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Anhembi não será privatizado, diz SPTuris

Presidente da entidade, Wilson Poit, diz local está defasado, mas que reformulação será por meio de parceria público-privada

Por: Pedro Henrique Tavares - Atualizado em

Anhembi
Prefeitura busca parceria público-privada para remodelar o Anhembi (Foto: Divulgação)

O Anhembi deve passar por uma restruturação. As mudanças vão acontecer por meio de uma parceria público-privada (PPP). A informação foi confirmada pelo secretário de turismo de São Paulo e presidente da São Paulo Turismo, Wilson Poit. De acordo com ele, o objetivo da prefeitura é remodelar o complexo, que abriga o Sambódromo e um centro de convenções. “Entendemos a importância desta reforma. O local está defasado e precisa de uma estrutura melhor.”

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O edital deve ser lançado até o dia 15 de maio. No entanto ainda não há modelo de parceria definido para a reformulação do espaço com 400 000 metros quadrados. “Temos que ouvir os interessados. Mas, por enquanto, o que existe são sugestões”, disse.

Nesta segunda-feira (27), o jornal Folha de S.Paulo publicou reportagem informando que o Anhembi será privatizado. Em nota, a assessoria de imprensa da SPTuris negou que o lugar será vendido. 

Outro edital

No mês de janeiro, outro edital foi lançado para o Anhembi. Contudo o objetivo do chamamento era encontrar parceiros na construção de uma arena multiuso, destinada a eventos esportivos e shows. Com capacidade para 20 000 pessoas e 21 600 metros quadrados, o empreendimento poderia atrair até 1 milhão de turistas por ano à capital. O espaço ficaria na esquina da Marginal do Tietê com a Rua Professor Milton Rodrigues, onde hoje há prédios administrativos da SPTuris, próximo à concentração do Sambódromo.

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Segundo o secretário Wilson Poit, nove empresas manifestaram interesse. “Estamos conversando com as candidatas para escolher o melhor projeto possível.” O contrato será firmado por meio de concessão, em que a prefeitura cede o direito de uso do terreno. O equipamento será construído com capital privado, com retorno obtido por meio de exploração comercial.

Fonte: VEJA SÃO PAULO