Especial

Os anjos da guarda das crianças necessitadas de São Paulo

Conheça paulistanos que se dedicam a menores carentes, vítimas de maus-tratos ou com problemas de saúde

Por: Carolina Giovanelli e Júlia Gouveia

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Neste domingo (12), muitos pais pretendem proporcionar um Dia das Crianças divertido aos filhos, seja pensando no presente ideal, seja bolando atividades bacanas. Outros adultos também estão fazendo esforço parecido, porém por garotos e garotas desconhecidos, que demandam cuidados especiais. São eles verdadeiros anjos da guarda, como uma segunda família, que dedicam não só este fim de semana mas toda uma vida a ajudar e proteger menores que se encontram em situação de risco ou enfrentam problemas de saúde. Por meio do trabalho em ONGs e instituições sem fins lucrativos, batalham para levar amor, carinho e atenção aos necessitados.

Os projetos e motivações de cada um são variados. A jornalista Renata Costa, por exemplo, perdeu a filha recém nascida por causa de um problema cardíaco exatamente no Dia das Crianças, em 2011. Fundou, então, uma ONG que oferece festanças em datas comemorativas na ala infantil de hospitais públicos. “Entendo a dificuldade que essas famílias estão passando”, diz.

Veja fotos da infância de famosos como William Bonner e Caio Castro

O lar transitório Casa Bakhita, na Zona Leste, é especializado em cuidar de bebês abandonados pelos pais, às vezes ainda na maternidade, ou retirados deles por problemas com drogas ou extrema pobreza. “Fazemos a diferença na vida deles com amor”, afirma a irmã Judith Lupo, presidente da ONG Nossa Senhora do Bom Parto. A entidade cuida do espaço junto com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, que possui uma rede de 2 500 vagas para acolher crianças e adolescentes em situação de risco na cidade. Mas nem sempre o governo dá conta de suprir todas as necessidades dessa turma. Na ONG Sonhar Acordado, voluntários põem a mão na massa para realizar sonhos ou promover passeios culturais para crianças carentes.

Nas matérias abaixo, confira esses e outros projetos de pessoas que beneficiam tantos jovens paulistanos:

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  • Acessórios / Decoração

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  • Em sua terceira edição, a Semana da Cozinha Regional Italiana reúne vinte restaurantes da capital de sábado (18) ao dia 25. A ideia é explorar receitas típicas de alguma parte do país da bota. Neste ano, o evento tem a participação de até nove chefs da Itália. João de Lima, do Aguzzo Cucina e Vino (Rua Simão Álvares, 325, Pinheiros, 3083-7363), recebe o italiano Giovanni Guarneri, do Don Camillo, localizado em Siracusa. Juntos, eles preparam receitas sicilianas. O penne alla norma, ao molho de tomate, berinjela e ricota, e a costeleta de cordeiro com batata ao alecrim são as opções de prato principal. O almoço, em três etapas, sai por R$ 59,00, e o jantar, em quatro tempos, por R$ 120,00. Vindo do estrelado Indaco, na cidadezinha de Lacco Ameno, Pasquale Palamaro dá expediente na Maremonti (Rua Padre João Manuel, 1160, Jardim Paulista, 3088-1160) ao lado de Rômulo Giponi. O cardápio, voltado para a região da Campânia (R$ 55,00 e R$ 95,00), inclui espaguete alla putanesca e maminha alla pizzaiola.
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  • Cantina / Trattoria

    Cantina D'Angelo

    Rua Humaitá, 258, Bela Vista

    Tel: (11) 3106 4274

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    7 avaliações

    Cabe um aviso sobre o esquema de funcionamento da cantina fundada pelo falecido italiano Luigi D’Angelo e sua esposa Assunta Mazza D’Angelo. Num sistema bem familiar, a filha Rosa e seu marido, Raffaello, podem, por exemplo, decidir fechar a casa antes do previsto num jantar de pouco movimento. Essa surpresa inconveniente não se repete nunca no almoço, principalmente nos fins de semana. Tem cara de domingo em família a refeição composta de berinjela à parmigiana (R$ 32,00) seguida de espaguete ao molho de vôngole (R$ 61,00) ou ao brócolis com bastante alho (R$ 43,00). Para dividir, como todo o cardápio, a perna de cabrito acompanhada de batata corada mais brócolis sai por R$ 178,00.

    Preços checados em 13 de abril de 2016.

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  • Bares variados

    Veríssimo

    Rua Flórida, 1488, Brooklin

    Tel: (11) 5506 6748

    VejaSP
    7 avaliações

    Perto de completar uma década, este bar não perde o agito, sobretudo na happy hour. Mérito do gaúcho Marcos Livi, que continua incrementando o cardápio com ótimas pedidas. De sotaque espanhol, o pintxo, que intercala polvo e batatas ao murro em um espetinho, vem bem temperado com páprica e azeite (R$ 20,00). Para quem pretende compartilhar a comida, o entrevero de pato é a melhor pedida e consiste em deliciosas cestinhas de tapioca com queijo de coalho preenchidas pela carne da ave mais aïoli e couve crocante (R$ 36,00, oito unidades). Para beber, chope Stella Artois (R$ 10,00).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Salgados

    Torteria

    Rua Alagoas, 28, Higienópolis

    Tel: (11) 2306 9755

    VejaSP
    Sem avaliação

    Basta dar a primeira garfada na massa de textura perfeita para comprovar que algumas das melhores tortas da cidade são servidas aqui. Torça para encontrar a ótima versão de frango com requeijão ao aroma de limão-siciliano (R$ 16,00) ou a de carne desfiada na cerveja preta com cebola caramelada (R$ 19,00) — esta em tamanho grande, suficiente para até oito pessoas, custa R$ 99,00. No almoço dá para pedir o sabor do dia ao lado de uma salada verde e quinoa por R$ 28,00. A refeição fica completa e mais feliz com a tortinha de banana com doce de leite e gotas de chocolate (R$ 9,00 o pedaço).

    Preços checados em setembro/outubro de 2016.

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  • Como sempre, tudo está em paz na Felizlândia, onde o rei Nicolau (Ivan Capua) vive com simplicidade e só pensa no bem-estar do povo. Ele é conhecido por dizer sim a todos os pedidos dos súditos e, não diferente disso, autoriza o casamento da filha Irene (Erica Castanheiro) com um plebeu. Na peça O Rei e a Coroa Enfeitiçada, os preparativos para a festa seguem tranquilamente, até que o duque de Urticária (Henrique Cassalade), irmão do monarca, elabora um plano para tomar o poder. A ideia do vilão é provar ao povo que o rei não tem mais condições de governar porque enlouqueceu. Para atingir o objetivo, Urticária presenteia o líder com uma coroa enfeitiçada por uma bruxa, e logo ele fica doidinho. Agressivo, o monarca passa a procurar alucinadamente uma galinha dos ovos de ouro imaginária. Leves, as cenas arrancam risos do público. A garotada se diverte principalmente com o duque, uma figura muito cômica que tenta, mas não consegue estimular a plateia a ajudá-lo em suas maldades. Bem coreografados, os números musicais ajudam a animar o espetáculo. Completam o elenco Gustavo Haddad, Fafá Rennó, Alexandre Vasconcelos, Pedro Bacellar e Nalin Junior.  Estreou em 27/9/2014. Até 8/2/2015.
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  • Os duros anos em que ditaduras militares tomaram conta de diversos países da América do Sul deixaram marcas que perduram até hoje. A fim de registrar essas cicatrizes, o fotógrafo português João Pina procurou sobreviventes e familiares de vítimas nos últimos nove anos. O resultado pode ser visto na exposição Operação Condor, em cartaz no Paço das Artes. A mostra leva o nome da aliança política formada para combater os opositores desses regimes. São 113 imagens em preto e branco de antigos guerrilheiros, mães que nunca mais viram seus filhos, militantes... Além de personagens brasileiros, como Josias Gonçalves, que retornou à região do Araguaia para ser clicado por Pina, estão exibidas fotos do julgamento de militares argentinos e de enterros de vítimas cujos parentes receberam as ossadas recentemente. As obras mais impactantes são as de esqueletos sendo catalogados e as da série Salas de Tortura. Nelas não há pessoas, apenas os lugares usados para isso no passado. Com uma luz dramática, ele registrou, por exemplo, a antiga sede do DOI-Codi, na Vila Mariana. Trata-se de uma montagem pesadona, é verdade, mas de valor histórico fundamental. De 24/9/2014. Até 7/12/2014.
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  • Monólogo dramático

    Marica
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    5 avaliações
    O dramaturgo espanhol Federico García Lorca (1898-1936) cresceu com uma frase em seu ouvido que se tornou cada vez mais sonora: ”Esse menino parece diferente...”. Autor das peças Bodas de Sangue e A Casa de Bernarda Alba, ele foi perseguido pela ditadura franquista e morto em represália ao seu discurso político e por ser homossexual assumido. As décadas se passaram, e esses temas permanecem incômodos ainda no século XXI. Por isso, o monólogo dramático Marica, escrito pelo cubano Pepe Cibrián Campoy, se mostra uma importante ferramenta para pensar sobre a atualidade. O ator Washington Luiz recria os últimos instantes de vida de Lorca. Cara a cara com o assassino, o protagonista repassa os 38 anos vividos, devolve provocações e propõe uma reflexão sobre o papel de cada um na sociedade. Sob a direção minimalista e sensível de Marcio Aurelio, Washington Luiz aproveita o precioso texto que tem nas mãos. Sem ser didático nem tendencioso, o autor apresenta Lorca em uma dramaturgia rica em detalhes e simbologias. Mesmo quem jamais teve uma referência do espanhol acompanha atento a história e fica penalizado diante da represália que lhe foi imposta. Estreou em 3/10/2014. Até 11/9/2015.
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  • Em meio a tantas releituras de clássicos, o dramaturgo Sérgio Roveri e o Grupo Folias tiveram a coragem de mexer na tragédia grega de Eurípides. Rebatizada de Medeia: 1 Verbo, esta adaptação coloca a protagonista (interpretada por Nani de Oliveira, convincente) em uma penitenciária, mostrando como foi seu castigo depois de ter sido acusada de um ato extremo. As evidências mostram que Medeia matou os dois filhos para se vingar do marido, Jasão (papel de José Geraldo Jr.). Ele a deixou para ficar com outra mais jovem (a atriz Ana Nero). O próprio Eurípides (representado por Gabriel Esteves de Castro) observa tudo de perto e redefine o destino da personagem. Quem lhe dá as orientações é Creonte (vivido por Dagoberto Feliz), uma espécie de diretor do  destino de todos. Grande trunfo do texto, a metalinguagem torna-se um tanto cansativa no palco. A montagem capitaneada por Marco Antonio Rodrigues fica exigente demais à medida que o tempo passa, em parte pela atuação do elenco secundário e pela falta de linearidade. Assim como a protagonista, a encenação é redimida pela ousadia, mas não provoca o que poderia no conjunto. Estreou em 5/9/2014. Até 31/5/2015.
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  • Fundado em Curitiba, o Balé Teatro Guaíra está em temporada de comemoração de seus 45 anos. Em duas sessões, une-se ao Balé da Cidade, um ano mais velho que o grupo paranaense, para uma dobradinha no Auditório Oscar Niemeyer. A companhia paulistana exibe Cantata, montagem de Mauro Bigonzetti que estreou em janeiro. Com viés melodramático, traz canções típicas e forte influência da cultura da Itália. Em seguida, o elenco visitante interpreta A Sagração da Primavera, versão coreográfica da portuguesa Olga Roriz para a célebre composição do russo Igor Stravinsky. Dias 17 e 18/10/2014.
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  • O aniversário de 70 anos de Chico Buarque, celebrado em junho, já rendeu algumas homenagens na cidade. No teatro, por exemplo, o mês de agosto foi marcado pelas montagens de Ópera do Malandro, O Grande Circo Místico e Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos. Agora, um grupo de nove convidados se reúne para prestar tributo ao cantor e compositor no espetáculo Música e Transformação. O clima entre os artistas que sobem ao palco será de nostalgia. Brothers of Brazil, Nina Becker, O Terno, Blubell, Saulo Duarte e a Unidade, Felipe Cordeiro e Criolo relembram antigos sucessos, como Cotidiano, A Banda, Deus Lhe Pague e Olhos nos Olhos, além das faixas Não Existe Pecado ao Sul do Equador, Jorge Maravilha, Anos Dourados, Deixe a Menina e Retrato em Branco e Preto. De mais novo, há a interpretação da banda Aláfa para Sinhá, faixa presente no disco Chico, de 2011. Elza Soares encerra a apresentação com Meu Guri. Dia 19/10/2014. Atenção: o evento começará uma hora mais tarde, às 19h.
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  • O livro Trash, do inglês Andy Mulligan, tem a trama ambientada num país do Terceiro Mundo. Produzida pela O2, de Fernando Meirelles, e comandada pelo diretor Stephen Daldry (Billy Elliot), também inglês, a adaptação ganhou o Rio de Janeiro como cenário de uma aventura de tintas dramáticas. Na trama de Trash — A Esperança Vem do Lixo, o adolescente Rafael (Rickson Tevez) encontra uma carteira com dinheiro, foto, bilhete e uma chave. Catador em um lixão, o menino divide a grana e o segredo com seu amigo Gardo (Eduardo Luis). Os problemas surgem no dia seguinte, quando um policial aparentemente inofensivo (interpretado por Selton Mello) vai ao local à procura do objeto. Os colegas se calam e vão pedir ajuda a um terceiro companheiro, Rato (Gabriel Weinstein). O trio, então, consegue descobrir que o dono da carteira (papel de Wagner Moura) trabalhou para um candidato a prefeito. Em estética escorada em Cidade de Deus, Trash possui, entre seus pontos positivos, a espontaneidade na atuação do trio de protagonistas, todos estreantes. Além disso, o ritmo pulsante entrega à plateia uma fita de ação de sabor brasileiro. Algumas coisas, contudo, desandam. A exploração da faceta político-social do país, composta de policiais truculentos e deputados corruptos, soa falsa, assim como a “obrigação” de ter no enredo personagens estrangeiros, a exemplo do padre feito por Martin Sheen e da professora de inglês incorporada por Rooney Mara. Estreou em 9/10/2014.
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  • O francês Sylvain Chomet revelou-se um bom diretor de animações na realização de As Bicicletas de Belleville (2003) e O Mágico (2010). Em seu primeiro longa-metragem com atores, busca um estilo próprio, mas consegue apenas fazer um borrão de trabalhos alheios, a exemplo dos filmes de Jean-Pierre Jeunet (Amélie Poulain). Um protagonista para lá de apático pouco contribui para a trama ganhar interesse. Nela, o trintão Paul (Guillaume Gouix) perdeu os pais quando tinha 2 anos e, desde então, ficou mudo. O rapaz mora com duas tias excêntricas (Bernadette Lafont e Hélène Vincent), que o incentivam na carreira de pianista. Uma vizinha, porém, vai ajudar Paul a resgatar as memórias de infância e injetar certo ânimo em seu cotidiano. Estreou em 9/10/2014.
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  • Katiele Fischer é mãe de Anny, uma menina de 5 anos que sofre de epilepsia refratária. Por causa da rara doença, a garota chega a ter convulsões de duas em duas horas. Como nenhum remédio no Brasil faz efeito, os pais dela decidem importar dos Estados Unidos um medicamento à base da Cannabis sativa. Proibido pela Anvisa, o canabidiol serve de alívio para Anny e também dá forças para Katiele lutar na Justiça pelo bem-estar de sua filha. Este drama foi contado pela primeira vez numa reportagem do jornalista Tarso Araújo para a revista SUPERINTERESSANTE, da Editora Abril. Em seguida, Araújo fez um curta e, em parceria com o cineasta Raphael Erichsen, transformou-o neste documentário de alto impacto para a opinião pública. Ainda um tema polêmico, a legalização da maconha para fins medicinais ganha um registro ágil, formado por depoimentos elucidativos e relatos estarrecedores. Estreou em 9/10/2014.
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  • Dorothy acaba de retornar ao Kansas, onde nasceu, e logo é levada por um arco-íris de volta ao mundo de Oz, acompanhada do cãozinho Totó. Lá, a Cidade das Esmeraldas está sob o domínio do vilão Bufão, que transformou a princesa Glinda num ser inerte. A menina precisa do apoio de seus amigos para a paz reinar. Na jornada até o encontro com o Espantalho, o Leão e o Homem de Lata, Dorothy se vê diante de perigos, mas depara também com outros personagens dispostos a ajudá-la. O colorido farto e alguns tipos graciosos (como a boneca de porcelana) podem até contentar a criançada. Mas o excesso de cenas musicais, a falta de ritmo da narrativa e uma técnica de animação ultrapassada tendem mais a levar ao aborrecimento generalizado. Estreou em 9/10/2014.
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  • Annabelle era a assustadora boneca surgida na fita de terror Invocação do Mal, lançada um ano atrás. Para mostrar como ela “nasceu”, o roteirista Gary Dauberman situa a trama no início da década de 70, época em que Charles Manson ganhou a mídia por liderar uma seita satânica. De arrancada promissora, a história enfoca o drama de um casal da Califórnia. A costureira Mia (Annabelle Wallis) e o médico John (Ward Horton) estão à espera do primeiro filho quando ocorre o brutal assassinato de seus vizinhos. Mia entra em choque, quase perde a criança e precisa ficar de repouso. No quarto do bebê, decorado com bonecas, uma delas demonstra estar possuída pelo mal. A ambiência sinistra e os apelos de horror por meio de efeitos sonoros tentam fisgar o espectador na base dos sustos fáceis e programados. Um clímax frouxo contribui para tornar o filme ainda mais dispensável. Estreou em 9/10/2014.
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  • Merece um puxão de orelha quem traduziu o título original The Physician para O Físico. Desde o início deste drama de época, nota-se que o protagonista pretende atuar como médico. Ele é Rob Cole (Tom Payne), um inglês do século XI e assistente de um curandeiro (Stellan Skarsgard), acusado de charlatanismo. Com a intenção de entender melhor a medicina e praticá-la, Cole segue para a Pérsia, onde o experiente Ibn Sina (Ben Kingsley) cuida de pacientes num hospital. Embora a recriação seja impecável, a trama ganha um tratamento novelesco, zerando, assim, seu comprometimento com o realismo. Estreou em 9/10/2014.
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    Atualizado em: 10.Out.2014

Fonte: VEJA SÃO PAULO