Passeios

Os trinta melhores programas para fazer na capital sem esfolar o bolso

Comer em food trucks, optar pelo menu executivo, escolher o dia em que museus não cobram pela entrada são boas maneiras de curtir a cidade sem gastar muito

Por: VEJA SÃO PAULO - Atualizado em

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A metrópole está com o custo de vida cada vez mais alto, em especial para os moradores que frequentam restaurantes, bares e costumam ir a shows e ao cinema. Entre janeiro e julho, por exemplo, os ingressos para ver filmes tiveram aumento de 6,5% na cidade, quase o dobro da inflação (sem falar nos gastos com estacionamento, pipoca etc.). Em relação aos bilhetes de teatro, a variação foi de 18,9% no mesmo período.

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Quem resolve sair de casa para comer fora também vai sentir uma desagradável fisgada no bolso. Levantamento de VEJA SÃO PAULO realizado em 700 endereços da capital mostra elevação nos preços de até 87% em alguns estabelecimentos neste ano. Couvert e serviço de valet se destacam entre os principais vilões.

Turbulência na economia, grana mais curta e reajustes de preços sucessivos. Receita pronta para ficar em casa, certo? Errado. Prova disso é a lista especial desta reportagem com trinta dicas de programas bem acessíveis. Comer em food trucks, optar pelo menu executivo, escolher o dia em que museus não cobram pela entrada e aproveitar sessões de cinema com desconto são algumas delas.

Um bom ponto de partida no roteiro anticrise é a 31ª Bienal de São Paulo, que será aberta ao público no sábado (6). Confira essa e outras sugestões nas próximas páginas.

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  • Acessórios

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  • Pizzarias

    Vica Pota

    Rua Alagoas, 549, Higienópolis

    Tel: (11) 3825 2913 ou (11) 3825 5512

    VejaSP
    9 avaliações

    Vizinha ao Parque Buenos Aires, a pizzaria foi fundada por ex-funcionários da tradicional Camelo. Confortável, o ambiente conta com uma parede de tijolos à mostra, uma fila de luminárias e um bonito mezanino. Fisgam o visitante pelo paladar coberturas como a verona (R$ 83,00), que equilibra presunto cru, queijo brie e geleia de pimenta em quantidade moderada, e a vica pota (R$ 79,00), de presunto, mussarela e azeitona verde.

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • A caninha vem ganhando cada vez mais a simpatia dos boêmios. De olho neles, alguns rótulos têm “incentivado” balcões bacanas da cidade a incluir a aguardente em suas criações (até o classudo Baretto oferece drinques com a bebida, da Leblon). A partir de sábado (13/9), profissionais de catorze endereços participam do festival Conexão Cambraia. O destilado da marca, envelhecido por um ano em barris de carvalho, serve de matéria-prima para coquetéis como o ginger braia (R$ 19,50), do Paribar, que leva xarope de gengibre, suco de limão-cravo, Cointreau e um toque de curaçau blue. No romântico Platz, o cambraia rose (R$ 26,00) junta à bebida licores de rosa e de lichia mais uma unidade da própria fruta. Martinho, barman do Ranieri Pipes, lança mão de café, licor Amaretto e mel em seu honey coffee (R$ 25,00). O evento vai até 11 de outubro.
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  • Bar-restaurante

    Bottega BottaGallo

    Rua Jesuíno Arruda, 520, Itaim Bibi

    5 avaliações
  • Chás

    The Gourmet Tea

    Rua Mateus Grou, 89, Pinheiros

    Tel: (11) 2691 2755

    VejaSP
    6 avaliações

    São cinco as unidades da marca, a mais recente delas um quiosque no Shopping Eldorado. As grandes estrelas, é claro, são as infusões, dispostas em latinhas coloridas sobre o balcão. Há 38 delas, cultivadas de maneira orgânica, sobretudo na China e na Índia. Podem-se levar os potes para casa ou pedir a bebida para tomar ali mesmo. Agrada a combinação de chá-verde e menta marroquina, cheia de frescor, a R$ 9,00 (220 mililitros). Se a ideia é adoçar o dia, tem crumble de maçã servido morninho, que pode ganhar sobre ele uma bola de sorvete de baunilha (R$ 19,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • O desafio de adaptar Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, para o teatro pode ser um dos mais complicados. Isso porque a história da menina perdida em um mundo de fantasias em busca de um coelho branco é repleta de passagens surreais, como quando ela aumenta e diminui de tamanho. Essa missão foi vencida com sucesso em Alice — O Musical, com roteiro assinado por Max Oliveira, também diretor, e Alice Zamur, que vive a protagonista. No cenário, uma estante torna-se uma ótima e criativa solução para vários momentos do espetáculo, no qual Alice surge já adolescente. Ao iniciar a leitura de um livro em seu quarto, ela vê criaturas saindo do velho móvel. De lá, por exemplo, o chapeleiro maluco (Thiago Sak) puxa uma mesa e promove a louca festa do chá. O objeto também é o ponto principal de uma das passagens mais impressionantes do musical, quando pernas e braços infláveis saem das portinhas, representando o crescimento de Alice depois que ela toma uma poção. As músicas são executadas ao vivo pelo elenco, completado por Márcio Godoy e Adriano Tunes. Estreou em 5/10/2013. Até 27/7/2015.
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  • Eletrônica

    Hot 83

    Rua Brasiliense, 163, Jardim Caravelas

    Tel: (11) 5641 2200

    Sem avaliação

    Quando a balada sertaneja Brook’s abriu, há quase dois anos, chamou atenção a dimensão do seu camarote na parte superior: uma área com lounge, pista, bar e um fumódromo totalmente independente, ainda que interligada por escadas. Desde maio, esse espaço ganhou nome, Hot 83, e uma porta de entrada só para ele. O ambiente atrai jovens de 18 a 25 anos, que dançam ao som de hip-hop às sextas e eletrônico aos sábados. Por ali, é comum ver garotas de short jeans e boné de aba reta que destoam das mulheres de saia e salto alto que circulam nas festas e shows sertanejos. Durante a noitada, quem está na Hot 83 pode trocar de ambiente e estilo musical e dar o ar da graça na Brook’s.

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  • Em tempos de Bienal, a cidade começa a se encher de boas atrações. Um das melhores pedidas é a mostra Ciclo, inspirada na produção de Marcel Duchamp. Há 101 anos, o artista francês colocou uma roda de bicicleta em cima de um banquinho e afirmou que aquela composição era arte. Nasceram dali os ready mades, trabalhos feitos a partir de produtos industrializados. Na exposição, com curadoria de Marcello Dantas, estão peças de catorze artistas de diferentes países que usam objetos do cotidiano como matéria-prima e dão a eles novos significados. A portuguesa Joana Vasconcelos mistura exuberância e intimidade em A Noiva, um lustre composto de 20.000 absorventes femininos. Para abordar a decadência dos ideais americanos, Petah Coyne expõe uma peruca grisalha de 3 metros de altura, surpreendentemente confeccionada a partir de um trailer da década de 50 que virou um emaranhado de fios de aço após passar por uma máquina de reciclagem. Não faltam números superlativos, caso da instalação montada com 100.000 palitos de dente e outra que precisou de 700.000 copos plásticos — todas com um efeito visual fascinante. No dia 6 de setembro, novos itens foram incorporados à seleção. Entre eles a escultura Gumhead, do canadense Douglas Coupland, na qual o público poderá colar chicletes, e a maquete de São Paulo construída com doces e balas pelo chinês Song Dong. De 23/8/2014. Até 27/10/2014. +Armas, palitinhos de dente e chiclete viram obras de arte em mostra +Artista mexicano transforma armas em instrumentos musicais +Público devora escultura feita de doces no CCBB +Público pode colar chiclete em escultura no centro +Maquete de São Paulo feita de doces será devorada no sábado
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  • Cinco exposições imperdíveis

    Atualizado em: 15.Ago.2016

    Confira as mostras paulistanas mais bem avaliadas
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  • Os dois filmes protagonizados por Glória Pires e Tony Ramos foram sucesso de bilheteria — somaram mais de 9 milhões de espectadores no cinema. A história, inegavelmente, funciona. Com adaptação de Flávio Marinho e encenação de Alonso Barros, o roteiro levado às telas por Daniel Filho chegou aos palcos. Se Eu Fosse Você, o Musical tem trama similar à do primeiro longa. Em plena crise conjugal, Helena (Claudia Netto) e Claudio (Nelson Freitas) decidem se separar e, de repente, se veem em meio a uma inusitada troca de corpos. Ela virou homem e, agora, Claudio é a mulher da relação. A dupla surpreende ao dar plena conta do recado em atuações divertidas, quase no limite da caricatura, mas dentro do tom cômico. Vinte e dois atores completam o elenco, entre eles Fafy Siqueira, no papel da mãe de Helena. No entanto, a montagem sofre de um problema crucial. A trilha sonora, formada por irresistíveis sucessos de Rita Lee, não foi composta para o espetáculo e raras músicas fazem algum sentido na dramaturgia. Você vai ouvir Miss Brasil 2000, Esse Tal de Rock’n Roll, Doce Vampiro e Amor e Sexo, todas bem interpretadas, principalmente por Claudia Netto, mas sem função alguma na trama. E, em um musical, as canções servem para embasar a história, certo? Estreou em 14/8/2014. Até 14/12/2014.
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  • Três perguntas para Marcelo Médici

    Atualizado em: 5.Set.2014

    O ator divide a cena com Ricardo Rathsam na comédia Cada Dois com Seus Pobrema, que traz nove personagens, três deles novos, ao Teatro Shopping Frei Caneca
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  • Com direção e dramaturgia de Renato Andrade, esta comédia alcançou relativo sucesso em 2005. O texto, completamente apoiado em músicas para narrar uma ciranda amorosa, transforma-se em um prato cheio para os saudosistas. Temas de Fábio Jr., Wando, Sandra de Sá, Seu Jorge, Ana Carolina e outros marcam presença. Repaginada, a peça volta em uma produção mais bem embalada. Na trama, Marvin (interpretado por Wilson de Santos) ama Carol (papel de Flávia Garrafa), que é apaixonada por Tadeu (o ator Rodrigo Sant’Anna), seduzido por Diana (Dani Moreno). Paulinho Serra surge como o apresentador de um programa de encontros. Por vezes divertida, a montagem transforma-se em uma cilada para o elenco, que não explora a dramaturgia em cima dos versos. A exceção fica por conta do ótimo Wilson de Santos. Na pele do nerd Marvin, ele constrói tão bem seu personagem que consegue tirar a obviedade das citações e se distanciar da previsibilidade dos colegas. Estreou em 1º/8/2014. Até 28/9/2014.
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  • Instant Article

    Melhores peças em cartaz

    Atualizado em: 8.Dez.2016

    Veja algumas montagens que valem o ingresso
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  • Cavalera Conspiracy, banda que reuniu os irmãos Max (voz e guitarra) e Iggor Cavalera (bateria) em 2007 depois de uma década afastados, é o principal nome da edição de estreia do Metal Manifest. Prometido para novembro, o novo disco do grupo seria produzido pelo prodígio da música eletrônica e ex-LCD Soundsystem James Murphy (por causa dele, rolou uma especulação sobre uma aproximação dos metaleiros com as sonoridades digitais). No fi m, a parceria com Murphy não deu certo e o álbum Pandemonium ficou nas mãos de John Gray, que trabalhou com Max na Soulfly. O primeiro single do CD, Bonzai Kamikaze, evidencia: estão ali a brutalidade das baquetas de Iggor, os riffs violentos e o gutural de Max. Eles mostram ainda favoritas do Sepultura, como Territory e Roots Bloody Roots, junto de Marc Rizzo (guitarra) e Nate Newton (baixo). Abrem essa noite da pesada Krisiun e Korzus, dois dos grandes grupos do gênero no país. Dia 12/9/2014.
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  • Quando Reginaldo Rossi morreu, em dezembro, mulheres apaixonadas e homens de orgulho ferido se viram órfãos. Edmilson “Macaquito” (bateria), Ernesto Praça (trompete), Binno Batista (baixo), Marcílio Alves (teclado) e Jorge Silva (guitarra), os músicos que o acompanharam por 35 anos, também ficaram sem chão. Reunidos agora com o nome The Rossi, eles relembram o Rei do Brega com o pernambucano China. O cantor, que nunca escondeu o apreço pelo conterrâneo, entoa Garçom e Mon Amour, Meu Bem, Ma Femme, além das menos conhecidas Pare Pare e Desterro. Dia 11/9/2014.
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  • O semideus da mitologia grega, filho de Zeus e da rainha Alcmena, tem sido maltratado pelo cinema americano em 2014. Depois do pavoroso épico de ação lançado em fevereiro, com o inexpressivo Kellan Lutz no papel principal, este novo Hércules transforma o personagem em um super-herói perdido numa trama quase sempre no piloto automático. Há avanços, no entanto. O jeitão bem-humorado do protagonista Dwayne Johnson cai bem, por exemplo. Inspirado numa história em quadrinhos, o roteiro tenta equilibrar o lado conhecido do mito — há um resumo veloz de seus doze trabalhos na abertura — e hipóteses mais realistas sobre sua característica, digamos, humana. Se ganha pontos pela agilidade, a narrativa deixa a desejar no enredo chinfrim: aliado a um grupo de mercenários, o fortão vai à luta para pôr freio nos planos de dominação de um rei sem escrúpulos (interpretado por John Hurt). Até lá, muitas cabeças de figurantes digitais rolarão com o objetivo, tudo indica, de exibir o maior número possível de efeitos em 3D. O Hércules anabolizado poderia ter rendido uma fusão vibrante de HQ e cinema, à la 300 e Sin City. Mas, sem ânimo para levar a brincadeira pop às últimas consequências, o diretor Brett Ratner (da cinessérie A Hora do Rush) decepciona ao se contentar com o meio-campo entre a tradição e a ousadia. Estreou em 4/9/2014.
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  • Em maio de 2011, o então diretor do FMI Dominique Strauss-Kahn foi preso em Nova York acusado de abuso sexual por uma camareira. O processo desmoronou um mês depois, quando promotores puseram em dúvida a versão da vítima. Para o cineasta Abel Ferrara, no entanto, o caso não está encerrado. Em seu novo drama, o realizador desenterra o escândalo real e, com muitas liberdades e sem expor sequer o nome do executivo, compõe o perfil de um homem repugnante, autodestrutivo e viciado em sexo (vivido por Gérard Depardieu). A primeira meia hora de fita descreve, em sequências quase explícitas, extravagâncias sexuais tão patéticas quanto as encenadas por Leonardo DiCaprio em O Lobo de Wall Street, por exemplo. A diferença é que Ferrara invade a intimidade do figurão com um registro sombrio e denso — por isso, de difícil digestão. Revelado pelo cinema independente dos anos 90, o nova-iorquino virou cult com dramas de baixo orçamento e altíssimo impacto, como O Rei de Nova York (1990) e Vício Frenético (1992). Aqui, amparado por uma interpretação destemida e arrebatadora de Depardieu, demonstra não ter perdido o gosto por um cinema furioso. Consequência previsível: durante o Festival de Cannes deste ano, Strauss-Kahn anunciou a intenção de processar os produtores do filme. Estreou em 4/9/2014.
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  • Filha da cineasta Tata Amaral, de Um Céu de Estrelas e Hoje, a paulistana Caru Alves de Souza herdou da mãe ao menos um talento: a habilidade de filmar questões sociais complicadas a partir de histórias intimistas. Em sua estreia como diretora de longa-metragem, ela propõe boas provocações sobre como a Justiça lida com a criminalidade juvenil. Essa discussão vem à tona num drama pungente que mostra dois personagens cujas trajetórias perigam ser separadas pela força da lei. A advogada recém-formada Helena (Rita Batata) trabalha como defensora pública de crianças e adolescentes no Fórum de Santos. Em casa, ela cuida de Caio (Giovanni Gallo), com quem mantém um laço intenso de cumplicidade e carinho. A primeira metade da trama abusa do lirismo (acentuado por canções delicadas de Tatá Aeroplano e Junior Boca) para mergulhar o espectador no dia a dia dessa relação. Os ares de tragédia se tornam inevitáveis quando o rapaz se envolve em um assalto e acaba detido. No Festival do Rio de 2013, a fita dividiu com O Lobo Atrás da Porta o prêmio de melhor filme. Estreou em 4/9/2014.
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  • Comédia dramática

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    Atualizado em: 8.Dez.2016

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  • Após o ótimo desempenho nas bilheterias de A Culpa É das Estrelas, o público pode esperar por uma onda de dramas sobre trágicas histórias de amor entre adolescentes. Esta adaptação do best-seller de Gayle Forman (publicado nos Estados Unidos em 2009, três anos antes do livro de John Green) segue a receita capaz de levar a plateia às lágrimas, mas acrescenta a ela uma atmosfera espiritualista no melhor estilo Ghost — Do Outro Lado da Vida (1990). Também narrada em primeira pessoa, com a franqueza envolvente de um diário, a trama abre baqueando o espectador mais sensível. Em um dia de muita neve, um acidente na estrada interrompe de forma escabrosa o passeio da família da jovem Mia Hall (Chloë Grace Moretz). O espírito da garota vaga a esmo e, no hospital mais próximo, descobre que a garota está em coma. Pior: o pai, o irmão e a mãe não se encontram em melhor situação. A partir de então, Mia deve escolher entre seguir o caminho da luz ou permanecer na terra. Um bom motivo para optar por ficar é o roqueiro Adam (Jamie Blackley), com quem ela vive um romance intenso. Para aliviar o enredo deprê por natureza, flashbacks arejados mostram os primeiros flertes, as brigas bobas, as tentativas de conciliação... Não compensam, contudo, o sentimentalismo forçado de um roteiro que faz tudo para emocionar. Estreou em 4/9/2014.
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  • O primeiro gol

    Atualizado em: 5.Set.2014

Fonte: VEJA SÃO PAULO