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Veja os espetáculos em cartaz

Há dezenas de montagens teatrais em cartaz; dê uma olhada na lista e escolha aonde ir

Por: Redação VEJASAOPAULO.COM - Atualizado em

Cacilda!!! Glória no TBC – Capítulo 1
'Cacilda!!! Glória no TBC — Capítulo 1': apresentações no Teatro Oficina (Foto: Jennifer Glass)

Confira as peças abaixo:

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  • O espetáculo é dividido em dois atos, o primeiro de stand-up comedy, e o segundo com personagens que vão desde um caipira até um rapper revoltado. Com os comediantes Robson Nunes, Luiz França e sempre um convidado diferente ainda surpreendem fazendo uma interação com o público no quadro Show Mico. O bar Beverly Hills ainda recebe os comediantes dos espetáculos Em Pé na Rede e Humor de Salto Alto.
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  • Na sétima edição do projeto idealizado por Eugênia Thereza de Andrade, sete autores e sete diretores fazem suas leituras dramáticas de William Shakespeare. A programação tem início com Medida por Medida, sob direção de Marco Antônio Pâmio e tradução de Barbara Heliodora — dois dos maiores especialistas brasileiros no bardo inglês. Ao longo do ano, outros seis textos ganham leituras. De 23/4/2013 a 26/11/2013. Grátis. Confira a programação abaixo: 28/5: Noite de Reis 25/6: Otelo 27/8: Ricardo III 24/9: Conto de Inverno 22/10: Rei Lear 26/11: Timon de Atenas
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  • A comédia escrita por Romeu Di Sessa é ambientada numa ilha deserta onde um grupo de náufragos encalha. Os amigos Maurício (papel de Renato Góes), Guilherme (Danilo Sacramento), Adriano (Allan Souza Lima), Miguel (Gonçalo Diniz) e sua esposa Eva (Sharon Menezzes) passam quase um ano na ilha e reveem suas necessidades básicas. Estreou em 23/8/2013. Até 17/11/2013.
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  • A atriz Simone Gutierrez transita entre a comédia e o musical no espetáculo criado e dirigido por Eduardo Berton. Ao lado do sócio Paulinho Correia (papel de Berton), a atrapalhada Rita Londres comanda uma rádio. Com pequenas inserções de texto, a dupla canta sucessos de Tom Jobim, Lady Gaga, Moska e George Michael, como se essas canções integrassem a programação. Cinco instrumentistas acompanham a dupla. Estreou em 1º/2/2011. Até 2/3/2014.
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  • Miriam Lins adaptou e dirige a comédia de Rodolfo da Rocha Carvalho. Um aposentado (Marcio de Lucca) sonha em ser ator. O convite para interpretar um homossexual em uma peça, no entanto, o envolve em vários mal-entendidos. Calcada em piadas politicamente incorretas, a peça traz todas as fórmulas para uma ampla comunicação e tem no elenco os atores Mateus Carrieri, Adelita Del Sent e Aldine Muller. Estreou em 5/10/2007. Até 29/10/2016.
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  • Baseado na obra de Artur de Azevedo. Isaías, um senhor de meia idade que só se expressa através de provérbios tenta seduzir uma jovem viúva chamada Inês. Ela, contudo, não suporta as investidas do velho e sonha em casar-se com um homem jovem e rico. De 6/9/2013 a 13/10/2013.
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  • O grupo Phila7 funde cinema, instalação e experimentações tecnológicas na performance que sai da Ofcina Cultural Oswald de Andrade e se estende pelo entorno do prédio. As inquietações das manifestações em espaços públicos e o uso das redes sociais inspiram a montagem com dramaturgia e direção coletiva. Com Andréa Tedesco, Joana Dória, Clóris Paris, Adriane Gomes, João Paulo Azevedo, Samuel Vieira e Thais de Almeida. De 2/10/2013 a 28/10/2013.
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  • O espetáculo narra duas histórias que se passam em tempos diferentes. A primeira, na China Imperial, um general é convocado a ensinar o filho do imperador aulas de estratégia. A outra, situada no tempo presente, apresenta uma funcionária de uma empresa que vive um dilema ético. Até 4/12/2013.
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  • Um  assalto na periferia de uma grande cidade é o mote para fazer piada sobre as reações à violência. Encenada pela Companhia de Teatro São Paulo, com mais de 40 anos de fundação, a peça é escrita e dirigida por Carlos Meceni, que também integra o elenco. Um motoboy, uma garçonete, um cozinheiro, dois políticos, duas malas de dinheiro e um ladrão atrapalhado dividem a cena, trazendo à tona, enquanto provocam gargalhadas, reflexões sobre como estamos vivendo nossas vidas e até onde somos verdadeiros. A situação agrava-se ante a urgência da situação e o público é surpreendido com o desfecho dos personagens. De 31/1/2013 até período indeterminado.
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  • A Cia. Teatro do Incêndio inaugura sede no Bixiga. Para isso, leva o drama adaptado da peça de Bertolt Brecht pelo também diretor e protagonista Marcelo Marcus Fonseca. Um poeta livra-se da razão e retorna à condição primitiva do homem, entregue aos instintos. No palco, doze atores tiram pouco proveito da provocativa história. A adaptação resulta estática e, sem uma comunicação estabelecida com elementos da atualidade, desperdiça uma oportunidade de contrastar liberdade e repressão. Com Diego Freire, Ygor Fiori, Taianá Kretzer, Anderson Barreto e outros. Estreou em 7/6/2013. Prorrogado até 15/12/2013.
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  • Escrita e dirigida por Renato Andrade, a comédia dramática remete a uma noite de maio de 2006, quando uma série de ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital) assustou a cidade. Várias pessoas são confinadas em um salão de beleza da Rua Augusta e refletem sobre suas vidas. Com Márcio Cardoso, Gerson Almoster, Tatiana Ribeiro, Renata Falcone, André Magalhães e João Carlos Mattos. Estreou em 13/7/2013. Até 29/6/2014.
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  • O cenário é o palco de um teatro. Poderia, no entanto, ser um escritório ou uma universidade. Escrito por Nanna de Castro, o drama transita sobre a vida profissional de três pessoas e os protagonistas são atores envolvidos com um espetáculo. Em meio ao ostracismo, Chico Valente (papel de Eduardo Semerjian) é convidado para dividir a cena com o galã Cadu Fischer (o ator Alexandre Slaviero) na montagem de Esperando Godot. Os dois não sabem, mas quem levantou a produção foi Célia de Castro (interpretada por Denise Del Vecchio), uma atriz prestigiada no palco e na televisão. A difícil convivência entre Chico e Cadu, marcada pela amargura de um e pela frágil formação de outro, torna-se insustentável e pode culminar em uma tragédia. Sob a direção de Otávio Martins, a montagem consegue a proeza de ser repleta de referências sem se tornar pedante. Em meio aos diálogos, Chico e Célia apropriam-se de fragmentos de Samuel Beckett, Henrik Ibsen e Anton Tchecov para expressar seus sentimentos. Essa naturalidade vem do tom irônico com que Nanna de Castro constrói o texto. A escalação do trio também não parece aleatório. As trajetórias de Denise, Semerjian e Slaviero confundem-se com as dos personagens, e essa identificação valoriza o trabalho de cada um. Em meio a essa unidade, o intenso desempenho de Semerjian sobressai. Estreou em 20/9/2013. Até 1º/12/2013.
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  • Depois de Achadas e Perdidas (2005) e As Meninas (2009), a comédia dramática é a nova investida da atriz Maitê Proença como dramaturga. Ela partiu de depoimentos colhidos em asilos para construir a trama sobre duas octogenárias (vividas por Maitê e Clarisse Derzié Luz) que moram em uma casa para idosos. Menos inspirador no conjunto, mas em alguns momentos arrebatador, o espetáculo traz diálogos afados e uma atuação surpreendente de Maitê, convincente no registro melancólico. Estreou em 15/6/2013. Até 10/11/2013.
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  • Mais um exemplar da profícua obra do autor e diretor Mário Bortolotto, o belo drama abre a temporada de 2014 no Teatro e Bar Cemitério de Automóveis. Borrasca aproveita um dia de pesar na vida não muito tranquila de dois homens para refletir sobre o impacto da solidão. Na trama, dois amigos se reencontram depois do enterro de um terceiro e trazem à tona as mágoas que os impedem de expressar a dor da perda. Além de dirigir, Bortolotto protagoniza a montagem, que adota um esquema de rodízio no elenco. Francisco Eldo Mendes, Gabriel Pinheiro, Nelson Peres, Carlos Carah e Pablo Perosa são os outros atores que defendem, sem aviso prévio, os personagens. Estreou em 10/5/2013. Dias 22 e 23/11/2014. 
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  • Grupo que leva o humor a sério há mais de vinte anos, o Parlapatões só agora monta seu primeiro espetáculo do dramaturgo francês Molière, O Burguês Fidalgo. Na comédia musical, Sr. Jordain (papel de Hugo Possolo, também diretor e cenógrafo da montagem) é um homem que enriqueceu e não possui títulos de nobreza ou bons modos. Ele contrata professores de filosofia, de esgrima e de música para deixá-lo mais refinado. Mas as pessoas só querem tirar proveito de sua fortuna e de sua ingenuidade. A única que percebe isso é sua mulher, Sra. Jordain (interpretada pelo sempre impagável Raul Barretto). Há ainda o fato de a filha do casal ter se apaixonado por um pobretão. Como é comum nas comédias de Molière, uma grande e mirabolante farsa resolve a trama. Farra talvez seja a melhor defnição para o que o elenco faz no palco. Eles se divertem com as insanidades que propõem em cena e toda a plateia entra no clima. Se o pano de fundo da história critica a emergente riqueza do Brasil, os figurinos, os cenários e os toscos acessórios estão ali justamente para revelar a falta de brilho que há na opulência sem inteligência. A narrativa se passa no século XVII, mas o grupo renova o texto ainda mais com momentos de improvisação. Com Fabek Capreri, Alexandre Bamba, Lívia Camargo, Fernando Fecchio e outros. Estreou em 3/8/2013. Dias 13, 20 e 27/10/2015.
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  • Ambientado em um bordel, o musical é centrado em um triângulo amoroso. Em um fiapo de dramaturgia, surge a história de Lilith (a atriz Paula Flaibann), a dona de uma boate que vê seu marido, o cantor Mephisto (papel de Rubens Caribé), envolvido com Justine (Rachel Ripani, também diretora). Nesse clima de sedução e intrigas, os atores interpretam dezessete canções, de versões de Cole Porter e Tom Waits a composições de Chico Buarque, ao lado dos cinco instrumentistas da Banda das Perdidas. Muitas delas são complementares à trama, mas não o suficiente para tornar consistente a montagem. Estreou em 19/4/2011. Até 17 de dezembro.
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  • O ano de 2011 marcou o centenário de nascimento do ator Paulo Gracindo (1911-1995). Seu filho, Gracindo Jr., e os netos Gabriel Gracindo e Pedro Gracindo, todos atores, se reúnem para celebrar a memória afetiva. Na comédia escrita e dirigida por Moncho Rodriguez, o trio transforma ensinamentos do patriarca em matéria-prima para traduzir o ofício de artista no Brasil. Estreou em 4/10/2013. Até 3/11/2013.
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  • Adaptação de Carmen Sanches para romance de Jorge Amado (1912-2001). Publicado em 1937, o clássico do escritor baiano mostra a rotina de um grupo de meninos de rua em Salvador. Liderados por Pedro Bala, eles se revoltam contra as condições sociais, mas sonham com uma vida melhor. Com Felipe Lima, Eduardo Mafalda, Felipe Pajé, Vitor de Mello e outros. Estreou em 25/10/2012.
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  • De Américo Nouman Jr. e Ricardo Tibau. Depois de vinte anos, um casal (Renato Papa e Nicolle Spinillo) acumula divergências e poucas afinidades. Um balanço da relação os faz perceber os pontos positivos e quanto vale cada experiência. Estreou em 14/1/2012. 
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  • Nas últimas duas décadas, o universo feminino inspirou uma série de peças - a maioria delas sob o ponto de vista cômico e pouco aprofundadas. Em 1936, o dramaturgo e poeta espanhol Federico García Lorca (1898-1936) criou essa densa trama. Com a voz empostada e uma frieza calculada, Walderez de Barros interpreta Bernarda, que usa a mão de ferro para controlar a família. Depois da morte do marido, a matriarca decreta um luto de oito anos para as cinco filhas (vividas por Bruna Thedy, Isabel Wilker, Mara Carvalho, Tatiana de Marca e Victória Camargo) sob o olhar crítico das duas criadas (as atrizes Patricia Gasppar e Fernanda Cunha). O aparecimento de um homem, interessado em se casar com uma delas, desestabiliza a família. Mesmo nunca presente em cena, o personagem se torna responsável pelo conflito instaurado. Sob a segura direção de Elias Andreato, a montagem comprova o quanto as dores, ansiedades e desafios das mulheres seguem atemporais. A iluminação soturna criada por Wagner Freire valoriza o cenário de Fabio Namatame, alusivo a uma cela de prisão. Em meio ao elenco, Bruna Thedy demonstra talento e surpreende pela dramaticidade emprestada à caçula Adela. Patricia Gasppar, por sua vez, valoriza a empregada Poncia e divide o brilho com Walderez nos momentos em que investem no confronto velado. Estreou em 14/9/2013. Até 1º/12/2013.
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  • O drama da autora espanhola Angelica Liddell conta a turbulenta vida conjugal de Elsa e Mateo (interpretados por Amália Pereira e Angelo Coimbra). Os dois foram vítimas de maus-tratos na infância e vivem um em função do outro, principalmente depois que tiveram a filha assassinada. Com Lauanda Varone. Estreou em 16/8/2012. Prorrogado até 2/11/2013.
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  • Comédia

    Casal TPM
    VejaSP
    3 avaliações
    No centro da comédia de Paula Giannini está um casal. Os altos e baixos da paixão, a rivalidade e a impaciência fazem do cotidiano uma bomba-relógio. Nada é surpreendente na abordagem do tema. O carisma e o timing de Paula Giannini como protagonista, no entanto, divertem parte da plateia. Com o também diretor Amauri Ernani. Estreou em 25/4/2008. 
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  • A diretora Marta Baião partiu dos contos À Procura de Uma Dignidade e A Imitação da Rosa de Clarice Lispector para a dramaturgia do espetáculo, que discute o papel da mulher na sociedade. Até 7/12/2013.
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  • Na tragédia de Shakespeare, o general romano Caio Márcio Coriolano (papel de Ariel Borghi), odiado pela população de Roma, toma a cidade de Corioli dos Volscos e retorna à capital como herói. A mãe dele, Volumnia (Esther Góes, também diretora), encoraja Coriolano a concorrer a cônsul, mas seus opositores políticos alimentam uma nova revolta contra o general — que agora, banido de Roma pela segunda vez, promete voltar com uma vingança. Estão no elenco Amanda Vides Veras, Joca Andreazza e Carlos Meceni, entre outros. Estreou em 6/9/2013. Até 13/10/2013.
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  • Os atores Fabio Rabin, Luiz França e Murilo Gun sobem ao palco para apresentar textos de própria autoria. Temas da atualidade são satirizados pelos atores e também por convidados que se alternam a cada semana. A partir de 26/04/2013, Murilo Gun, Diogo Portugal e Mauricio Meirelles integram o elenco fixo da atração. Estreou em 03/10/2008. Em cartaz por tempo indeterminado.
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  • A casa, que tem como sócios Rafinha Bastos, Danilo Gentili e Ítalo Gusso, recebe humoristas de terça a domingo. No formato stand-up, os shows duram aproximadamente 1h15. Confira abaixo a programação: Terças, 21h: Comédia em Preto e Branco, com Rodrigo Capella e Marcelo Marrom Quartas, 21h: Noite de Improviso, com Márcio Ballas, Marcão Gonçalves, Gui Tomé e um improvisador convidado Quintas, 21h30: Eri Johnson - Pra Ver se Lota, com grupo Em Pé na Rede Sextas (21h30 e 0h), sábados (20h, 22h e 0h) e domingos (20h): quatro humoristas convidados se revezam no palco e apresentam os seus set's de stand-up. Clique aqui para detalhes.  
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  • O show de comédia stand-up é apresentado por Mineirinho de Maceió, Marcelo di Morais e Tadeu Pinheiro. Eles fazem esquetes de dança, mímica e circo, entre outras linguagens.
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  • O grupo composto por Alberto Vizoso, Zeca Cecconello, Carim Feres e Luizinho Beltrame faz uma mistura de stand-up clássico com personagens e performances musicais. De 3/7 a 18/12/2015.
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  • Adaptação de Odilon Wagner e Monica Meyer para peça de Mónica Salvador. Sucesso na Argentina, o monólogo cômico ganha montagem com Tania Bondezan. A atriz dá vida a uma sexóloga que faz uma palestra sobre a longevidade dos relacionamentos. Tania capricha na caracterização da personagem e até diverte a plateia, mas a adaptação peca ao forçar uma conexão com a realidade brasileira. Estreou em 10/8/2012. Até 29/4/2016.
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  • Com a comédia policial, o diretor Alexandre Reinecke traz ao público uma divertida veia de dramaturgo. A trama se desenrola através de um senador da República (o ator Paulo Ivo) envolvido com lavagem de dinheiro. Para concretizar mais uma falcatrua, o político promove uma festa a que todos os convidados devem ir fantasiados de Marilyn Monroe. Alexandre Barros, Maximiliana Reis, Riba Carlovich e Romis Ferreira estão no elenco, que ainda precisa de tempo para deixar rolar a comédia. Em meio à irregularidade dos colegas, o destaque fica com Thiago Adorno, que interpreta o namorado do senador. Estreou em 5/7/2013. Até 17/11/2013.
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  • Com texto do português Tiago Rodrigues, a Cia. Arthur-Arnaldo monta a comédia dramática sobre os limites da relação de professor e aluno. A história do mestre é reconstituída pelas diferentes visões de um grupo de estudantes. Com Carú Lima, Fábio Rhoden, Julia Novaes, Luisa Taborda, Taiguara Chagas e Vagner Valério. Estreou em 3/5/2013. Até 20/4/2014.
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  • Lavínia Pannunzio dirige o drama escrito por Eduardo Ruiz que funde os universos da moda e do teatro. Sete personagens, entre 20 e 35 anos, buscam concretizar seus desejos, nem que para isso seja necessário esquecer a ética. Com Bruno Kott, Caroline Bittencourt, Daniel Aguiar, Daniel Morozetti, João Gabriel Vasconcellos, Patricia Barros e Carolina Fauquemont. De 9/8/2013 a 27/10/2013.
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  • De Luiz Sander. Criado e protagonizado pelo ator Luiz Sander — conhecido como o Mineirinho de Maceió —, o espetáculo traz doze personagens em cenas curtas e números musicais. Um velho funcionário de um teatro, um político revoltado com a falta de visibilidade e um eleitor que não consegue parar de rir estão entre as criações do humorista, que também dirige a montagem. Estreou em 09/01/2010.
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  • Livremente inspirada no conto Transformações, de Caio Fernando Abreu, a Companhia Faszes 4 de Teatro apresenta o drama dirigido por Einat Falbel. Os atores Arthur Miranda e Vanessa Garcia se dividem na caracterização de um homem impedido de se relacionar e reagir à vida. Estreou em 12/10/2013. Até 15/12/2013.
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  • Luís Carlos Martins Pena (1815-1848) foi o pioneiro da comédia no teatro brasileiro. Cheio de ironia e perspicácia, o autor inseriu na dramaturgia a sátira de costumes, um gênero que atravessa o tempoe inspira seus discípulos. Só por trazer Martins Pena de volta ao olhar do espectador, a montagem integrante do projeto Tapa no Arena já tem seu valor. Faz um pouco mais. Consegue divertir sem grandes pretensões e ousadias, além de ser fiel ao espírito crítico da obra. A trama é centrada em dois casais na tentativa de driblar a hipocrisia vigente no século XIX. Em uma noite de Natal, os personagens interagem movidos por desejos sexuais nem sempre correspondidos e são vítimas de maliciosos mal-entendidos, todos testemunhados pelo olhar curioso de um bebê (uma interpretação impagável da atriz Talita Olivieri). Dirigida por Brian Penido Ross, a encenação traz um bom ritmo de comédia e estabelece conexões com a realidade atual do país. Com Adriano Bedin, Júlio Mancini, Giovanna Ghiurghi, Laura Carvalho e Augusto César. Estreou em 14/8/2013. Prorrogado até 26/10/2013.
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  • Vem de Alagoas o monólogo cômico protagonizado pela atriz Ivana Iza. Dirigida por Flávio Rabelo, ela divide-se em cinco personagens, como uma religiosa virgem, uma octogenária que não faz sexo desde a juventude e uma entediada vendedora que surpreende a clientela. De 4/10/2013 a 28/3/2014.
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  • De Milton Levy. É o autor, destaque da comédia O Amante do Meu Marido, quem protagoniza e dirige o monólogo. Passagens de três décadas de carreira como ator dão o tom. Estreou em 04/06/2009. Até 23/3/2016.
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  • Em narrativas breves, o drama dirigido por Mário Bortolotto trata da banalidade aparente do cotidiano. Entre as cinco histórias escritas por Lucas Mayor, uma flha apresenta o diagnóstico médico do pai e um golpista e sua namorada planejam enganar os jurados de um concurso de sósias. No elenco estão Antoniela Canto, Francisco Eldo Mendes, Gabriela Fortanell, Helena Cerello, Mauricio Bittencourt e Contrera. Estreou em 20/8/2013. Até 9/10/2013.
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  • O autor Franz Keppler se deu bem na primeira comédia. Sob a direção de Otávio Martins, Suzy Rêgo e José Rubens Chachá interpretam advogados que já dividiram o mesmo teto e se reencontram em um tribunal. Eles têm a missão de defender os interesses de um rapaz e de uma moça (Pedro Henrique Moutinho e Renata Brás) em fase de separação. Estreou em 18/1/2013. Até 30/3/2014.
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  • Atrizes e dramaturgas, Dulce Muniz e Egla Monteiro estão na montagem que reúne dois monólogos sobre o universo feminino. Trinta Anos Esta Noite ou O Espelho Negativo, protagonizado e dirigido por Dulce, trata da dor física e psicológica. Egla interpreta e dirige Iracema Apaulistada, Um Solo Manifesto, que aborda a identidade e as questões ancestrais. De 24/9/2013 a 3/12/2013.
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  • Depois da majestosa transposição de O Idiota, de Fiódor Dostoiévski (1821-1881), para o palco, a Mundana Companhia de Teatro reafirma a intenção de aliar ambição e criatividade com o drama O Duelo. A novela de Anton Tchecov (1860-1904) recebeu uma clara e fluente adaptação de Vadim Nikitin e Aury Porto, e a direção de Georgette Fadel se encarregou de levar à cena com criatividade as situações descritas pelo escritor russo. No centro da trama, o casal Laiévski e Nadiejda (interpretados por Aury Porto e Camila Pitanga) vive uma crise em meio ao calor intenso da região do Cáucaso. As ideias daqueles que os cercam não batem com as suas, e a incapacidade de enterrar o passado impede uma projeção futura. Herdeira direta da estética do Teatro Oficina, a Mundana acumula experimentalismo e busca a extração de imagens através de elementos cênicos básicos. De um plástico preto, o espectador vê as ondas do Mar Negro. Georgette faz muito com pouco para encher os olhos do público. Com um bom time de atores à disposição — completado por Pascoal da Conceição, Carol Badra, Fredy Allan, Guilherme Calzavara e outros —, a diretora, no entanto, concentrou forças em desenvolver os movimentos marcados de cada um e esqueceu de fortalecer a interpretação do texto. A maioria deles convence na transposição das emoções através do corpo. Nem sempre, porém, eles valorizam a força da palavra ao expressar o sentimento dos personagens. Mesmo Aury Porto e Camila Pitanga, os protagonistas e responsáveis por tipos bem desenhados, surgem em alguns momentos cambaleantes em relação aos perfis do casal central. E isso faz pesar as três horas e meia de duração da montagem. Estreou em 11/10/2013. Até 12/10/2014.
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  • Uma nova versão para a tragédia de Sófocles é levada ao palco pelo grupo Os Satyros em Édipo na Praça. Interpretado pelo português Óscar Silva, o personagem do título está predestinado a matar o próprio pai e casar-se com a mãe, Jocasta (papel de Cléo de Páris). Isso quase todos sabem. Portanto, os atores Robson Catalunha e Henrique Mello iniciam a sessão, dentro do teatro, com uma espécie de teste de conhecimentos com a plateia. O jogo serve para aproximar atores e público. Em seguida, o elenco apresenta a história sem fazer mudanças no enredo original. Dois artifícios usados pelo diretor Rodolfo García Vázquez despertam interesse pela montagem. Um deles é a parceria com o Coral da Cidade de São Paulo que, sob a regência de Luciano Camargo, permanece em cena o tempo todo, numa referência ao teatro grego. Outro são as sequências do segundo ato ao ar livre na Praça Roosevelt — Os Satyros, aliás, foram responsáveis pelo começo da sua revitalização, em 2000. Desde a reinauguração da praça, no fim do ano passado (2012), nenhuma companhia havia de fato ocupado o lugar. Atores, coro e espectadores saem em cortejo pelas redondezas e dividem o espaço com os skatistas e curiosos que circulam por ali e chegam a interagir com os atores. Se por um lado houve uma tentativa de sair do lugar-comum ao levar a peça para a rua, por outro as cenas perdem impacto nesse momento. Sobretudo pela dificuldade de ouvir o que dizem os atores. Trata-se, enfim, de um espetáculo interessante, porém longe de ser surpreendente. Estreou em 16/8/2013. Até 8/12/2013.
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  • De Renato Scarpin. O ator investe na stand-up comedy. Scarpin critica a política e cria situações em cima de questões cotidianas. Estreou em 23/11/2009. 
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  • Monólogo dramático

    Eros Impuro
    VejaSP
    Sem avaliação
    O ator Jones de Abreu inicia a apresentação do monólogo dramático como se recepcionasse um convidado, sutilmente fixando o olhar em alguém do público e o convidando a ocupar o “melhor lugar”. O protagonista da peça escrita e dirigida por Sérgio Maggio é um artista plástico em preparação para mais um quadro. Aos domingos, ele costuma receber rapazes, muitos deles michês, para retratá-los em suas telas. O rosto nem sempre aparece nítido. Para o desenho do corpo, no entanto, uma maior atenção é dispensada. Jones de Abreu manuseia as tintas e começa a esboçar a imagem. Também artista plástico, o ator trava esse diálogo de linguagem e, ao mesmo tempo em que orienta seu modelo fictício, traz à tona fragmentos de sua vida para transformar dramaturgia. Jones de Abreu empresta ao personagem uma intensidade que valoriza o texto e proporciona diferentes leituras. A força de seu olhar leva o público a duvidar das intenções do personagem e, na segunda parte do espetáculo, oferece possibilidades que tanto podem emocionar como dar repulsa. A surpreendente delicadeza com que o tema do abuso infantil é levado à cena minimiza o peso, mas jamais esvazia a mensagem final. Para isso, mostra-se fundamental, além da interpretação de Abreu, a dramaturgia repleta de sutilezas e absolutamente imparcial. Em nenhum momento, a direção propõe um julgamento sobre os atos do protagonista. Pelo contrário. Coloca no palco uma história verossímil e passível de levantar debates sobre a violência. Estreou em 9/10/2013. Dias 16, 17, 18, 19 e 20/9/2015.
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  • O ator Hugo Possolo investe em um monólogo tragicômico. Também autor do texto, ele interpreta um homem que passa a admirar um vira-lata e sua liberdade. Sob a direção de Rodolfo García Vázquez, Possolo explora sua técnica a serviço de um personagem que tem muito a dizer sobre o cotidiano nos grandes centros. Estreou em 24/5/2013. Até 26/4/2015.
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  • Resenha por Dirceu Alves Jr.: De Beto Moreno. Formada por quatro esquetes, a comédia dirigida por Chico Anysio traz histórias sobre o cotidiano brasileiro. Uma mulher arrependida de ter se casado e três peruas estão entre as personagens. Estreou em 12/01/2012. Até 26/10/2013
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  • A biografia de Franz Kafka e as cartas trocadas entre o escritor e as mulheres que ele amou — em especial Dora Diamant, a última — servem de base para o drama. Na dramaturgia criada por Luis Fernando Pasquarelli, os cinco últimos dias de vida de Kafka são mostrados ao público por meio de fragmentos de obras e delírios do autor, que morreu de tuberculose. A direção é de Bia Szvat e o elenco traz Azê Diniz, Dje Macedo Quiroga e Eduardo Bartolomeu, entre outros. Uma exposição interativa sobre Franz Kafka está no foyer do teatro. Estreou em 24/8/2013. Até 27/10/2013.
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  • Sob supervisão do amigo Fabio Porchat, que também cumpre temporada no mesmo teatro, Marcos Veras apresenta um show de stand-up comedy com situações corriqueiras, inusitadas, que normalmente passam despercebidas pelo público. Piadas sobre a carreira artística, casamento, televisão e música estão garantidos. O humorista ganhou fama com os vídeos do canal Porta dos Fundos e com participações no matutino Encontro com Fátima Bernardes. Estreou em 9/4/2011. Até 27/11/2013.
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  • Até dezembro deste ano, o Teatro Folha irá receber nomes da nova geração do humor. Na programação estão Murilo Couto (Agora É Tarde, da Band), Marco Gonçalves e Renata Gaspar (SNL, da RedeTV!), Edu Nunes (Amigos da Onça, do SBT), Bella Marcatti,  Gustavo Miranda e Adriana Ospina. Isser Korik assina a direção de cena. De 16/8 a 14/12/2013.
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  • Sem violência, um grupo de terroristas ataca o fictício Balneário de Cine. A quadrilha arma um esquema de cooptação das massas usando a poesia. Após ganhar a simpatia da população (e o ódio dos políticos locais), os ativistas contra-atacam de um jeito diferente. O drama é realizado por atores do Núcleo de Dramaturgia Sesi-British Council e pelo Núcleo Experimental de Artes Cênicas do Sesi. Texto, de Daniel Graziane. Estreou em 29/8/2013. Até 8/12/2013.
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  • Em convincente caracterização, João Signorelli revive Mahatma Gandhi (1869-1948) no monólogo escrito por Miguel Filiage e Bene Catanante. Para a nova temporada, deixou o Gandhi, um Líder Servidor para adotar o título atual. Numa espécie de palestra, o líder pacifista indiano aponta possíveis soluções para os conflitos mundiais e repassa sua biografia na forma de uma agradável conversa. Estreou em 23/6/2003. Até 30/11/2014.
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  • De Wilson Coca. O cotidiano de três jovens que dividem um apartamento dá o tom da comédia. Uma é garota de programa, outra é noiva e desconhece que seu futuro marido leva uma vida dupla e a terceira, uma doméstica que adora dançar forró. Com Luziani Baierlle, Janaina Kais e Gisele Saccon. De 25/7/2013 a 31/10/2013.
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  • A principal qualidade da encenação criada por Sérgio Ferrara para o drama Genet, o Poeta Ladrão, escrito por Zen Salles, é ser francamente interessada no público gay. As tentativas existem na cena local. Poucas produções, no entanto, saem do armário a ponto de assumir a pretensão de cativar essa plateia sem cair em opções discutíveis. O óbvio ponto de partida gira em torno do escritor, poeta e dramaturgo francês Jean Genet (1910-1986). Interpretado com expressividade por Ricardo Gelli, Genet, homossexual assumido, foi morador de rua, presidiário, militante político e um dos mais instigantes nomes da literatura do século XX. Já rende história por si só. A dramaturgia de Zen Salles, entretanto, ganha valor ao usar os personagens criados por Genet para melhor explicá-lo. Já na primeira cena, vem a citação da montagem de O Balcão, dirigida por Victor Garcia e produzida por Ruth Escobar, que se tornou emblemática em 1969 por desafiar a ditadura militar. O bordel, principal cenário da peça, atravessa todo o espetáculo, assim como a inclusão de fragmentos de Querelle de Brest, transformando o marinheiro e michê (representado pelo ator Felipe Palhares) um personagem fixo da trama. Em meio ao elenco de nove atores e uma atriz (Gabriele Lopez), outro destaque fica para Nicolas Trevijano na pele do travesti Divina. Longe do óbvio e carregado de fragilidade, o ator equilibra as contradições do papel e consegue fazer a melhor ponte entre o universo de Genet e a violência que atinge os homossexuais ainda no século XXI. Com Fransérgio Araújo, Nicolas Trevijano, Rogério Britto, Felipe Palhares e outros. Estreou em 17/10/2013. Até 12/2/2015.
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  • Em 2010, os atores Carlos Moreno e Mira Haar celebraram em Florilégio Musical a amizade iniciada no grupo Pod Minoga, lá pelos anos 70. A aceitação do projeto rendeu uma continuação, e à dupla se juntou a atriz Patricia Gasppar. Desta vez, o trio homenageia os astros da música brasileira dos anos 30, 40 e 50, época em que o rádio e as grandes vozes dominavam a mídia. Em seis blocos, eles cantam sucessos de Emilinha Borba, Francisco Alves, Nelson Gonçalves e Cartola, entre outros, e, numa ponte com a atualidade, chegam a Michel Teló. A irreverência muitas vezes dá o tom e pode divertir parte dos saudosistas, mas, na falta de uma costura dramatúrgica, a espontaneidade fica diluída no palco. Estreou em 13/10/2013. Até 30/8/2015.
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  • Stand-up comedy

    Fora do Normal
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    4 avaliações
    Se existe uma coisa que dá para constatar no espetáculo de stand-up comedy Fora do Normal, do humorista Fábio Porchat, é que ele sabe se promover. Quando a peça começa, o ator surge de camiseta, jeans e chinelos à frente do palco e pede à plateia, de forma divertida, para tirar o som do celular. Só isso já faz rir. Bom de papo, ele emenda um assunto no outro e conta seus casos. Porchat fala sobre o cotidiano nas grandes cidades, a dificuldade para perder peso (ele já integrou o elenco do quadro de emagrecimento Medida Certa, do Fantástico), as roubadas em que se meteu em viagens... O texto cai algumas vezes em piadas manjadas. Mas a capacidade de Porchat de dar graça ao simples com uma boa interpretação e expressões hilariantes revela-se irresistível. Estreou em 6/9/2013. Até 29/11/2015.
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  • O ator e diretor João Paulo Lorenzon reflete sobre a construção e a destruição das relações amorosas no drama criado em parceria com Arieta Corrêa. Ao lado da atriz Juliana Garcia, ele apresenta a fusão de um casal. Estreou em 9/9/2013. Até 13/5/2014.
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  • Homem na faixa dos 30 anos quer cometer suicídio. Ele pede ao público que entre em sua casa e acompanhe os últimos momentos da sua vida. A partir de 06/04/2013. Reestreia prometida para 7/9/2013.
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  • Parceria do grupo Doutores da Alegria com o diretor Celso Frateschi, a comédia dramática tem criação coletiva inspirada no livro O Homem que Confundiu Sua Mulher Com um Chapéu, do inglês Oliver Sacks. A companhia, especializada em apresentar espetáculos em hospitais, leva ao teatro cenas do comportamento humano protagonizadas por personagens anônimos, que ponderam sobre o limite da saúde e da doença e a importância da memória. Com Heraldo Firmino, Roberta Calza, Soraya Suri Saide e Thais Ferrara. Estreou em 5/10/2013. Até 10/11/2013.
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  • A incansável busca pelo par perfeito sob o ponto de vista masculino é o tema da comédia de Carlos Simões. O autor interpreta Jonas, um rapaz que tenta de todas as maneiras encontrar uma mulher para casar e formar família. Com Hedla Lopes. Estreou em 5/7/2013. Até 1/3/2014.
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  • Inspirado no texto A Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente, Sérgio Carriel e a Cia. do Joçá criaram a comédia que resgata a cultura caipira e discute assuntos como o casamento e a transexualidade. Estreou em 29/8/2013. De 9 a 30/11/2013.
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  • Kaká de Lyma, o nordestino Amado Severo do programa humorístico Uma Escolinha Muito Louca, interpreta o morto Hebert, um sujeito sonhador que sempre resolveu seus problemas como bom humor e originalidade. De 13/9 a 25/10/2013.
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  • A trupe faz sua última apresentação do ano. Duas equipes se confrontam e a plateia, dividida, funciona como uma torcida que aplaude e incentiva seu respectivo time. Dia 3/12/2013.
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  • Escrita por André Roussin, a comédia ganhou adaptação e direção de Carlos Artur Thiré. Uma matriarca italiana (personagem de Rosi Campos) faz de tudo para manter a família unida e bem-vista perante a sociedade. Ela tem dois filhos gêmeos (interpretados por Leonardo Miggiorin), que se comportam de maneiras distintas e não tarda para um deles virar alvo dos vizinhos. Com Carlo Briani e Débora Gomez. Estreou em 2/8/2013. Até 16/3/2014.
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  • Com Cristiano Dramasi, Dani Lavorenti, Diego Freire e Daniel Uemura. Com a ajuda da plateia, que seleciona e sugere temas aos atores, o grupo de atores e humoristas conta piadas e improvisa esquetes. A partir de 23/05/2013.
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  • A protagonista Lena Roque transformou o romance de Viviane Pereira em um monólogo cômico. Nos cinquenta minutos que antecedem um jantar com o pretendente, a personagem exorciza expectativas, frustrações e inseguranças, imaginando como o convidado vai agir. Estreou em 9/10/2010. Até 26/7/2015.
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  • De Lisa Rafferty, Stefanie Cloutier e Sheila Eppolito. Cynthia Falabella, Ester Laccava, Iara Jamra e Luciana Carnieli protagonizam a comédia, que retrata a maternidade por meio de quatro mulheres. A experiência de ser mãe é mostrada através das tentativas de concepção, da gravidez, do parto e da adaptação à rotina com um bebê. O tema rende momentos divertidos e até tocantes, mas sobram narrações e se desperdiça o talento das atrizes. A prova é a cena final, em que a personagem de Ester Laccava relata o primeiro dia em que sua filha foi para a escola. Do riso às lágrimas e sem se apoiar em nenhum outro suporte, ela oferece teatro à plateia. Fica claro que foi isso que faltou no resto da montagem. Estreou em 26/10/2012.
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  • Um musical dentro de uma comédia. A definição dos autores Bob Martin e Don Mc Kellar revela-se igualmente perfeita para a versão brasileira do espetáculo, adaptada com brilho pelo também diretor Miguel Falabella. Ambientada na São Paulo dos anos 20, a trama divertida e simples traz uma madrinha (a travessa Stella Miranda) contratada para pajear uma atriz (Sara Sarres) às vésperas do casamento. Enquanto a história se passa, um narrador (papel de Ivan Parente) explica à plateia alguns truques usados no musical. Ele chega a interromper a montagem para mostrar, por exemplo, que os esquetes feitos com as cortinas fechadas servem para trocar os cenários entre um ato e outro. Esses momentos fazem o público rir. Falabella homenageia no texto alguns intérpretes brasileiros importantes — caso da corista cômica vivida por Kiara Sasso, uma referência à atriz Eva Todor. O elenco reúne ao todo 25 integrantes, entre eles Saulo Vasconcelos, Paula Capovilla e Andrezza Massei. Estreou em 17/8/2013. Até 29/6/2014. Preste atenção... nos belos figurinos criados pelo estilista Fause Haten. Garanta seu lugar: os ingressos ficam disponíveis sempre a partir do dia 20 do mês anterior.
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  • Adaptação de Fransérgio Araújo para obra de Isidore Ducasse (1846-1870). Araújo protagoniza e dirige o monólogo dramático inspirado nas poesias no livro Cantos de Maldoror. Em cena, um homem atormentado com sua existência questiona a razão da vida. Estreou em 05/04/2013. Até 2/11/2013.
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  • O espetáculo dirigido por Beth Lopes conta a história de um grupo de trabalho surpreendido pela inesperada morte de uma colega. Com o tempo, seu computador, agenda e cadeira revelam certa presença virtual. O desconforto cresce quando uma senha que apenas a moça sabia torna-se essencial para o cumprimento de uma tarefa. De João Dias Turchi, o drama evidencia o esforço das personagens em compreender o sentido da amizade e da paixão. Estreou em 7/9/2012. Até 13/10/2013.
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  • Quatro funcionários aceitam participar de uma gincana na empresa em que trabalham. Ao longo das provas, eles começam a levantar suspeitas e refletir sobre o o que estão fazendo. Logo, descobrem que o vencedor será promovido, e os demais serão demitidos ou terão seu salário reduzido. Com Debora Nunes, Glaura Lacerda, Marcelo Masso, Renata Rossini e Zé Alberto Martins. Até 03/11/2013.
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  • Os gaúchos da Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz apresentam o drama criado e dirigido coletivamente com base no romance homônimo da escritora alemã Christa Wolf (1929-2011). Em cena, o mito de Medeia surge em uma versão desconhecida e defende-se de todos os crimes pelos quais foi acusada vida afora, entre eles o infanticídio. Com Tânia Farias, Paulo Flores, Clélio Cardoso, Marta Haas, Eugênio Barboza, Jorge Gil e outros. De 10/10/2013 a 20/10/2013.
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  • Em meio à fartura teatral, espetáculos interessantes correm o risco de passar batidos. Com elementos multimídia, circenses e também dramáticos, Memória Roubada é um desses casos. A parceria das companhias Linhas Aéreas e Solas de Vento com o diretor australiano Mark Bromilow e os canadenses da Cia. Les Deux Mondes consegue ser sofsticada visualmente e oferecer uma dramaturgia facilmente decifrável à plateia. Na trama, uma bibliotecária (interpretada por Ziza Brisola) passa a fazer leituras para uma senhora de 90 anos que está inconsciente em um leito de hospital. Enquanto a velha (representada em off pela voz de Walderez de Barros) delira e relembra fragmentos do passado, a outra mulher começa a montar um quebra-cabeça que remete à sua história pessoal um tanto confusa. Referências ao Estado Novo e à ditadura militar surgem ao lado de situações cômicas dispensáveis. Mesmo que o excesso de cenas faça a duração se estender, a força visual e temática transforma a montagem em um bom exemplo de ambição e capacidade de comunicação. Com Adriana Telg, Bruno Rudolf, Natalia Presser e Ricardo Rodrigues. Estreou em 11/10/2013. Até 9/3/2014.
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  • Dirigida por Michel Bercovitch, a comédia de Regiana Antonini é centrada em um inusitado triângulo romântico. Maria Antônia (interpretada por Milena Toscano) tenta superar o fim do relacionamento com Ricardo Bruno (papel de Marco Antonio Gimenez) e encontrar um novo amor. Ela conhece Fábio, Murilo e Sérgio (todos vividos por Marcello Gonçalves), mas não consegue se livrar da fgura do ex, sempre palpitando em seu cotidiano. Estreou em 4/10/2013. Até 15/12/2013.
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  • O grande autor paulista Jorge Andrade escreveu em 1954 o drama que volta com o Grupo Tapa. Dirigida por Eduardo Tolentino de Araújo, a montagem mostra que teatro bom dispensa efeitos. Sua marca surge nos detalhes, caso da sutil ambientação dos dois planos — o passado e o presente — em um único cenário, ao contrário do previsto no texto. Zécarlos Machado lidera o elenco de seis atores. Na pele de um fazendeiro que na crise cafeeira dos anos 30 perde as terras e a autoridade, ele transmite a amargura exata. Não se conforma diante da acomodação do flho (papel de Augusto Zacchi) ou do esforço da primogênita (Paloma Galasso) para sustentar a casa. Com Deborah Scavone, Roza Grobman e Rodolfo de Freitas. Estreou em 22/2/2008. Até 26/10/2013.
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  • Rodrigo Spina dirige a comédia escrita por William Shakespeare. Na história, os noivos Cláudio (papel de Thiago Gonçalves) e Ero (Bruna Dacal) conspiram com Dom Pedro, o príncipe de Aragão (Lucas Horita), para enganar seus amigos Beatriz e Benedito e fazê-los confessar seu amor um pelo outro. O príncipe, no entanto, está com inveja e planeja sabotar o casamento. Estreou em 7/9/2013. Até 16/12/2013.
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  • Com direção de Yara de Novaes, a comédia dramática é uma adaptação de Paulo Santoro para conto do húngaro Móricz Zsigmond. Esse terno retrato familiar é centrado em um homem (interpretado por Fernando Alves Pinto), que relembra a relação com os pais (os atores Eloisa Elena e Plínio Soares) na infância. Estreou em 18/10/2008. Até 31/10/2013.
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  • Montado em 2009 pela Companhia da Mentira, o drama do autor francês Jean-Luc Lagarce (1956-1995) volta reformulado. Baseada na relação do artista com o público, a montagem traz um ator que repassa sua trajetória diante de plateias desinteressadas e grosseiras. Com Gabriela Flores, Gilda Nomacce, Silvio Restiffe e o também diretor Luiz Päetow. De 27/9/2013 a 20/10/2013.
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  • Em 2006, o ator Marat Descartes e a diretora Georgette Fadel uniram forças no solo Primeiro Amor. O encontro foi de grande impacto e rendeu a Marat o Prêmio Shell de melhor ator no ano seguinte. A parceria é retomada no monólogo dramático do inglês Steven Berkoff e não tem como ela não ser cercada de expectativas. Descartes, claro, é o vigoroso ator que o público já viu em diversas montagens e, mais recentemente, com muita força no cinema. No palco, praticamente nu, ele interpreta um sujeito solitário que trava um embate consigo mesmo às vésperas do Natal. Os amigos desapareceram, as mulheres nunca o acharam nada demais e a família perdeu a paciência com suas manias. O texto, no entanto, soa datado e limitado em sua pretensão de retratar a solidão. O protagonista passa a limpo sem sucesso a agenda telefônica e o final só não é mais óbvio porque ali, sim, Marat Descartes traz à tona o talento de ator. São poucos minutos capazes de causar impacto e mostrar que Georgette Fadel poderia ter contornado as falhas do texto e extraído mais do intérprete. Estreou em 25/9/2013. Até 26/4/2014.
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  • Criaturas esquisitas dominam o universo do escritor Lourenço Mutarelli. Da mesma forma que em seu romance de estreia, O Cheiro do Ralo, flmado por Heitor Dhalia, O Natimorto (2004) mostra a bizarrice como fuga perante o massacre da rotina. Adaptado e dirigido por Mário Bortolotto, a comédia dramática traz Nilton Bicudo na pele de um agente musical incapaz de agir, seja diante da mulher (Martha Nowill), seja diante de seus contatos profissionais. O mais novo deles é uma cantora (vivida por Maria Manoella), cuja voz soa inaudível. Familiarizado com o universo dos perdedores, Bortolotto captou as estranhezas do original em uma encenação minimalista cheia de referências aos quadrinhos e ao cinema. Estreou em 28/11/2007. Até 31/10/2013.
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  • De Marcelo Mansfield. Integrante do programa Agora É Tarde, da Band, o ator Marcelo Mansfield protagoniza mais um standup comedy. Sozinho em cena, ele faz piadas inspirado em tipos comuns e fatos do cotidiano. Estreou em 02/04/2008. Até 3/5/2014.
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  • O clássico escrito pelo francês Jean-Paul Sartre em 1944 continua tinindo. Repleto de subtextos, o drama origina incontáveis leituras. Por isso, normalmente, as encenações costumam ser mais despidas de efeitos mirabolantes ou surpreendentes. Chris Couto, Sabrina Greve e Daniel Infantini interpretam os três estranhos obrigados a conviver em um lugar que seria o inferno. Eles estão sob a vigilância de um homem (papel de Ando Camargo) e, de lá, não podem sair. Logo, precisam se aturar. Não tarda para as intrigas pessoais dificultarem ainda mais as relações. A montagem dirigida por Caco Ciocler não foge à regra inicial. É simples, direta, com as fichas concentradas nos diálogos de Sartre e na força que seus intérpretes são capazes de transmitir. É justamente nesse ponto que a fragilidade do espetáculo se evidencia. Os três protagonistas economizam demais em seus desempenhos e, nessa contensão, empalidecem o vigor das palavras de Sartre ao público. As boas intenções estão por toda parte. Falta, no entanto, uma energia nas atuações que preencha a economia da direção de Ciocler e faça justiça ao peso das palavras originais. Estreou em 4/10/2013. Até 27/10/2013.
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  • De Pasqual Lourenço e Pedro Tudech. Recém-saída de um colégio de freiras, a adolescente Neuzinha tem um sonho: tornar-se sexóloga em um programa de televisão. Sua opressora mãe, porém, tem outros planos para ela: arma seu noivado com um rico fazendeiro. Com Sil Malanzu, Raquel Macedo, Dan Boni e José Moraes. Estreou em 01/03/2002. Até 31/5/2014.
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  • Comédia / Musical

    A Noviça mais Rebelde
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    Entre o improviso e a interação, Wilson de Santos dá vida à Irmã Maria José na comédia musical de Dan Goggin. Como se comandasse um programa de auditório, o ator interpreta a freira que convence a superiora a deixá-la fazer uma participação no show beneficente da irmandade. Para distrair os fiéis, a freirinha promove jogo de bingo, imita as cantoras Ana Carolina, Perla e Joelma e fala da vida pessoal. Também diretor, Santos teve supervisão de Marcelo Médici. Estreou em 13/11/2009. Até 29/10/2016.
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  • Nos últimos sete anos, Antunes Filho mergulhou em obras de Ariano Suassuna, Nelson Rodrigues e Lima Barreto. Com o drama Nossa Cidade, um dos maiores encenadores vivos e o Grupo Macunaíma recuperam o texto do americano Thornton Wilder (1897-1975), lançado em 1938. Sintetizada no cotidiano de duas famílias, a trama traz situações trágicas e cômicas envolvendo os moradores de um município no começo do século XX. No palco, disfarçado de sala de ensaios, o diretor foge de cenários ou adereços complexos e busca uma analogia com o imperialismo americano. Para isso, Antunes constrói uma bela encenação em que as palavras e as ações são priorizadas. O ator Leonardo Ventura representa o “diretor de cena”, que, preso a uma cadeira de rodas, narra e costura os fatos para o espectador. As atrizes Luiza Lemmertz e Naiene Sanchez, como Sra. Webb e Sra. Gibbs, respectivamente, alcançam bons momentos. No mais, o elenco é irregular, um problema recorrente nas recentes montagens de Antunes. Gui Martelli e Mateus Carrieri não comprometem na pele de Dr. Gibbs e Sr. Webb, mas ambos carecem de um peso dramático que os torne marcantes. O mesmo pode ser dito de Ediana Souza e Sheila Faermann. Falta à dupla uma técnica equivalente à relevância das personagens. Estreou em 5/10/2013. Até 12/7/2015.
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  • Famosa por ter participado do quadro Banheira do Gugu do programa Domingo Legal, nos anos 90, Luiza Ambiel estrela a comédia. Ela interpreta uma modelo de carreira internacional que passa por situações vergonhosas depois de se envolver com os tipos errados. Até 26/10/2013.
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  • Integrante do extinto grupo de humor Deznecessários e famoso por integrar o time do televisivo Comédia MTV, Paulinho Serra estrela show de stand-up comedy com piadas, improvisos e personagens. Até 20/12/2015.
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  • O autor e diretor Mário Bortolotto adota o esquema de rodízio no drama. Patricia Vilela, Rennata Airoldi, Aline Abovsky, Liz Reis e Jerusa Franco se alternam nos papéis de uma escritora que se isola para terminar um livro e da amiga que atrapalha os seus planos. Estreou em 27/9/2013. Dia 13/12/2014. 
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  • Comédia / Comédia de improvisos

    Prova de Carinho
    Sem avaliação
    O espetáculo mescla humor de improvisos e homenagem à cidade de São Paulo com trilha sonora de Adoniran Barbosa. Durante a apresentação, os atores pedem que os espectadores mantenham seus celulares ligados e os fotografem.  De 23/7/2013 a 30/10/2013.
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  • Lançado na Broadway em 1997, o musical O Rei Leão, de Roger Allers e Irene Mecchi, é a versão do longa da Disney, de 1994. Portanto, ao conferir a superprodução nos palcos, é quase inevitável que a memória afetiva dos fãs da animação fale mais alto. Os elementos para o encanto da plateia estão todos ali. Cenários e figurinos caprichadíssimos, uma iluminação sob medida, capaz de fazer saltar aos olhos os efeitos de manipulação de bonecos, e um elenco afinado de 53 atores para cantar as letras compostas por Gilberto Gil (nem sempre fluentes e complementares à dramaturgia) adaptadas dos originais de Elton John. A trama mostra Simba (interpretado por Tiago Barbosa, quando adulto), o herdeiro do trono de Mufasa (o ator César Mello), o Rei Leão. Ao crescer, Simba envolve-se em uma série de artimanhas do tio Scar (Felipe Carvalhido), que planeja se livrar do sobrinho para ganhar o poder. Com direção de Julie Taymor, a montagem cumpre a promessa de ser um show, um torpedo repleto de efeitos para um público ávido de emoções. Falta, no entanto, espontaneidade às atuações. Um dos poucos a sobressair é Ronaldo Reis, intérprete do suricato Timão, capaz de imprimir bom humor ao personagem. Estreou em 28/3/2013. Até 14/12/2014. Na quinta (11), haverá sessão extra, às 16h. + Veja os bastidores do musical O Rei Leão + Saiba onde jantar depois de assistir ao espetáculo
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  • Alguns espetáculos, especialmente solos, são veículos certeiros para o brilho de um bom ator. Sob a direção de Ana Paz, o monólogo dramático escrito pelo americano Martin Sherman é um exemplo. Na pele de uma senhora de 79 anos que enfrenta um período de luto judaico, o shivah, Debora Olivieri presenteia o espectador com um impressionante desempenho. Capaz de aliar técnica e emoção, a atriz paulistana de 55 anos dispensa a maquiagem e surpreende ao investir na modulação da voz, nos gestos trêmulos e na postura para driblar a diferença de idade. Rosa é uma senhora judia que, sentada em uma cadeira no palco vazio, conta sua trajetória de vida. Relembra a infância sofrida em uma aldeia ucraniana, comenta a passagem pelo Gueto de Varsóvia, a perda de uma filha e a reconstrução da vida nos Estados Unidos até os dias atuais. Com todas as fichas depositadas no trabalho de Debora, a direção de Ana Paz, no entanto, mostra-se contida e quase invisível. Essa economia de recursos aliada ao imenso texto, algumas vezes, dá um peso excessivo à montagem. Boa parte da plateia, porém, não disfarça a emoção com a história de superação de Rosa e garante a Debora um momento memorável como intérprete, tão segura e sincera, que impede a sobreposição do depoimento ao teatro. Estreou em 7/10/2013. Até 10/12/2013. Coincidência: quando leu o texto pela primeira vez, a atriz Debora Olivieri ficou surpresa ao notar que a personagem nasceu na mesma aldeia que sua avó e sua bisavó. + Leia entrevista com a atriz Debora Olivieri no blog do Dirceu
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  • O grupo Sobrevento, especializado em teatro de bonecos, apresenta a adaptação de Sandra Cargas e Luiz André Cherubini para peça do filósofo espanhol Miguel Unamuno (1864-1936). Dom Manuel (o ator e manipulador Maurício Santana) é um padre que carrega a dúvida da existência de Deus. Com o também diretor Luiz André Cherubini, Sandra Vargas e mais três músicos. Estreou em 17/1/2013. Até Dias 14 e 15/6/2014.
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  • O diretor Marcelo Marcus Fonseca abre as portas da sede de sua companhia, o Teatro do Incêndio. Para marcar a estreia da sala para 120 espectadores, na Rua da Consolação, foi escolhido o bem-sucedido drama São Paulo Surrealista. As contradições da metrópole servem de tema para o musical, lançado em 2012 na casa noturna Madame, na Bela Vista. Escrita e dirigida por Fonseca, a peça promove uma reflexão social sob um disfarce surreal. Os vanguardistas Mário de Andrade (o ator Gustavo Oliveira) e Patrícia Galvão (Gabriela Morato) convidam dois franceses, o dramaturgo Antonin Artaud (Luiz Castro) e o escritor André Breton (vivido pelo diretor), para um passeio por São Paulo. A desigualdade de classes, a homofobia, a religiosidade e o conservadorismo dos dias atuais dão o tom das cenas e chocam os turistas, acostumados à liberalidade europeia de quase um século atrás. Amparados por dois músicos, 25 atores cantam temas entre a sátira e a poesia. Estreou em 2/3/2012. Até 2/11/2014.
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  • Uma das noites de stand-up comedy mais antigas e tradicionais de São Paulo. Grandes comediantes já fizeram parte do elenco do Segundas Cômicas, dentre deles Marcelo Adnet, Fábio Rabin e Danilo Gentili. Atualmente, o elenco é composto por destaques da nova geração: Fabiano Cambota, Murilo Gun, Nando Viana, Renato Tortorelli, Rogerio Vilela.  Toda segunda três deles se revezam no palco e trazem um convidado especial. Em cartaz por tempo indeterminado. 
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  • Guilherme Leme dirige a comédia em que personagens como Chevrolet, Edinho, Mangueira, Vanderley, Peixoto e Pança, todos desempregados, se reúnem para bolar ideias mirabolantes de como ficarem milionárias. Até 20/10/2013.
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  • O drama escrito por Lucy Kirkwood trata do tráfico de mulheres e é dirigido por Mônica Granndo. Na história, Dijana (papel de Marcela Grandolpho) é levada para a Europa, onde acaba obrigada a se prostituir. De 6/9/2013 a 13/10/2013.
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  • De Tom Crivelaro. O autor protagoniza o monólogo cômico. Um homem divaga sobre suas sensações quando veste cuecas e como cada uma interfere na sua personalidade.
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  • Sob a direção de Hermano Leitão, os atores apresentam monólogos do bardo inglês das peças Hamlet, Otelo, Trabalhos de Amor Perdidos e O Mercador de Veneza em tom de comédia. Com Claudiane Carvalho, Gabriel Monteiro, Rogério Favoretto e outros. Estreou em 6/9/2013. Até 22/11/2013.
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  • A comédia é interpretada por Lailtinho e Amadeu Maya. O último interpreta uma mulher que trabalha num saguão de aeroporto. Até 14/12/2013.
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  • Lançado em 2010, o espetáculo Mulheres Alteradas foi a primeira e bem-sucedida incursão do diretor Eduardo Figueiredo ao universo da cartunista argentina Maitena. Lá, as personagens fugiam de clichês em uma trama linear. Com dramaturgia de Miguel Paiva, a comédia Superadas não encontra a mesma afinação e resulta em uma sucessão de esquetes um tanto óbvios na busca da diversão. A peça é centrada em quatro mulheres reunidas em uma festa. Marta (Flávia Guedes), Margarida (Catarina Abdalla), Marisa e Patrícia (ambas representadas por Mel Lisboa) enfrentam crises. O público até ri (pouco) diante de piadas sobre estética, manias e discordâncias entre homens e mulheres, mas esses tipos parecem pertencer a um outro mundo e não ao das tiras tão críticas e inteligentes de Maitena. Raphael Viana se divide nos papéis masculinos. Estreou em 11/10/2013. Até 9/3/2014.
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  • Um diálogo entre a cidade e os moradores é a proposta inicial desenvolvida pelo drama que reabre o Ágora Teatro, na Bela Vista. Explicitamente associado a São Paulo, o roteiro baseado em criação coletiva foi finalizado pelo diretor Celso Frateschi e surpreende por não ficar restrito ao cotidiano dos paulistanos. Pode ser facilmente comparado ao do de qualquer metrópole. As dezoito cenas nasceram de flagrantes ocorridos em táxis, pontos de ônibus e até numa agência funerária e podem ser classificadas como exemplares do teatro de mensagem. Não aquele que se limita a fazer o público refletir sobre o que viu, mas também pode influenciar em suas ações coletivas. Diante da ambiciosa proposta, o espetáculo ganha importância por transitar por diversos gêneros. As situações passam pela perspectiva social, pelo intimismo e até pelo tragicômico. Algumas delas, como a do casal em fase de separação, fracassa na tentativa de ampliar demais o leque de temas, mas minimiza o tom político aflorado. O quadro protagonizado pela servente de uma escola – com as atrizes Belize Pinheiro, Daniela Theller e Fernanda Hartmann revezando-se no papel – é o melhor. Tem consistência dramatúrgica, é bem interpretado e apresenta uma encenação desafiadora. Também merecem atenção o diálogo ambientado em uma funerária em que uma mulher (vivida por Daniela Theller) procura organizar o próprio velório e a cena narrada por Fábio Takeo – como se fosse um locutor esportivo – sobre o estresse no trânsito. No elenco ainda aparecem Francisco Wagner, Teca Pinkovai e Celso Frateschi em participações pequenas e pontuais. Estreou em 20/9/2013. Até 10/11/2013.
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  • Também autora de Os Adultos Estão na Sala, Michelle Ferreira assina o suspense. Homofobia, violência e impunidade estão entre os temas abordados. Ana Paula Grande e Bruna Anauate interpretam um casal de lésbicas que enfrenta o preconceito de um morador do prédio onde vivem. Estreou em 17/7/2013. Até 28/9/2014.
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  • Em outubro de 2001, a atriz e diretora Grace Gianoukas idealizou um projeto humorístico composto de solos de diversos comediantes. Em poucas semanas, a Terça Insana gerou um entusiasmado boca a boca — e, desde lá, foram mais de 2 200 apresentações em palcos paulistanos e do restante do país, 400 espetáculos diferentes, dois registros em DVD e 500 personagens. Disposta a investir em novos formatos, a encenadora decretou o fim da Terça Insana e preparou uma turnê de despedida, Adiós, Amigos, que ocupa o Teatro Bradesco de sexta (19/12) a domingo (21/12/2014). Dez atores que já passaram pelo projeto, como Luis Miranda, Marco Luque, Arthur Kohl e Roberto Camargo, foram convidados para participações. Tipos memoráveis para os fãs da montagem marcarão presença no roteiro, entre eles a mal-humorada Mulher-Limão e a diva viciada em Lexotan Aline Dorel, duas impagáveis criações de Grace.   Leia entrevista com Grace Gianoukas sobre o fim da "Terça Insana".
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  • Adaptação de Maria Garcia para romance de José de Alencar. Em uma fazenda do interior paulista, quatro adolescentes descobrem o amor e os prazeres da vida. Ao mesmo tempo, são obrigados a fazer escolhas. Com Felipe Pajé, Nicole Baldasso, Douglas Abreu e outros. Estreou em 18/4/2012. Até 29/10/2014.
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  • Sob a direção de Dan Stulbach, o drama do americano David Lindsay-Abaire foi visto na cidade com os atores Reynaldo Gianecchini e Maria Fernanda Cândido nos papéis principais. O texto volta com o elenco reformulado. Bianca Rinaldi e Anderson Di Rizzi defendem os protagonistas, um casal que luta para refazer a vida depois de um fato inesperado: a perda do filho. Com Neusa Maria Faro, Simone Zucato e Rafael de Bona. Estreou em 21/9/2013. Até 14/6/2015.
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  • Sucesso desde 2008 com diferentes elencos, a comédia traz personagens portadores de TOC, o transtorno obsessivo-compulsivo, na antessala de um consultório. Como o médico nunca aparece, a solução é iniciar uma terapia grupal. Com Dulcineia Dibo, Dídio Perini, João Bourbonnais, Luciana Caruso e outros. Estreou em 10/5/2008. Até 29/3/2015.
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  • Diferentes histórias sobre o universo masculino dão o tom da comédia do croata Miro Gavran. Juan Alba, Deniz Victorazo e o também diretor Flávio Faustinoni se revezam entre os personagens e vivem três grandes amigos que percebem a relação abalada e um dono de uma boate com difculdade para encontrar strippers. Estreou em 4/10/2013. Até 28/6/2015.
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  • Sucesso há 30 anos, a comédia de Marcos Caruso é baseada na suspeita de adultérios múltiplos. Uma empregada (papel de Anastácia Custódio) envolve seus patrões e dois casais em confusões. Com Ivan de Almeida, Carla Pagani, Tânia Casttello, Miguel Bretas e outros. Estreou em 24/8/1989. Até 11/12/2016.
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  • Sob a direção de Jô Soares, Adriane Galisteu, Otávio Martins e Petrônio Gontijo protagonizam a comédia romântica de Richard Greenberg. Walker (Otávio), sua irmã Anna (Adriane) e o amigo Pip (Petrônio) são flhos de dois arquitetos já falecidos, Ned e Theo, e estão envolvidos com uma herança. É do passado que vem a explicação. Em 1960, os jovens Ned (Otávio) e Theo (Petrônio) sonham com o sucesso profssional. Ned, porém, se apaixona por Lina (Adriane), namorada de Theo. Estreou em 25/7/2013. Até 15/12/2013.
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  • Comédia

    Tribos
    VejaSP
    62 avaliações
    Na comédia dramática Vermelho (2012), Antonio Fagundes apresentou o filho Bruno oficialmente ao público. Naquela trama, um consagrado artista plástico e o jovem assistente viviam conflitos, em um inevitável jogo de espelhos. Menos de três meses depois do fim da turnê do espetáculo, a dupla estreou a perturbadora e divertida comédia Tribos, escrita pela inglesa Nina Raine e dirigida por Ulysses Cruz. Está explícito que a energia juvenil de Bruno contaminou o pai a ponto de fazê-lo apostar em uma encenação moderna, com um elenco numeroso e sem protagonismos, capaz de dialogar com diferentes gerações. Billy (papel de Bruno) nasceu surdo em uma família pouco convencional em que todos podem ouvir. Os pais politicamente incorretos (vividos por Fagundes e Eliete Cigaarini) o criaram em um casulo e não se conformam com a dependência dos outros dois filhos (Guilherme Magon e Maíra Dvorek). A situação se desestabiliza de vez quando Billy se apaixona por Silvia (a atriz Arieta Corrêa), uma garota que começa a ensurdecer depois de adulta. Com diálogos afiados e repletos de acidez, o texto é estruturado em nove cenas que abordam a surdez metafórica nas relações pessoais. Como sempre, Fagundes brilha ao aproveitar o histrionismo do personagem, e Bruno mostra potencial na pele do deficiente auditivo em busca de identidade. Sobressai também Guilherme Magon. O ator investe em uma sutil interiorização para fortalecer o irmão deprimido de Billy. Estreou em 14/9/2013. Até 13/12/2015.
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  • Escrita por Rafael Primot, a comédia Trinta e Três Dedos Bem Aquecidos propõe uma abordagem contemporânea de temas atemporais: a solidão, o amor, o desgaste das relações e a baixa autoestima. Para isso, a trama reúne uma bailarina (a atriz Dani Moreno), um piloto de corrida (o ator Caio Paduan), um taxista (papel de Primot) e uma assistente social (interpretada por Clarissa Kiste), além de uma strip­per e seu namorado (vividos por Dani e Paduan), em cenas inicialmente desconexas. Repletas de humor negro, as situações demoram a situar o espectador e isso se torna um tanto cansativo. Clarissa e Primot alcançam bons momentos, mas fica a sensação de que o texto poderia ter chegado ao palco de forma mais inventiva. Direção de Alexandre Reinecke. Estreou em 20/9/2013. Até 3/11/2013.
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  • Depois de mostrar o universo de Franz Kakfa em Niklasstrasse, 36, o autor e diretor René Piazentin, ao lado dos atores da Cia. dos Imaginários, mergulha na obra do inglês Lewis Carroll (1832-1898) com a personagem Alice. O drama percorre muitos caminhos para tratar de um tema delicado: a aceitação da morte. A protagonista (a atriz Luana Frez) é uma menina que despenca em um lugar desconhecido e depara com incríveis criaturas, como o Chapeleiro Maluco, o Dodô, a Lagarta e a Rainha. Estreou em 5/10/2012. Até 7/11/2013.
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  • Em 28 de dezembro de 2013, a peça de Nelson Rodrigues completou setenta anos. Marco do moderno teatro brasileiro, a montagem apresentava uma fragmentada estrutura em três planos — realidade, alucinação e memória — encenada pelo polonês Ziembinski. Desde então, o drama se transformou em desafio para os diretores, sobretudo pela dificuldade de levá-lo ao palco com clareza e criatividade. Eric Lenate traz renovações à dramaturgia aliadas a um visual contemporâneo. Alaíde (Gabriela Fontana) é uma jovem de classe média, casada com Pedro (Jorge Emil), que, depois de ser vítima de um atropelamento, vasculha o passado com a ajuda da cafetina Madame Clessi (Lavínia Pannunzio). Dividida entre a moral burguesa e a curiosidade mundana, ela descobre em sua irmã, Lúcia (a atriz Luciana Caruso), a principal rival. Entre os recursos usados por Lenate estão a concentração da maior parte da ação do presente em um filme projetado sob o ponto de vista de Alaíde e a fusão da alucinação e da memória praticamente no mesmo plano. Os personagens ganham contornos amplos. Gabriela interpreta uma Alaíde à beira da histeria, aliviando assim Lúcia do título de única vilã. Mais irônica, a Clessi de Lavínia surge equilibrada, com a função de levar o espectador ao questionamento sobre as virtudes e os pecados de cada um. A principal qualidade da peça, no entanto, é a nítida busca por desvendar caminhos ainda possíveis sem descaracterizar a trama. Estreou em 20/9/2013. Até 15/12/2013. A primeira versão: a montagem dirigida por Ziembinski estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro com os atores amadores lina Grey, Stella Perry, Auristela Araújo e Carlos Perry.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO