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Saiba o que rola nos acampamentos do Tomorrowland

Brasileiros e estrangeiros que ocupam o DreamVillage apontam vantagens e desvantagens de ficar na área de camping

Por: Juliene Moretti e Bárbara Oberg - Atualizado em

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Cerca de 20 000 pessoas, entre brasileiros e estrangeiros, decidiram enfrentar a maratona do Tomorrowland hospedadas no DreamVillage, área reservada para as barracas. O espaço possui quatro tipos de acomodação: chalés com capacidade para receber quatro pessoas, as barracas mais elaboradas (lodges) com colchão, barracas mais simples (easy tends), e camping, onde o interessado precisa levar a própria instalação. Os ocupantes do espaço chegaram na quinta (30), quando participaram de uma festa de recepção.

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No segundo dia de festa, neste sábado (2), eles compartilharam as impressões que tiveram do festival. "A organização é o maior problema", disse a mexicana Dora Gutierrez, de 26 anos, hospedada na Easy Tend. Acompanhada de mais quatro amigas, Dora veio da cidade de Tabasco, no México, para a primeira edição do festival no Brasil. "É a melhor festa do mundo, estive também em Atlanta em 2013. O problema aqui é que ninguém fala espanhol ou inglês."

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A paulista Monike Ellen, de 21 anos, afirma animada que está feliz com a limpeza dos banheiros. "Tomar banho está supertranquilo, só ficou faltando as tomadas para secar o cabelo e passar chapinha." Cada banho no DreamVille custa 3 tokens, o que equivale a R$ 16,50. "Os homens parecem ser maioria por aqui, de manhã eles enfrentam filas bem grandes", comenta Monike.

Matheus Santin e Felipe Saraiva, ambos com 21 anos, vieram do Rio Grande do Sul e estão instalados no camping. A dupla reclama da falta de sombras da área. "Precisamos improvisar para ficar longe do sol", diz Saraiva. 

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Mais confortáveis, Maiara Almeida e Ellen Marnie, também de 21 anos, optaram pelo Lodge, um tipo de tenda mais aconchegante. "Aqui nós ficamos mais reservadas, não tem muito barulho", comenta Maiara. "O festival é incrível, mas os preços são muito salgados", finaliza Ellen.

Fonte: VEJA SÃO PAULO