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Preso em supermercado em Portugal, brasileiro grava vídeo

"Os portugueses entenderam se tratar de uma ofensa", desabafou o homem após o acidente; vídeo já acumula mais de 250 000 visualizações em poucos dias

Por Redação VEJA São Paulo Atualizado em 7 abr 2017, 18h02 - Publicado em 7 abr 2017, 17h11

Em muitos países europeus, especialmente na Espanha, Portugal e Itália, é comum o hábito da sesta (ou “siesta”, em castelhano). Trata-se de uma “pausa” na atividades comercial, normalmente entre 14h e 17h, para que os trabalhadores comam com calma e, depois, tirem uma prolongada soneca. Muitos brasileiros, no entanto, não conhecem a tradição. É o caso de Ademar Lima, que ficou duas horas preso num supermercado.

O homem estava na cidade de Braga, em Portugal, quando foi surpreendido pela “folguinha” dos funcionários. Os empregados não verificaram que ainda havia um consumidor dentro do estabelecimento e acabaram fechando as portas, o que deixou o brasileiro revoltadíssimo. “Estou aqui congelando de frio, perdi um compromisso e agora estou aqui. Quase duas horas dentro de um supermercado“, desabafou, num vídeo publicado no dia 24 de março no YouTube. Assista: 

O supermercado fecha por duas horas durante o almoço, mas os funcionários não verificam antes de fechar se tem algum cliente na loja“, comentou. O sucesso do vídeo, no entanto, causou muito constrangimento ao brasileiro: ele, que só volta em maio ao Brasil, foi assunto em vários jornais portugueses, que divulgaram a publicação. Ademar ficou dias sem sair de casa por causa da repercussão, inclusive — só no YouTube, o clipe já foi visto mais de 250 000 vezes.

A finalidade do vídeo era apenas alertar outros brasileiros para que não passem por este constrangimento. Os portugueses entenderam se tratar de uma ofensa, como pode ser verificado nos comentários do próprio vídeo, e por isso fiquei alguns dias sem sair de casa. A princípio, parece uma situação simples mas se a polícia chegasse seria complicado explicar a situação“, explicou, após a polêmica. Na descrição da cena, ele também explica que tentou ligar para alguns contatos antes de gravar o vídeo: “Só volto ao Brasil em maio e, até lá, sairei pouco de casa“, desabafou.

Em nota enviada à imprensa portuguesa, a rede de supermercados Minipreço, onde o brasileiro ficou preso, lamentou o transtorno. A empresa garante que “todos os procedimentos internos, que vigoram no nosso perímetro de mais de 620 lojas no território nacional são rigorosos e privilegiam a segurança e conforto de todos os nossos clientes e funcionários”. As informações são do Jornal EXTRA.

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