Cinema

Quatro belas atrizes em cartaz na cidade

Jennifer Lawrence aparece como a protagonista em Jogos Vorazes - Em Chamas e Scarlett Johansson é uma mulher difícil de ser conquistada em Como Não Perder Essa Mulher

Por: Miguel Barbieri - Atualizado em

Azul É a Cor Mais Quente
Adèle Exarchopoulos vive tórrido romance com outra mulher no longa Azul É a Cor Mais Quente (Foto: Divulgação)

Achar atrizes bonitas em Hollywood não é tarefa difícil. Mas, na temporada 2013, algumas se destacaram por sua beleza diferente e exuberante. Separamos as quatros atrizes mais belas em cartaz na cidade. Confira:

Azul É a Cor Mais Quente

Revelação do drama lésbico vencedor da Palma de Ouro em Cannes, a francesa Adèle Exarchopoulos, de 20 anos, foi escolhida, junto de Cate Blanchett (Blue Jasmine), a melhor atriz do ano pelos críticos de Los Angeles.A fita estreou na semana passada e continua em cinco cinemas.

Jogos Vorazes - Em Chamas
Jennifer Lawrence é a estrela da rentável franquia Jogos Vorazes - Em Chamas (Foto: Divulgação)

Jogos Vorazes — Em Chamas

Jennifer Lawrence, uma das novas queridinhasde Hollywood, já tem um Oscar de melhoratriz (por O Lado Bom da Vida) e deveser indicada em 2014 pelo ainda inédito Trapaça.Neste segundo episódio de Jogos Vorazes,cartaz de 32 salas, a atriz, de 23 anos,mostra uma invejável forma física.

Jovem & Bela
A atriz francesa Marine Vacth, de 23 anos, é a estrela do longa Jovem & Bela (Foto: Divulgação)

Jovem & Bela

É impressionante a desenvoltura de Marine Vacth em seu terceiro longa. Francesa de 23 anos, a moça faz cenas picantes de sexo e traz uma sensualidade combinada à inocência do fm da adolescência no papel de Isabelle. Dirigido por François Ozon, o flme segueno Espaço Itaú 5 e no Reserva Cultural 3.

Como Não Perder Essa Mulher
Scarlett Johansson é uma mulher difícil de ser conquistada no longa Como Não Perder Essa Mulher (Foto: Divulgação)

Como Não Perder Essa Mulher

Desde que apareceu em Encontros e Desencontros dez anos atrás, Scarlett Johansson não saiu mais de cena, virou estrela e musa de Woody Allen. Está nas telas no papel de uma mulher difícil de ser conquistada na comédia dirigida pelo ator Joseph Gordon-Levitt, em dezessete complexos.

  • Entre outros prêmios, Azul É a Cor Mais Quente levou a Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano e  foi escolhido o melhor filme estrangeiro pela Associação dos Críticos de Nova York. O diretor tunisiano Abdellatif Kechiche (de O Segredo do Grão) não se intimida em mostrar um relacionamento de mulheres com todos os pingos nos is. Vale o aviso: o longa-metragem possui três longas cenas de sexo bem pesadas com as protagonistas, Léa Seydoux e Adèle Exarchopoulos. Ambas também foram laureadas em Cannes. Magníficas, as duas entregam-se de corpo e alma aos papéis. Jovem descobrindo a sexualidade, Adèle (papel da atriz homônima) está num momento complicado da vida. Ela tem um namoradinho, mas quase nenhum prazer no sexo. Seu cotidiano muda radicalmente ao se aproximar de Emma (Léa), uma lésbica mais velha e assumida. O roteiro é elíptico: são etapas de um relacionamento construído de afinidades, rusgas e rupturas. Não fosse o erotismo explícito, o drama passaria por um arguto registro realista do amor, suas vertentes e fases. Prevaleceu, contudo, a polêmica. Estreou em 6/12/2013.
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  • Nesta segunda parte, reduziram a matança quase a zero e sobrou muita falação. Praticamente 45 minutos do filme são dedicados a explicar o que aconteceu a Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) e Peeta Mellark (Josh Hutcherson) ,após eles terem burlado as regras e, assim, vencido a competição do 74º jogos mortais. Amigos do Distrito 12, eles inventaram ser namorados e, agora, posam de celebridades como pombinhos apaixonados. Mas o Presidente Snow (Donald Sutherland) não está contente com a situação fora da Capital. Os outros distritos, revoltados, estão armando uma rebelião. Eis, então, que ele tem a ideia de jogar novamente Katniss na arena mortal. O 75º torneio só terá vencedores das outras edições e, sem chances de sobreviver, ela possivelmente seria morta. Uma hora dos longos 146 minutos da história se passa numa floresta onde ocorre o famigerado torneio. Há raríssimas mortes (ao contrário do episódio original) e muitos efeitos digitais fantasiosos para assustar os competidores, como macacos ferozes e uma névoa venenosa. Para tudo isso existe uma explicação que, confusamente, surge nos minutos finais. Além de não empolgar, Jogos Vorazes – Em Chamas não tem fim. Espere pela continuação da saga em 2014 e, pelo desfecho, em 2015 (a terceira parte será dividida em duas). Estreou em 15/11/2013.
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  • Diretor francês, François Ozon tem uma carreira de formidáveis longas-metragens, a exemplo de Sob a Areia, O Tempo que Resta e Ricky. Seu novo trabalho, embora um pouco inferior aos anteriores, possui um ponto de partida polêmico e um desenrolar sem julgamento moral. No drama, Isabelle (Marine Vacth) completa 17 anos na companhia dos pais e do irmão caçula numa casa de praia. Um turista alemão, por quem a menina se encantou, a convence a perder a virgindade. Isabelle curte o momento, porém sem nenhum prazer. Na volta a Paris, a moça toma uma decisão e, sem medir as consequências, vira garota de programa. Encontra-se com homens casados em hotéis e começa a faturar uns bons euros. Até o dia em que a combinação de diversão e grana vira um pesadelo. Estreou em 22/11/2013.
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  • O ator Joseph Gordon-Levitt (A Origem) estreia na direção de um longa-metragem nessa comédia romântica de premissa instigante. Ele próprio interpreta Jon, um sedutor profissional que, embora hábil na paquera, gosta mesmo de pornografia. Seu destino, porém, sofre um revés ao conhecer a estonteante Barbara (Scarlett Johansson), uma mulher difícil de ser conquistada. Com Julianne Moore. Estreou em 6/12/2013.
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Fonte: VEJA SÃO PAULO