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O que acontece nesta segunda (9): programas para as crianças

Atrações para curtir com a garotada

Por: Redação VEJINHA.COM - Atualizado em

A Guerra dos Botões
'A Guerra dos Botões': mais uma versão cinematográfica do livro de Louis Pergaud (Foto: Divulgação)

+ O que fazer nesta segunda (9)

  • Parques de diversão

    Wet’n Wild

    Rodovia Dos Bandeirantes, Km 72, Fazenda Tamburi

    Tel: (11) 4496 8000

    7 avaliações

    Localizado a 60 quilômetros da capital, tem 7 milhões de litros de água e 25 atrações. O Vortex, inaugurado no dia 19 de outubro de 2014, fica a 24 metros do chão, o equivalente a um prédio de seis andares. Durante a queda de 12 metros, a boia que comporta até seis pes­soas por vez pode atingir a velocidade de 70 quilômetros por hora. No meio do to­bogã, um funil gigante, com 18 metros de diâmetro, aumenta a adrenalina. Outra atração é o Kamikaze, com dois tobogãs de 18 metros. No R4lly, a criançada pode encarar, com a cabeça para a frente e a barriga para baixo, os 100 metros de extensão do escorregador que imita um espaço de corrida. São quatro "pistas" e a velocidade da descida chega a 60 quilômetros por hora. Os menorzinhos vão gostar do Lazy River. Ali, eles flutuam por uma suave correnteza numa espécie de rio de 320 metros de extensão.

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  • Parques

    Casa de Pedra

    Rua Venâncio Aires, 31, Perdizes

    Tel: (11) 3879 6800

    VejaSP
    Sem avaliação

    Brincar sozinho não tem graça na Casa de Pedra. A melhor forma de curtir o parque de escalada indoor é acompanhado, seja pelos pais ou pelos instrutores do local. O motivo? É necessário sempre que alguém segure a corda de segurança dos alpinistas. Os iniciantes podem começar se aventurando em duas paredes menores, com cerca de 2 metros cada uma. Elas podem ser desbravadas sem os equipamentos de apoio. Caso o participante se desequilibre e caia, colchões macios estão dispostos para amortecer o impacto. Para conseguir subir cada vez mais alto, além de usar a força nos braços e nas pernas, é preciso estar atento às marcações na parede. Elas indicam o caminho até o topo, distante 14 metros do chão, e são uma forma de medir seu progresso. Outra dica indispensável é usar roupas confortáveis e que deixem as crianças com os movimentos bem livres. Apesar de o local oferecer sapatilhas, a quantidade é limitada — o mais indicado é sair de casa de tênis. Quem tem medo de altura mas quer aprender outra prática esportiva pode testar seu equilíbrio no slackline, uma fita esticada sobre a qual o objetivo é (tentar) caminhar de uma extremidade a outra, sem cair.

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  • Desde o lançamento do primeiro episódio da cinessérie “A Era do Gelo”, em março de 2002, o universo da animação digital se expandiu numa velocidade extraordinária. Com o avanço do 3D, o formato ficou mais ambicioso e espetacular. Curiosamente, essa tendência ao gigantismo não alterou o ingrediente mais saboroso da franquia da Blue Sky Studios. “A Era do Gelo 4”, a exemplo dos anteriores, destoa da média — e agrada — ao insistir num charme até antiquado. O humor da trama flui com leveza e despretensão, no clima de velhas atrações da TV. A fórmula, felizmente, ainda não se deixa derrubar pelo cansaço. Sobrevive inclusive à ausência do cineasta carioca Carlos Saldanha, responsável pelos outros capítulos. Hoje empenhado na continuação do desenho “Rio” (prevista para 2014), ele cedeu lugar a Mike Thurmeier, codiretor de “A Era do Gelo 3”, e Steve Martino, de “Horton e o Mundo dos Quem!”. A dança de cadeiras mal se nota na tela. Talvez porque o integrante mais divertido da turma continue a ser o melhor personagem de Saldanha: o esquilo Scrat. Eternamente em busca da noz perfeita, essa mascote azarada transita intrépida no mundo paleolítico no qual vivem o mamute Manny, o tigre Diego e o bicho-preguiça Sid. E rouba a cena de novo. É o próprio roedor, aliás, quem desata as reviravoltas desta sequência. O bichinho, engolido por uma rachadura no solo, vai parar no centro da Terra e provoca uma onda de terremotos. De tão potente, o impacto separa os continentes do planeta. Acaba sobrando, é óbvio, para o trio liderado por Manny. Atirados no oceano, eles se equilibram sobre uma calota gelada, à deriva. Aventuras mais perigosas os aguardam quando ficam na mira de piratas grosseirões e de criaturas mutantes. Não espere pela perspicácia das incríveis criações da Pixar ou da Aardman (produtora do recente “Piratas Pirados!”). Essa aventura ingênua nem se esforça para transportar o espectador a terras desconhecidas. A intenção parece muito mais modesta — revisitar personagens que, cativantes, fazem por merecer mais uma matinê amalucada. Estreou em 29/06/2012.
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  • Publicado pela primeira vez em 1912, o romance antimilitarista de Louis Pergaud (1882-1915) não perdeu o viço. Nesta versão, o diretor transpõe a narrativa, ambientada originalmente no fim do século XIX, para a França do início dos anos 60. Enquanto os adultos lutam na Guerra da Argélia, os meninos das aldeias de Longeverne e de Velrans planejam estratégias de confronto, equipados com espadas de madeira e balões de tinta. O colorido suave da fotografia não dissolve uma das características mais admiráveis do texto de Pergaud: observar o universo infantil com ternura, mas sem ingenuidade nem condescendência. Estreou em 06/07/2012.
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  • Resenha por Tatiane Rosset: Adaptação do livro Fábulas por Telefone, de Gianni Rodari, pela Cia. Delas. O Senhor Bianchini é um vendedor de remédios que passa seis dias da semana viajando a trabalho e deixa sua filha em casa. A menina só consegue dormir depois de ouvir a voz do pai. Pontualmente às 21h, ele telefona para a garota e narra fantásticas aventuras. Os contos se tornam tão interessantes que, do outro lado da linha, quatro curiosas telefonistas escutam tudo às escondidas. Fernanda Castello Branco, Julia Ianina, Lilian Damasceno, Paula Weinfeld e Thaís Medeiros, atrizes da Cia. Delas, fazem um ótimo trabalho. Estreou em 17/04/2011.
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  • Resenha por Miguel Barbieri Jr.: No terceiro (e mais empolgante) episódio da cinessérie de animação, a Dreamworks (mesmo estúdio de "Shrek" e "Kung Fu Panda") faz uma aposta acertada na ação. Na trama, a girafa Melman, a hipopótama Gloria, o leão Alex e a zebra Marty criam um plano para deixar a África, onde levam uma vida muito pacata. Eles querem voltar para o zoológico onde moravam, no Central Park, em Nova York, e, no itinerário da aventura, fazem escalas em Monte Carlo, Roma e Londres. Estreou em 07/06/2012.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO