Prefeitura interdita shopping popular na Avenida Paulista

Local, com mais de sessenta lojas, vendia produtos piratas de marcas como Tommy Hilfiger, Montblanc, Chanel e Dior

A prefeitura interditou nesta segunda-feira (15) o shopping popular Veneza, localizado na Avenida Paulista, 486. No local, que possui mais de cinquenta lojas, foram encontrados produtos pirateados de diversas marcas, como Lacoste, Casio, Ray Ban, Oakley, Calvin Klein, Dior, Louis Vuitton, Chanel, Nike, Puma, Tommy Hilfiger, entre muitas outras. Além de bolsas e tênis, foram encontrados óculos, relógios, cintos, carteiras e pulseiras. O valor das mercadorias ainda não foi estimado. Toda a apreensão vai para um depósito municipal e só poderá ser descartada após decisão de um juiz. O estabelecimento tem cinco dias para recorrer da decisão administrativa, pois apresentou alvará de funcionamento e laudo do Corpo de Bombeiros.

Shopping popular fechado na Paulista nesta segunda-feira

Shopping popular fechado na Paulista nesta segunda-feira (Sérgio Quintella/Veja SP)

A ação, liderada pelo secretário executivo Fábio Lepique, contou com o apoio do Grupo de Proteção à Marca, uma associação formada por representantes das fabricantes que mapeia os locais de comércio ilegal. O trabalho da entidade tem resultado em sucessivos fechamentos de estabelecimentos pela cidade. Há duas semanas, três shoppings na região da Rua 25 de Março, no centro, foram lacrados (e reabertos após decisões judiciais).

Shopping popular fechado na Paulista nesta segunda-feira

Shopping popular fechado na Paulista nesta segunda-feira (Sérgio Quintella/Veja SP)

O prefeito Bruno Covas, que irá ao local nesta segunda, prometeu na revisão do Plano de Metas, anunciada há uma semana, um investimento de 129 milhões de reais, no biênio 2019-2020, para ampliar as ações de fiscalização de comércio ilegal nas ruas da cidade. A ideia é contratar 100 equipes com dez pessoas cada.

Recentemente, um shopping popular foi fechado na Avenida Paulista, na esquina com a Rua Pamplona, mas a prefeitura afirma não ter atuado no local, conhecido popularmente como “xing ling”. Nas portas, cartazes apontam que várias lojas se mudaram para estabelecimentos no entorno, como o fechado nesta segunda-feira.

Local recebeu denúncias de venda de produtos falsificados

Local recebeu denúncias de venda de produtos falsificados (Sérgio Quintella/Veja SP)

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