Criminalidade

Polícia prende suspeito de matar universitária em Suzano

Camila Beraldo Talarico e o namorado, Kaue Kamezawa, foram baleados na cabeça no último domingo (31)

Por: Thais Reis Oliveira - Atualizado em

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Camila Beraldo, de 25 anos, foi baleada na cabeça (Foto: Reprodução / Facebook)

A polícia prendeu na manhã desta terça (2) um suspeito de ter participado da morte da universitária Camila Beraldo Talarico, de 25 anos, assassinada com um tiro na cabeça no domingo (31), em Suzano, na Grande São Paulo. Com passagens por tráfico e roubo, Rafael Conceição Correa, de 24 anos, foi detido em casa, no bairro Miguel Badra. 

O delegado Marcos Batalha disse que a polícia identificou o suspeito após denúncia anônima. Na sequência, os investigadores apresentaram uma foto de Correa para o namorado de Camila, Kaue Kamezawa, de 26 anos, que foi baleado de raspão na cabeça e está internado na Santa Casa de Suzano. “Ele fez a identificação.”

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Segundo Batalha, o suspeito não quis responder perguntas sobre o caso. Alegou apenas que estava em um supermercado no momento que o crime aconteceu. Os policiais agora tentam identificar outras duas pessoas que podem ter participação.

Assim que deixar o hospital, Kamezawa prestará novo depoimento. Ele passou por exame residual nas mãos. “É um procedimento corriqueiro. Provavelmente o resultado será negativo”, explicou o delegado.

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Caso

Camila e o namorado, Kaue Kamezawa, de 26 anos, foram sequestrados por volta das 7h30 de domingo em Itaquaquecetuba. Segundo o depoimento do rapaz, três homens armados se aproximaram de seu carro, um Fiat Fiorino branco. No boletim de ocorrência consta que o casal foi levado a uma favela, sendo baleado na Estrada Antônio Jorge, no bairro Cidade Edson, em Suzano.

Uma testemunha contou à polícia que ouviu os disparos e viu Kamezawa tentando entrar em um Fiat Strada que estava estacionado na região para tentar conduzir Camila ao hospital.

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A jovem chegou a ser encaminhada à Santa Casa de Suzano, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no local. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, o carro de Kamezawa tinha marcas de tiros e indícios de uma tentativa de incêndio, mas nenhum objeto foi roubado.

 

Fonte: VEJA SÃO PAULO