sangue no chão: “O que foi que eu fiz? Eu nunca a machucaria, você sabe. Eu te amo”, teria dito o rapaz. “Você arrancou o meu dedo!”, gritou a australiana. A mulher foi encaminhada até o hospital, mas mentiu ao ser questionada sobre o caso, alegando que seria a mordida de um cachorro. O médico, no entanto, não acredito na história — e fez um alerta, revelando que uma mordida humana pode causar infecções mais graves que a de animais.

Reprodução/Arquivo Pessoal/Veja SP

De volta a Londres, a mulher foi submetida a um procedimento estético. Ela ficou com o polegar dois centímetros mais curto — e o namoro chegou ao fim. “E se ele virasse aquele monstro de novo?”, lamentou a jovem, que retornou para a Austrália, onde está morando com os pais.

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